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Venâncio, uma lenda do futebol campo-bonense

Redação / AG por Redação / AG
17 de fevereiro de 2023
em Esportes
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Venâncio, uma lenda do futebol campo-bonense

Angélica Spengler/AG

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“Quem é aquele senhorzinho ali no campo?”, alguns podem perguntar. “É o Venâncio!”, rapidamente alguém responde.

Muitos jogadores mirins que hoje treinam no Esporte Clube 15 de Novembro nunca viram o time profissional jogar, mas frequentam o gramado que reúne tantas histórias, assim como a velha alma que por lá permanece… ou simplesmente Roni Verruch, mais conhecido como Venâncio, de 70 anos.

A época de ouro do futebol profissional do 15 foi encerrada em 2008, mas, ao entrar no Estádio Sady Arnildo Schmidt, hoje se vê uma nova fase do clube. O campo é, grande parte do tempo, lotado de meninos fardados com uniformes verde e amarelo, sendo treinados.

E quem acompanha tudo de perto, há 10 anos, é o Venâncio que, no total, já treinou e assistiu mais de 20 mil jovens ao longo da vida. Aposentado, o morador do bairro Celeste, segue ativo. Desde a escolinha União de Jovens Campo-bonenses (UJC) até o 15 de Novembro, diversos nomes, como Marcelo Grohe e Mateus Claus, passaram por Roni.

“O Venâncio foi uma figura essencial na minha formação como atleta e pessoa”, expressa o campo-bonense e jogador do Bahia, Mateus Claus. “Como vim de uma família humilde e que não tínhamos condições de pagar as mensalidades, ele sempre deu um jeitinho de encontrar patrocinadores para cobrir esses gastos. Além da parte do futebol ele se tornou um amigo pessoal da família e uma pessoa das quais tenho maior carinho e respeito, por seu caráter ímpar. Assim como eu, ele participou diretamente na formação de milhares de garotos que tiveram o sonho de se tornar profissional do futebol, deixando assim também o legado dele, pois quem conhece o esporte na região conhece o Verruch, o nosso famoso Venâncio”, complementa.

Sob o olhar protetor dos pais

Há cinco anos, Rodrigo de Jesus e Joice de Souza, pais do hamburguense Vitor Emanuel, atleta da Sub-13 do clube, acompanham o filho nos treinos e, para eles, faltam adjetivos que expressam o tanto que o Venâncio significa para o filho e os colegas.

“O Venâncio é um patrimônio histórico aqui do clube”, brinca o pai. “Eu acho que ele representa muita coisa”, complementa a mãe. “Tanto os meninos tem um carinho enorme por ele, quanto ele tem uma dedicação especial sobre eles. Ele é um avôzão para todos eles e isso reflete muito na educação e desenvolvimento dos que passam por ele”.

Os pequenos frisam: “O véio é maravilhoso”

Conhecido por suas pegadinhas, os meninos se divertem ainda mais com Venâncio. “O véio é maravilhoso”, diz, um pouco envergonhado, o campo-bonense Leo, de 13 anos, que há sete anos joga no 15, atualmente como volante na categoria Sub-14. “Ele já estava aqui quando eu cheguei e já tava véio”, ri. “Mas ele está aí, sempre nos ajudando, nos incentivando e sempre fazendo brincadeiras com os guris do time”.

O volante recorda de uma brincadeira em questão, durante a Copa Cidade Verde, em Três Coroas, onde Venâncio recolheu todos os celulares do time, no alojamento, e os garotos colocaram todos para despertar de 15 em 15 minutos. “O véio desligava um, tocava outro, desligava um, tocava outro… ninguém dormiu”, brinca gargalhando.

Para o pequeno Pietro de Almeida, de 12 anos, o Venâncio é um cara que já tem 120 anos e é muito importante. “Para o time, ele sempre está disposto a ajudar e nos apoiar nos jogos. Para mim, eu espero que ele possa viver muitos e muitos mais anos aqui no 15”, expressa o jogador de Dois Irmãos que, há seis anos, tem o time como casa do coração.

Ao perguntar sobre alguma história do Venâncio, ele rapidamente colocou: “Eu posso contar uma pegadinha que ele fez?” e, é claro, que ele pôde. “O Lamba [técnico] estava tomando banho e o Venâncio encheu um balde de gelo e jogou nele. Aí, no outro dia, ele foi fazer de novo, mas o Lamba já estava esperando, daí ele deixou o chuveiro ligado – fingindo estar tomando banho – e ele, mais esperto, jogou um balde cheio de gelo por trás no Venâncio”, diz o capitão do Sub-13.

