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Campo Bom foi o destaque da região na Olimpíada Nacional de Matemática

Redação / AG por Redação / AG
24 de janeiro de 2022
em Educação
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Campo Bom foi o destaque da região na Olimpíada Nacional de Matemática

Foto: PMCB

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Alunos da rede municipal de ensino de Campo Bom colocaram o Município em patamar de destaque na 16ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). Na região, Campo Bom foi a cidade com maior número de premiados: 53 alunos, uma professora e duas escolas. Cinco estudantes campo-bonenses conquistaram medalhas de prata, quatro conseguiram medalhas de bronze e outros 44 receberam menção honrosa. Também recebe premiação a professora Gisele Schmidt (Emef Rui Barbosa) e as escolas Santos Dumont e Centro de Educação Integrada – CEI.

O prefeito Luciano Orsi não se surpreende com o ótimo aproveitamento dos alunos campo-bonenses. “Isso é o resultado de todo o empenho da Administração Municipal em oferecer um ensino de qualidade às nossas crianças e adolescentes. Cuidamos da qualificação dos nossos profissionais da educação, não apenas na área da matemática; e estamos sempre colhendo bons frutos”, pondera o prefeito.

A secretária de Educação e Cultura Simone Schneider, comemora mais essa conquista. “Nossos alunos têm se destacado nas mais diversas áreas do saber. Isso mostra que estamos no caminho certo, sempre investindo na qualidade do ensino”, argumenta a secretária.

A 16ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas contou com 17,8 milhões de estudantes do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio de 53.374 escolas, entre instituições públicas e particulares. As cerimônias de premiação ainda terão data ainda definida.

Confira os premiados de Campo Bom:

Medalhas de Prata: Manuella de Castro Fischer (Emef Rui Barbosa), Davi Lorenz dos Passos            (Borges de Medeiros), Eduardo Henrique Haubert (Borges de Medeiros), Mateus Christiani (Marcos Silvano Vieira) e Murilo Gabriel de Oliveira (Emef Santos Dumont);

Medalhas de Bronze: Greiki Paladini de Oliveira (Emef Rui Barbosa), Enzo Ferreira (Duque de Caxias), Vinicius Albino Klug Fagundes (Santos Dumont) e Nícollas Batista Flor (Emef Santos Dumont);

Menção Honrosa: Arthur Pinheiro Quintana (Emef Santos Dumont), Mateus Graeff (Santos Dumont), Matheus Rinker de Abreu (CEI), João Vitor Sager Gressler (25 de Julho), Mykael Soares (Lucia Mossmann), João Drey Santana Catrina (Rui Barbosa), Luis Antonio Gomes de Avila (CEI), Mariana Adamczuk Guedes (Rui Barbosa), Davi Dimmer (Rui Barbosa), João Victor da Silva Ritter (Rui Barbosa), Kaina Rodrigues Garcia (Santos Dumont), Manuela Ellwanger Jacinto (Borges de Medeiros), Arthur Antunes Pereira (CEI), Bruna Gabrielly da Gota Ceconi           (Presidente Vargas), Davi Henrique Schenkel (Borges de Medeiros), Gabriel Carvalho da Silva (CEI), João Fernando Pereira (Rui Barbosa), Nicollas Kaua Six Pereira (Presidente Vargas), Fernanda Ramos Jardim (CEI), Fernando Schumann (25 de Julho), Eduarda Nogara Gonçalves (Santos Dumont), Isabella Luisa da Silva (Duque de Caxias), Cecilia Prass da Silva (Rui Barbosa), Thomas Orth Dalpiaz (Rui Barbosa), Evilyn Amaral de Oliveira (Lucia Mossmann), Giovana Luiza Barchfeld            (25 de Julho), Rhuan Endrhil de Oliveira (Rui Barbosa), Pedro Augusto Saft Guarienti (Rui Barbosa), Andrei Barbosa de Sá (Borges de Medeiros), Maria Clara Ignácio       (Duque de Caxias), Nícolas Cunha de Paula (Santos Dumont), Náthali de Brito Canova (Borges de Medeiros), Yan Lopes de Araujo (Borges de Medeiros), Emilly Gonçalves da Silva             (CEI), Evelyn Poliaa da Silva (CEI), Gabriel Arthur Jeronimo (Rui Barbosa), Marjorie Eloisa Lubenow Morbach (Lucia Mossmann), Pamela da Costa Kaschack (Borges de Medeiros), Bruno Moraes da Silva (Duque de Caxias), Isabela Broghezan (Santos Dumont), Geovana Mouro Cezar (Rui Barbosa), Davi Andre Wasem (25 de Julho), Fabricio Della Flora Ortiz (Borges de Medeiros) e Rafaela Pereira Correia (Emef CEI);

