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Mães que inspiram… Três histórias de maternidade para lembrar o dia delas

Redação / AG por Redação / AG
10 de maio de 2020
em Comunidade
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Mães que inspiram… Três histórias de maternidade para lembrar o dia delas
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Policial, estudante, de fibra, batalhadora e com amor incondicional, conheça Vera, Norma e Márcia

Não é uma regra, mas é bastante comum que a mãe seja a figura mais importante das nossas vidas. Antes de tudo, elas são mulheres com identidades e gostos diferentes, mas se há uma semelhança é um amor difícil de entender, algo entre o primitivo e o sagrado, o animal e o divino. São capazes de superar a si e ao mundo incontáveis vezes pelo bem dos filhos. Para homenageá-las, vamos contar a história de três grandes mães, que comprovam na prática que amor é poder.

Super-heroína dentro e fora de casa

Para a maioria das crianças, os super-heróis são homens que saem às ruas para enfrentar o crime e salvar vidas, seja voando, usando uma máscara ou soltando teias por entre os prédios. Mas em especial para uma família em Campo Bom quem combate os bandidos e salva pessoas de apuros é uma mulher, que nas horas vagas também tem de lavar roupa, fazer a comida e levar as filhas para a escola, resumindo, também fazem o papel de mãe.
A soldado da Brigada Militar Vera Cristina é uma destas “heroínas”. Entre tantos caminhos que ela poderia ter desejado na vida ela escolheu se doar 24 horas por dia, 365 dias por ano. Com família e duas filhas, Vera Cristina, se reveza entre ser mãe, soldado da BM e agente de mudança social.
Se você perguntasse a uma menina o que ela faria quando crescesse, provavelmente ela não te responderia ser policial. Mas a história desta mulher é bem diferente da maioria. Ela escolheu essa que dentre tantas outras profissões que exige o ato diário de se doar em favor de outros, Vera Cristina de Oliveira, 46 anos, soldado e mãe, ainda encontra tempo para trabalhar em um projeto social e ajudar na educação dos filhos de outras mães. Há doze anos a soldado Cristina atua como instrutora do Proerd, o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência em Campo Bom. Atualmente seis escolas participam do programa com oito turmas do quinto ano.
A mãe da Victoria de Oliveira, 23, e da Valentina de Oliveira Queiroz, 14, encontrou na maternidade a força para buscar os seus sonhos. “Minha filha mais velha tinha um aninho quando passei no concurso da Brigada e fui destinada para atuar em Montenegro. Ser mãe é ter alguém pra dividir, multiplicar e somar todos os dias, é completar a vida, é esperança e vontade de viver. Ser mãe é a oportunidade mais incrível que Deus nos concede para ser melhor”, define Vera Cristina.

