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Você já viu ninhos em formato de bolsa?

Redação / AG por Redação / AG
26 de outubro de 2021
em Comunidade, Educação
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Você já viu ninhos em formato de bolsa?

Luana Quintana/AG

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A série Biologia em Pauta, em parceria com a bióloga, Carolina Rangel – formada em licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) –, está de volta, visando, especialmente, o ensino fundamental, no qual o Programa AG Educa está inserido.

Nessa semana o assunto da série fugiu um pouco do que havíamos programado. A leitora Veranice Maria Cambruzzi de Oliveira contatou o AG para comunicar que haviam alguns ninhos, um tanto quanto peculiares, perto da sua residência, no bairro Bela Vista: eles eram em formato de bolsa! Nossa equipe, juntamente da bióloga Carolina, se dirigiu ao local indicado e descobriu que se tratava de um pássaro chamado Guaxe. Inclusive, a proprietária do terreno onde está localizada a árvore com os ninhos, Lurdes de Lima, se tornou a tutora de um filhote que acabou caindo do ninho. “Eu peguei um blusão velho meu, esquentei água e coloquei numa garrafa pet, e fiz um novo ninho para cuidar ele”, explica a moradora.

bio em pauta

A bióloga aponta que, caso isso aconteça, o ideal sempre é devolver o filhote ao ninho e/ou observar se os pais estão por perto, pois eles cuidarão do filhote. Se o animal estiver ferido ou doente, ou se não for possível devolvê-lo ao ninho e não houver sinal dos pais, acione o órgão ambiental do município (peça pelo Sema, no telefone: 3598.8600) ou o Corpo de Bombeiros, pelo número 193. Quer ajudar? Mantenha o filhote aquecido e evite alimentá-lo se não souber a espécie e a alimentação adequada.

Conheça o Guaxe

bio em pauta guaxe

Também conhecido como japiim-de-costas-vermelhas, japim-guaxe e japiim-do-mato, o guaxe é uma ave presente principalmente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Mas, ele também vive em algumas poucas e pequenas áreas da Amazônia e outros países da América do Sul. O guaxe vive em bandos, no alto de copas de árvores, em bordas de florestas e matas, nas margens de rios e em clareiras.

É uma ave quase totalmente preta, porém possui a parte superior da cauda vermelha, a qual é possível observar com mais facilidade durante o voo. Seus olhos são marrons quando jovens e azuis quando adultos. Seu bico é longo, reto e amarelo, especializado para uma alimentação composta, principalmente, de frutos e pequenos insetos. O seu canto é rouco, misturado com assobios. A ave chama a atenção na época de reprodução, que inicia a partir do mês de setembro. Nesse período, as fêmeas vão aos topos das árvores e constroem ninhos em formatos de bolsas com fibras vegetais que podem levar até um mês para ficar prontos.

Os ninhos são construídos em grande número, o que reforça a defesa contra predadores e aumenta a proteção dos filhotes, pois permite que o bando realize melhor a vigia de suas casas e comunidades. Acredita-se que as fêmeas preferiram construir os ninhos nas pontas dos galhos mais finos, pois é mais difícil de gambás, macacos e outros predadores alcançarem. Além disso, o guaxe possui preferência por árvores onde haja ninhos antigos, porém raramente os reutilizam. Dessa forma, é comum que voltem nos locais onde construíram ninhos na época reprodutiva anterior. Os novos ninhos são construídos em meio aos antigos, reforçando a proteção contra predadores, pois os ninhos vazios podem servir como distração. Inteligentes, né?

Geralmente, são colocados dois ou três ovos e, após nascerem, os filhotes são alimentados pela mãe com frutas vermelhas e insetos. Os machos que permanecem na colônia de ninhos ficam responsáveis pela vigia do território, emitindo sons de alerta. Mas afinal, quem são os predadores do guaxe? Os predadores mais comuns são tucanos, corujas e outras aves de rapina, além de cobras, gambás e macacos. Quando algum predador se aproxima dos ninhos, os machos emitem sons de aviso às fêmeas, que se afastam e perseguem os invasores, procurando afastá-los dos filhotes. Se tiverem sucesso, os machos cantam para chamar as fêmeas de volta à colônia.

Curiosidade

O seu nome científico é Cacicus haemorrhous, que significa “cacique com uropígio cor de sangue”! Uropígio é a parte de onde saem as penas da cauda, e essa parte possui uma coloração vermelha forte nessa ave.