Professora Premiada: Gisele Schmidt (Emef Rui Barbosa);

Escolas Premiadas: Centro de Educação Integrada – CEI e Emef Santos Dumont.

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  • Os vereadores de Campo Bom aprovaram por unanimidade, na sessão ordinária desta segunda-feira (27), um projeto de lei que determina a suspensão da cobrança da tarifa de abastecimento de água em situações de descontinuidade do serviço ou quando o fornecimento ocorrer fora dos padrões de potabilidade.

A proposta, assinada por todos os parlamentares da Câmara Municipal, representa mais um passo no trabalho de fiscalização dos serviços prestados pela Corsan e agora segue para sanção do prefeito Giovani Feltes.
O projeto tem como objetivo garantir que a cobrança da tarifa ocorra apenas quando o serviço for prestado de forma eficiente, contínua e segura. A medida também busca coibir falhas e inadequações no abastecimento, prevendo a criação de um mecanismo administrativo que permita à Prefeitura suspender a cobrança sempre que forem constatadas irregularidades.

Durante a mesma sessão, os vereadores também aprovaram, por unanimidade, uma moção de repúdio à Aegea/Corsan, em razão da precariedade do serviço prestado no município.

Além disso, foram aprovados três pedidos de informação, três requerimentos, dois projetos de lei e uma moção. A sessão contou ainda com a participação do secretário municipal de Desenvolvimento Social, Gabriel Colissi, que apresentou dados e detalhou as ações do município em relação ao atendimento às pessoas em situação de rua.

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  • Inicia nos próximos dias, o calendário anual de podas de árvores, com cronograma organizado por regiões da cidade. O cronograma começa no dia 29 de abril e segue até 7 de maio, atendendo moradores da região Centro Norte e parte do bairro Genuíno Sampaio, abrangendo a área entre as avenidas Brasil, dos Estados e Emílio Vetter.

Na sequência, entre os dias 5 e 14 de maio, os serviços contemplam a região Centro Sul e parte do bairro Celeste, incluindo o trecho localizado entre as avenidas Brasil, Independência, Willy Reichert e Gustavo Vetter. A Administração Municipal reforça que os moradores devem realizar as podas dentro do período estabelecido para cada região e depositar os materiais corretamente nas calçadas, exclusivamente nos dias programados para recolhimento. O descarte fora do cronograma é considerado irregular e pode resultar em multa.

A Prefeitura orienta ainda que apenas resíduos de poda devem ser descartados, sem mistura com outros tipos de lixo. O cronograma poderá sofrer alterações em caso de condições climáticas desfavoráveis. Para os moradores que não puderem aguardar o período previsto para sua região, os resíduos podem ser destinados diretamente à Horta Comunitária da Aurora ou ao espaço ao lado da Usina de Reciclagem, na Estrada do Mônaco.

A Administração Municipal destaca ainda que a poda corretiva nas calçadas, quando necessária, é realizada pelo próprio município, contribuindo para a manutenção adequada da arborização urbana e reforçando o compromisso com a organização da cidade, a preservação ambiental e a colaboração entre poder público e comunidade.

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➡️ Campo Bom realiza testes de materiais na pavimentação das vias. 

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Casos de multas registradas em cidades onde o proprietário nunca esteve ou em que o veículo nem saiu da garagem estão se tornando mais comuns no Rio Grande do Sul. Esse tipo de ocorrência pode sinalizar a clonagem de placas, um crime usado por quadrilhas para esconder veículos roubados ou furtados.