Um Amor extraordinário

Dona de uma alegria contagiante, Márcia Beatriz Lauer, moradora do bairro Paulista em Campo Bom, não consegue esconder sua gratidão a Deus, quando em suas falas, sempre finaliza: “é Graças a Deus que eu venci”. Os 60 anos de vida escondem muitas histórias, mas uma, em especial, ela não deixa passar em branco: “fui mãe de oito filhos”.
O passado trazia muitas dificuldades, principalmente condições básicas de saúde, como um pré-natal e, por isso, não foram todos que sobreviveram. Mas dona Márcia se orgulha em dizer que conseguiu criar sete filhos junto dela. “Criei todos, nenhum separado de mim. Às vezes tínhamos pouco, mas sempre trabalhei e fui atrás”, conta.
Ela recorda das dificuldades, mas afirma que batalhou muito para poder criar os filhos, cinco do primeiro casamento e três do segundo. Mas foi quando Renan, o sexto filho nasceu que a vida da artesã mudou completamente. Com quatro horas de vida o bebê de 2k200g convulsionou pela primeira vez, o que desencadeou uma série de lesões cerebrais. Diagnosticado com deficiência intelectual e epilepsia, o jovem, hoje com 26 anos é acompanhado pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Campo Bom. Ele tem muitas limitações, mas ao lado da mãe, criou um modo de viver sem tanto peso, apesar da rotina árdua. “Já ouvi de muita gente que ter um filho com deficiência é um fardo. Mas o Renan nunca foi um fardo pra mim. Quando descobri a paralisia, muitos me falaram para não ter outro filho e não correr o risco de ter outro problema. Pois engravidei mais duas vezes com a certeza que se tivesse outro filho com paralisia, amaria para o resto da vida os meus filhos problemas”, revela.
Os dois vivem uma rotina intensa. Márcia é dona de casa, abandou as aulas que ministrava como artesã e se dedica 100% ao filho. Nas ruas lidam juntos com o preconceito e a rejeição das pessoas, mas sem nenhum cansaço. “O Renan é minha vida, meu presente de Deus. Ele não caminha, mas sou os bracinhos e as perninhas dele. Quero ser para o resto da vida, isso não me cansa”.
Os tratamentos diários proporcionam qualidade de vida a Renan, mas nem por isso ele deixa de viver uma vida normal. “Onde eu vou ele está comigo. Não importa o lugar e a ocasião. Se o meu amor não pode estar, eu nem vou. Faço isso para ele sentir como a gente pode ser feliz, independente das dificuldades. O difícil já passou, só tenho motivos para me alegrar e sorrir ao lado dele”, concluiu.

A jovem mãe que não desistiu dos seus sonhos

“Será que vou dar conta?”. Essa é a insegurança de muitas mães durante o período de gravidez. E também foi para a estudante Norma Cristina Andriollo Mallmann, que aos 16 anos descobriu que seria mãe de uma menina. Foram noves meses de sensações diferentes para a mamãe de primeira viagem que não deixou de lado a busca pelos sonhos e a realização profissional. Seguir estudando ou trancar a matrícula? Essa é a dúvida crucial que aflige estudantes que descobrem que estão grávidas durante a escola. Norma passou por este dilema. Ela viu nos estudos uma oportunidade de mudar de vida. Afastada durante seis meses do colégio aonde cursava o primeiro ano do ensino médio ela não se deixou abater, e conciliou os estudos domiciliares com a chegada da pequena Isabel.
Quando teve Isabel, apesar das dificuldades, Norma nunca pensou em desistir. Sua filha não seria desculpa para não correr atrás dos seus sonhos. Pelo contrário, a maternidade a impulsionou a buscar sempre o melhor, mas sem esquecer o sonho de criança: ser jornalista. Em 2019 ela concluiu o ensino médio e hoje se divide entre o trabalho como assistente de serviços em uma empresa de tecnologia e os cuidados com a filha, hoje com 1 ano e 10 meses. “Este ano vou prestar o Enem, quem sabe não consigo uma bolsa. Com certeza, meus planos mudaram pra melhor, pois qualquer coisa que penso, penso em fazer pra dar um futuro lindo pra ela, antes era pra mim, hoje é pra ela”, comenta com um sorriso no rosto olhando para a pequena em seu colo. “Ser mãe é inexplicável, um amor tão grande que, literalmente, não cabe no peito. Ser mãe é lindo. Todo esforço e cansaço se torna um sentimento de gratidão, pois sem ela nada seria tão desafiador e gratificante”, completou.

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  • A jovem atleta campo-bonense Isadora Leal, de 16 anos, brilhou no último final de semana, dias 16 e 17 de maio, ao conquistar o lugar mais alto do pódio na Copa Brasil Loterias Caixa de Meio-Fundo e Fundo 2026. Competindo nas categorias sub-18 e sub-20, Isa garantiu duas medalhas de ouro nas provas de 3.000 metros e 5.000 metros.

Na prova dos 3.000 metros, a atleta alcançou a marca de 10:16.05. Já nos 5.000 metros, completou a disputa em 18:03.69. As provas ocorreram no Centro Nacional Loterias Caixa de Desenvolvimento do Atletismo, em Bragança Paulista.