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  • Coluna: ✍️ @maurispengler 

Bodas de neve com muito calor e muito amor

Todos os anos, por esta época, na condição de colunista do Jornal A Gazeta tenho a agradável e por vezes difícil tarefa de parabenizar Campo Bom por sua emancipação ocorrida em 31 de janeiro de 1959, portanto há 67 anos. E, pasmem, a nossa cidade está comemorando Bodas de Neve. Fiz esta pequena introdução, para, pelo menos tentar demonstrar e ratificar o meu amor e meu agradecimento a esta cidade que tão bem me acolheu no ano de 1979 quando, em 8 de junho daquele ano, desci do “citralão”, na antiga rodoviária, vindo de São Sebastião do Caí, atraído que fui não apenas pelo amor a minha então namorada e há 46 anos minha esposa, mas também por muita esperança por novos desafios profissionais. E, neste quesito, assim como eu, milhares e milhares de pessoas também o fizeram. O meu primeiro emprego foi na empresa Reichert Calçados, quando fui contratado para administrar o Clube Reny, que foi construído pela empresa para lazer de seus funcionários. Lá, orgulhosamente trabalhei, por quase 10 anos, de onde só sai para fundar o Jornal A Gazeta.
Devo dizer que já tive a oportunidade e a honra de poder agradecer pessoalmente ao seu Ernani Reuter, meu primeiro e único patrão em Campo Bom, pela oportunidade que me foi dada naquele longínquo ano de 1979, que é onde toda a minha história de compromisso e de amor por esta cidade começou, quando tinha apenas 20 e poucos anos de idade. Se fiz esta narrativa de contar parte da minha história, foi com um único propósito, o de declarar publicamente o meu amor por Campo Bom e, se assim procedo sei também que estou representando outras milhares de pessoas que, assim como eu, de mãos quase vazias, migraram para cá com objetivos semelhantes; vir em busca de emprego e dignidade, o que praticamente não tínhamos nas cidades em que nascemos.
Obrigado, Campo Bom! Parabéns, minha querida cidade, que tão bem me acolheu.

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  • ENCARTE ESPECIAL | ✍ @mairanpacheco 

Berço de inúmeros talentos nas mais diversas modalidades esportivas, Campo Bom segue sendo exemplo no que diz respeito ao incentivo à prática de esportes. Um dos locais mais frequentados nos últimos tempos, a pista de atletismo é um grande exemplo. Diariamente, centenas de pessoas utilizam o espaço para corridas e caminhadas, unindo a prática de atividade física a momentos de lazer em família. A pista, que conta com mais de 300m de distância em formato oval, é rodeada de quadras de areia e campo de grama, caixa de areia para prática de outras modalidades do atletismo, além de arquibancada e playground.
Outro espaço que recebe, todos os dias, milhares de pessoas, é a ciclovia da cidade. Aliás, não é apenas uma ciclovia: é a primeira da América Latina! A faixa contorna a região central, formando um trajeto de mais de 6km de distância. Há, ainda, diversos outros trechos de ciclovia, que seguem por bairros da cidade, ampliando as opções de espaços para pedaladas, corridas e caminhadas.
Quem gosta de esportes na areia também tem diversas opções em Campo Bom. Além das quadras anexas à pista de atletismo, já citadas anteriormente, há diversas outras espalhadas pela cidade, como no Parcão Arno Kunz, na Avenida dos Estados, além do Parque Sady Schmidt (o Novo Parcão), no Parque do CEI, ao lado do CTG Guapos do Itapuí, e muitas outras, nos bairros. Praticantes de esportes como vôlei de areia, beach tennis e futevôlei são usuários frequentes dos espaços.
Quando se trata de esportes indoor, Campo Bom também é referência. Não por acaso, a cidade conta com duas quadras com metragens oficiais de competições como futsal, handebol, vôlei, patinação e tantos outros, como é o exemplo do Ginásio Municipal Karl Heinz Kopittke e o Ginásio do Complexo do CEI. E os simpatizantes de esportes radicais também têm um local adequado para a prática. A pista de esportes radicais, localizada no Paque do CEI, foi reinaugurada há pouco mais de dois anos e recebe, diariamente, os praticantes de skate, patins e BMX.

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➡️ Sessões da Câmara de Vereadores, retornam hoje.

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A emancipação de Campo Bom foi resultado de um longo processo de organização comunitária e afirmação de sua importância econômica e social. Ainda como distrito de São Leopoldo, a localidade já demonstrava forte identidade própria e o desejo de conduzir de forma autônoma o seu desenvolvimento.
Esse movimento teve início em 12 de junho de 1953, com a criação da Comissão Social Amigos de Campo Bom, formada com o propósito de lutar por melhorias para a comunidade. Em 17 de agosto do mesmo ano, a comissão definiu sua primeira diretoria, elegendo Osmar Ermel como presidente e Armin Rudy Blos como secretário.

Em 8 de junho de 1957, foi oficialmente criada a Comissão Primária Pró-Emancipação, marcando uma nova etapa na mobilização local. Armin Blos e Octacílio Fauth foram indicados para representar o movimento junto à Assembleia Legislativa, em Porto Alegre, articulando a visita de deputados a Campo Bom. Essa visita foi celebrada em 28 de outubro de 1957, em um evento realizado na Sociedade Concórdia, atual Clube 15 de Novembro, que reuniu cerca de 150 pessoas. No mês seguinte, em 29 de novembro, o antigo Cinema Imperial, completamente lotado, foi palco da eleição legal da primeira Comissão de Emancipação.