A reportagem do Jornal A Gazeta foi procurada por um morador do bairro Porto Blos relatando ter recebido uma notificação de multa emitida pelo Departamento de Estradas e Rodagens do Estado de São Paulo (DER-SP). No documento consta a aplicação penalidade em decorrência da não utilização do cinto de segurança pelo condutor do veículo na cidade de Ubatuba, em 21 de janeiro de 2026. No entanto, de acordo com o leitor multado, o veículo nunca esteve em Ubatuba.

Ao receber uma notificação suspeita, o primeiro passo é agir rapidamente. A orientação é registrar um boletim de ocorrência relatando a possível clonagem e reunir documentos que provem a irregularidade. Os principais itens exigidos são: vistoria do Detran RS, cópia do Certificado de Registro do Veículo, do CRLV, documento de identificação do proprietário, cópia da multa suspeita e fotos do veículo (frente, traseira e laterais).

Segundo o advogado Allan Dyego Pimentel, formalizar o caso é essencial para evitar prejuízos maiores. “Quando o proprietário encontra uma multa ligada a um veículo que não estava sob sua posse ou em um local diferente, é bem provável que esteja diante de um caso de clonagem de placa. Nessas situações, o primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência, pois esse documento será a base para todas as medidas administrativas e judiciais posteriores”, destaca.

Após o registro, o proprietário deve apresentar defesa junto ao órgão que aplicou a multa, anexando provas que mostrem a impossibilidade da infração, como comprovantes de localização, registros de pedágios ou imagens. Também é possível pedir a abertura de um processo administrativo para investigação, incluindo a análise de imagens do veículo infrator.

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  • AG CONTIGO | 27.04

 ➡️ Cadastro Único Itinerante estará na Escola Morada do Sol.

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  • A interferência de moradores de rua nas atividades do comércio, os furtos a residências, escolas e empresas e a sensação de insegurança preocupam lojistas e empresários de Campo Bom. Na última quinta-feira (16), o Comitê da Regional da ACI em Campo Bom reuniu-se com representantes da Brigada Militar, da Guarda Municipal, da Polícia Civil, da administração municipal e do Consepro para debater o tema e definir ações preventivas em conjunto.

Uma das ações em estudo é o desenvolvimento, nos próximos meses, de uma campanha para estimular a população de Campo Bom a fazer o registro de furtos e roubos. Com indicadores mais realistas, as forças de segurança poderão atuar com mais eficiência na prevenção e no combate aos crimes.

Débora Trierweiler, proprietária da Farmácia Apoteka e integrante do Comitê Regional da ACI e do Consepro de Campo Bom, relata que comerciantes têm enfrentado situações difíceis com moradores de rua na área central, além de furtos e transtornos, que também são registrados em bairros.

O secretário municipal de segurança e trânsito, Fernando Lehnen, afirma que a legislação limita a ação das forças de segurança, mas, ainda assim, a Guarda Municipal tem feito operações de fiscalização e identificação de pessoas com histórico de crimes. Um dos locais que são alvo é um galpão junto ao Parcão, onde moradores de rua se reúnem e pressionam a população do entorno.

A maioria dos moradores de rua é dependente química e conhecida das forças de segurança. “Somente a ação dos órgãos de segurança não basta. É necessário apoio psicológico, ação integrada com outras áreas e, em alguns, casos, internação compulsória, que deve ser autorizada por familiares”, explica.

Conforme a vice-prefeita Gênifer Engers, 44 pessoas em situação de rua estão cadastradas no CRAS (já foram 110) e recebem auxílio, como banho e alimentação. Pelos menos três já foram encaminhadas a empregos, mas permaneceram por pouco tempo. “Sabemos dos impactos à comunidade, estamos atentos a situação e estudamos ações”, informou.