Em entrevista ao Jornal A Gazeta, Isadora falou sobre a emoção de alcançar o topo do pódio em nível nacional. “Estou vivendo um momento com o qual sempre sonhei. Essas conquistas têm um significado enorme pra mim, porque representam todo o meu esforço e dedicação. Ser reconhecida no cenário nacional me deixa muito feliz e me faz perceber que todo esse trabalho está valendo a pena. Tudo isso me motiva a continuar treinando, evoluindo e acreditando que posso ir muito mais longe. Ainda tenho muitos sonhos para realizar!”, destacou.

A atleta integra a equipe da ANR – Adidas Associação Noroeste Runners e é treinada pelo professor Lucas Hadtke.

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  • A história do campo-bonense Adão Airton dos Passos Martins, de 65 anos, tem mobilizado familiares e amigos em uma corrente de solidariedade. Morador de Campo Bom desde os quatro anos, Adão enfrenta hoje uma condição delicada de saúde após sofrer dois AVCs em março deste ano. Atualmente, ele reside em um lar no município e necessita de cuidados permanentes.

A situação ganhou contornos ainda mais difíceis para a família após o filho único, Ariston Martins, perder o emprego. Durante 47 dias, ele permaneceu ao lado do pai, acompanhando a internação no Hospital Lauro Reus, período em que precisou se afastar do trabalho. Sem renda no momento, Ariston criou uma vaquinha online para ajudar a custear a permanência do pai no lar e garantir a continuidade dos cuidados necessários.

A trajetória recente de Adão é marcada por perdas e desafios. Em fevereiro deste ano, ele perdeu a companheira por 18 anos, Marli Eliane Farias, que enfrentava um quadro de saúde delicado após um AVC. Durante cerca de dois anos, Adão foi o principal cuidador da esposa, dedicando-se integralmente a ela. A morte de Marli abalou profundamente o campo-bonense.

Pouco tempo depois, no dia 22 de março, Adão sofreu o primeiro AVC, que comprometeu sua fala. Horas após apresentar os primeiros sintomas, ele foi levado ao hospital, onde, ainda em observação, sofreu um segundo AVC, desta vez afetando os movimentos do lado direito do corpo e a deglutição. O quadro se agravou ao longo da internação, incluindo um episódio de hemorragia cerebral no início de abril.

Desde então, Adão passou a depender de alimentação por sonda. Em abril, foi submetido a um procedimento de gastrostomia, permitindo a alimentação direta no estômago. Após receber alta hospitalar no dia 8 de maio, foi encaminhado para um lar, onde permanece sob cuidados.

Diante desse cenário, Ariston busca apoio para manter o pai assistido enquanto tenta se reerguer financeiramente e retornar ao mercado de trabalho. As doações podem ser feitas por meio da vaquinha online (link disponível no site) ou via Pix, pela chave (51) 99277-9397, em nome de Ariston Martins.

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  • AG CONTIGO | 25.05

➡️ Morador de Campo Bom, morre em acidente na RS-122 em Bom Princípio.

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  • A Associação Esportiva Campo Bom (AECB) segue representando o município com destaque em competições de handebol pelo país. Entre os dias 12 e 17 de maio, equipes da entidade participaram de dois importantes campeonatos, conquistando resultados expressivos e, principalmente, acumulando experiência em quadra.

Na Copa Sul Cadete Feminina, realizada em Torres, a equipe garantiu o 3º lugar. Já classificada para o Campeonato Brasileiro da categoria por ser sede da competição, que ocorrerá no segundo semestre, a AECB utilizou o torneio como preparação, buscando ritmo de jogo e entrosamento.

Ao longo da disputa, o time enfrentou adversários tradicionais, com vitória sobre a Liga Hamburguense por 22 a 18 na decisão do terceiro lugar. Também fizeram parte da campanha empates e confrontos equilibrados diante de equipes como Sociedade Thalia, Itajaí e Concórdia. O desempenho individual também chamou atenção, com Sofia Vasques eleita melhor central e Marcela Ohana como melhor ponta esquerda da competição.