O processo enfrentou obstáculos legais, já que a legislação exigia um mínimo de 12 mil habitantes, número não alcançado no censo de 1958. A solução veio por meio de um projeto do deputado estadual Victor Kroeff, que considerava a arrecadação estadual. Com uma economia pujante, sustentada principalmente pelas indústrias calçadistas e olarias, Campo Bom atendia aos critérios estabelecidos.
Assim, por meio da Lei nº 3.707, promulgada pelo governador Ildo Meneghetti em 31 de janeiro de 1959, Campo Bom conquistou sua emancipação. Nos meses seguintes, realizaram-se as primeiras eleições municipais, elegendo Adriano Dias e Evaldo Dreger para a prefeitura, além da formação da primeira Legislatura da história do município.

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Em entrevista exclusiva ao Jornal A Gazeta o prefeito Giovani Feltros fala de toda a sua emoção e alegria em administrar Campo Bom pela quarta vez.

Jornal A Gazeta: Nestes pouco mais de 12 anos de mandatos, o senhor comemora pela 13ª vez o aniversário de Campo Bom no cargo de prefeito. Qual o tamanho desta honraria?

Giovani Feltes: Ser prefeito de Campo Bom é, acima de tudo, uma grande honra e uma responsabilidade enorme. Sou alguém profundamente ligado à cidade, à sua história e às pessoas que aqui vivem. Ter exercido quatro mandatos é algo significativo, mas encaro essa trajetória não como um título, e sim como a missão de servir, gerir com seriedade e olhar crítico, cobrando de mim e da equipe resultados concretos. É um cargo que exige muito, mas que carrego com respeito, dedicação e um forte vínculo com a cidade que amo.

AG: O senhor nasceu pouco antes da emancipação de Campo Bom. Em que momento surgiu o desejo de um dia ser prefeito? Após a primeira eleição, imaginou retornar ao cargo outras vezes?

Giovani: Apesar de ter nascido oficialmente em São Leopoldo, minha vida, minha família e minha identidade são ligadas a Campo Bom. Curiosamente, nunca tive, inicialmente, o sonho de ser prefeito. Quando jovem, pensava mais na atuação legislativa, cheguei a sonhar em ser deputado assim que me filiei ao partido e construí minha trajetória política no MDB. A possibilidade de ser prefeito surgiu de forma natural, com o amadurecimento político e o crescimento da cidade. Lá na primeira vez, nunca imaginei exercer quatro mandatos, especialmente em um período em que não havia reeleição. Cada eleição foi resultado de construção política, diálogo e confiança da comunidade. Sempre cumpri integralmente meus mandatos e sigo com o mesmo compromisso até hoje.

ENTREVISTA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Na tarde deste domingo (1º), por volta das 17h20, um incêndio atingiu a parte externa do CTG Guapos do Itapuí. As causas do fogo ainda não foram identificadas.

De acordo com as informações apuradas no local, diversos materiais pertencentes ao CTG foram atingidos pelas chamas, incluindo parte do teto e algumas alegorias utilizadas pela entidade.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e atua no combate ao incêndio. Apesar dos danos materiais, não houve registro de feridos.

Imagens: Briane Colissi/ AG

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • A Rústica de Aniversário reuniu corredores de todas as idades na manhã deste domingo (1º), em Campo Bom, em um dia de clima favorável que celebrou o esporte, a saúde e a integração da comunidade. O evento fez parte da programação alusiva ao aniversário do município e contou com grande participação popular.

Na prova principal de 5 quilômetros, os campeões gerais foram:

Categoria Masculina:
1º Renan Gomes – 16min55s
2º Gian Rheinheimer – 17min03s
3º Ezequiel Hugentobler – 17min04s
4º Willian Diego Mello – 17min07s
5º Elisandro Araújo de Deus – 18min02s

Categoria Feminina:
1º Micheli Correia da Silva – 20min09s
2º Vanessa Land – 20min51s
3º Denise Michelsen – 21min
4º Natali S. M. Onofre – 21min52s
5º Daniela Oliveira – 22min03s

Os atletas campo-bonenses Renan Gomes e Vanessa Land tiveram destaque especial ao subir ao pódio, representando o município entre os melhores da competição.

A programação também contou com a tradicional Prova Kids, que levou alegria ao evento e incentivou desde cedo a prática esportiva entre crianças e famílias. A rústica reforçou o compromisso de Campo Bom com o incentivo ao esporte e à qualidade de vida da população.

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  • Na tarde de sábado (31), foi inaugurada a primeira obra do projeto Galeria a Céu Aberto. Intitulada “Ninho”, a criação do artista Bruno Schilling reúne elementos que remetem ao Rio dos Sinos, à ciclovia, à bicicleta, aos sapateiros, às olarias, à orquídea e ao sol, símbolos que representam a história e a energia do povo campo-bonense.

A solenidade contou com a presença de autoridades locais e dos artistas envolvidos. O projeto marca um novo capítulo para a cultura local e reforça Campo Bom como cidade pioneira nesse movimento.

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