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Moradora de Campo Bom desde 1983, a engenheira industrial química Vanda Ferreira Ribeiro tem se dedicado a um tema cada vez mais urgente: a poluição por microplásticos no meio ambiente. Atualmente em pesquisa de pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ela desenvolve uma análise com relação à presença dessas partículas no solo de áreas conhecidas da cidade, como o Parque do Trabalhador, o Parcão e a região onde o Arroio Schmidt encontra o Rio dos Sinos.

O objetivo é aproximar a ciência do cotidiano das pessoas. “Escolho locais que fazem parte da rotina da população para mostrar que o problema está aqui, perto de nós”, explica. A pesquisa, realizada há cerca de um ano, busca identificar microplásticos com tamanhos de até 0,2 milímetros, invisíveis a olho nu, mas com potencial de causar impactos ao meio ambiente e à saúde ao longo do tempo.

Os microplásticos são fragmentos menores que 5 milímetros, originados tanto da degradação de materiais maiores, como embalagens, fibras e pneus, quanto de produtos já fabricados em tamanho reduzido, como microesferas presentes em cosméticos. Segundo a pesquisadora, mesmo quando não são visíveis, eles continuam presentes e interagem com o meio ambiente. “A poluição não deixa de existir só porque não conseguimos enxergá-la”, destaca.

O estudo também está ligado à preservação dos banhados, áreas úmidas fundamentais para o equilíbrio ambiental. Esses locais funcionam como “esponjas naturais”, ajudando a reduzir alagamentos e armazenando carbono no solo, o que contribui diretamente no combate às mudanças climáticas. No entanto, no Vale do Sinos, mais de 70% dessas áreas já foram perdidas, e as que restam sofrem com a pressão da urbanização e o acúmulo de resíduos.

Além da pesquisa acadêmica, Vanda busca conscientizar a população sobre o descarte correto de resíduos e o consumo consciente. Para ela, pequenas atitudes fazem diferença no dia a dia. “Temos coleta de lixo, mas ainda falta a cultura de não jogar resíduos nas ruas. O que não é recolhido acaba nas bocas de lobo e segue para arroios, banhados e rios”, alerta.

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  • COLUNA | ✍️ @darosa_ju 

O Projeto de Lei 1404/2025 autoriza a quebra de sigilo bancário e fiscal em ações de pensão alimentícia, quando houver indícios de que o responsável pelo pagamento esteja ocultando bens ou rendimentos. A medida surge como resposta a uma realidade bastante comum: a dificuldade de se apurar a real capacidade financeira de quem deve pagar alimentos, especialmente quando há tentativa deliberada de esconder patrimônio.
Na prática, o que se busca é permitir que o juiz, diante de elementos concretos, possa acessar informações financeiras do devedor, como movimentações bancárias e declarações fiscais. Isso não seria automático nem indiscriminado. A quebra de sigilo continuaria sendo uma medida excepcional, dependente de decisão judicial fundamentada e baseada em indícios consistentes de fraude ou ocultação.
O sigilo bancário e fiscal é um direito importante, ligado à privacidade e à proteção de dados pessoais. Por isso, sua flexibilização exige cautela. O projeto tenta equilibrar esse direito com outro igualmente relevante: o direito de quem depende da pensão alimentícia para sua subsistência, educação e desenvolvimento.
Hoje, não são raros os casos em que o devedor aparenta não ter renda suficiente, mas mantém um padrão de vida incompatível com o que declara oficialmente. Esse descompasso dificulta a fixação de um valor justo de pensão e pode prejudicar diretamente quem mais precisa. A proposta legislativa busca justamente reduzir esse tipo de distorção, trazendo mais transparência para o processo.
O projeto visa fortalecer a efetividade das decisões judiciais em matéria de alimentos, dando mais acesso à realidade financeira do devedor, o juiz poderá fixar valores mais adequados e coibir práticas abusivas, como a ocultação de bens em nome de terceiros ou a omissão de rendimentos.
Mais do que uma medida de investigação, trata-se de um instrumento de proteção. A pensão alimentícia não é uma punição, mas um dever legal que garante dignidade a quem depende dela. Nesse contexto, permitir a quebra de sigilo em situações justificadas pode representar um avanço importante na busca por justiça e equilíbrio nas relações familiares.

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