No mesmo período, em Nazaré Paulista (SP), a AECB também esteve presente no Campeonato Brasileiro Mirim Sub-13, com equipes masculina e feminina. O time feminino conquistou o 4º lugar, com vitórias importantes sobre Aadec e Joaçaba, enquanto o masculino terminou na 7ª colocação, com destaque para triunfos diante de CSA e Sesi-PB.

Mais do que resultados, a participação em competições de nível nacional reforça a importância do investimento e incentivo ao esporte de base. A AECB tem levado o nome de Campo Bom para diferentes regiões do Brasil, promovendo a cidade e oportunizando o desenvolvimento esportivo e pessoal de crianças e adolescentes.

A agenda segue intensa. Entre os dias 25 e 30 de maio, Torres volta a sediar uma competição nacional, desta vez o Campeonato Brasileiro Infantil, com presença confirmada da equipe campo-bonense. Além disso, o calendário do segundo semestre prevê novas disputas, mantendo a AECB em evidência no cenário do handebol brasileiro.

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  • Uma idosa de 70 anos morreu após ser atropelada, por volta do meio-dia deste sábado (23). O acidente aconteceu na Avenida Independência, no Centro da cidade. A vítima foi identificada como Maria de Lourdes Pedro Leite. 

De acordo com o boletim de ocorrência, Maria caminhava em cima da faixa de pedestres, quando foi atingida por um automóvel. A idosa chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital Lauro Reus, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. 

A identificação da vítima só foi confirmada após a chegada de uma familiar à casa de saúde, pois no momento do acidente a idosa não portava documentos. O veículo envolvido na ocorrência, que não teve as características divulgadas pela Brigada Militar, foi removido ao pátio do DETRAN e a Polícia Civil deve investigar as circunstâncias do acidente.

O corpo da idosa será velado a partir das 7h deste domingo (24), na Capela C do Cemitério Municipal de Campo Bom. O sepultamento ocorre às 16h, no Cemitério Católico de Campo Bom.

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  • A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia de Campo Bom, cumpriu na manhã desta sexta-feira (22) um mandado de busca, apreensão e internação provisória contra um adolescente de 16 anos investigado por ato infracional análogo ao crime de tentativa de homicídio doloso.

O mandado foi expedido pelo Fórum da Comarca de Campo Bom no âmbito de um Processo de Apuração de Ato Infracional, a partir de representação da Polícia Civil e do Ministério Público. O adolescente foi localizado em sua residência, no bairro Metzler.

Conforme a investigação, o caso ocorreu na noite de 11 para 12 de abril deste ano, quando a vítima foi encontrada caída em via pública na Avenida São Leopoldo com duas perfurações causadas por arma branca.

Ainda consciente, a vítima identificou o adolescente como autor das agressões. Segundo a Polícia Civil, o reconhecimento foi posteriormente confirmado pelas diligências realizadas durante a investigação.

Os laudos médicos apontaram que a vítima sofreu trauma toracoabdominal grave, com hemopneumotórax, laceração pulmonar e lesões abdominais.

De acordo com a Polícia Civil, o adolescente possui histórico infracional com registros por ameaça, lesão corporal, roubo de veículo, roubo a pedestre, porte ilegal de arma de fogo e associação criminosa, além de descumprimento anterior de medida socioeducativa.

A gravidade do caso e a reincidência nas condutas motivaram o pedido de internação provisória apresentado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público ao Poder Judiciário.

Após os procedimentos legais, o adolescente foi encaminhado ao sistema socioeducativo, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Denúncias anônimas podem ser realizadas à Polícia Civil de Campo Bom pelo WhatsApp: (51) 98401-3237

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  • AG CONTIGO | 22.05

Destaques da edição impressa 🗞️

➡️ Jovens atletas da AECB brilham em competições pelo país;

➡️ Homenagem de netas emociona avô internado e viraliza nas redes;

 ➡️ Filho cria vakinha virtual para manter cuidados do pai;

➡️ Campo Bom Expo.Summit reúne inovação, negócios e milhares de participantes.

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  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 22 de Maio.

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