Para os colegas, uma lenda viva

Há oito anos, Alan Ferreira, de 32 anos, integra o corpo docente do Clube 15 de Novembro. Coincidentemente, antes de tornar-se professor, Alan foi aluno de ninguém menos que Venâncio. “Conheço ele do meio do futebol há muito tempo já. Inclusive, foi ele quem me ajudou a entrar aqui no 15, quando mandei meu currículo. Ele é uma pessoa única, que nunca mediu esforços pelos nossos meninos da escolinha.”

Ele relembra que, quando necessário, Venâncio até levava os alunos na garupa da bicicleta para jogos e treinos. “Hoje já não precisa mais tanto né, véio?”, ele brinca ao ver Venâncio se aproximar. “Eu sei que, com certeza, ele participou da vida de muitos e ajudou a formar bons cidadãos, não só craques do futebol. O importante é o que ele deixa para a sociedade”, finaliza Alan.

“Ele é um pai aqui dentro”, acrescenta o treinador Roger “Lamba” Lima, de 34 anos, que foi quem convidou Venâncio para acrescentar o Clube, já que antes treinava o time rival, o UJC. “Foi muito difícil, ainda lembro como se fosse hoje de nós sentados na sala conversando e tentando convencer ele para vir pra cá”, recorda. “Ele relutou muito, mas eu segui dizendo da importância e da diferença que ele faria se viesse pro 15, por toda a experiência dele”.

No fim, Venâncio se rende e hoje é, como Lamba havia previsto, uma das peças mais importantes do Clube. Ele é um facilitador, como foi descrito, pois ele dá apoio a todos, trazendo excelência para o trabalho dos demais colegas. “O material que vamos usar está sempre pronto, ele atende os meninos, corrige erros fora de campo, dá conselhos… Ele soluciona muitos problemas”, frisa Lamba. “Ele é um cara magnífico, com uma história incrível dentro do futebol, porém pouco conhecido na nossa cidade, por tudo que ele já fez”.

“Eu tive o privilégio de ser treinado por ele, mesmo que em um curto período de tempo. Hoje, tenho a honra de dividir vestiário, brincadeiras, conversas com ele e, principalmente conselhos”, diz Lamba emocionado, com lágrimas nos olhos.

“O Venâncio é um pai aqui dentro e, só de ver o sorriso e a motivação dele, nos motiva a seguir em frente sempre”, finaliza.

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  • O atleta campo-bonense Douglas Pinho conquistou, no último domingo (28), o título da prova de 8km da Megarace, realizada no Jockey Club, em Porto Alegre. A competição marcou a primeira edição do evento na capital gaúcha e reuniu mais de 400 participantes apenas na distância mais longa, considerada a principal da programação.

A Megarace é reconhecida como a maior corrida de obstáculos do Rio Grande do Sul e tem se consolidado como importante termômetro para atletas da modalidade OCR (Obstacle Course Racing), que combina corrida em trilha com a superação de desafios físicos e técnicos ao longo do percurso. Entre os competidores, estavam inclusive representantes da seleção brasileira que, semanas antes, haviam participado do Campeonato Pan-Americano, o que elevou ainda mais o nível da disputa.

Para Douglas, esta foi a nona participação em edições da Megarace, mas a primeira vez no lugar mais alto do pódio. Até então, seu melhor resultado havia sido um vice-campeonato, desempenho que, inclusive, garantiu sua classificação para o Pan-Americano da modalidade. “Quando comecei a disputar a categoria, vencer parecia algo muito distante. Agora consegui alcançar um objetivo que era quase impensável”, destacou o atleta.

A conquista, segundo ele, representa mais do que um resultado esportivo, funcionando como motivação para novos desafios. “Isso renova meu espírito esportivo e mostra que posso vislumbrar cenários ainda maiores. É seguir evoluindo e me dedicando cada vez mais aos treinamentos”, afirmou.

Recentemente, Douglas também representou o Brasil no Campeonato Sul-Americano de OCR, realizado na Bahia, onde competiu na categoria elite ao lado de cerca de 55 atletas de diferentes países da América Latina. A experiência, conforme relata, foi decisiva para seu desenvolvimento. “Foi uma virada de chave. Consegui identificar meus pontos fortes, como força e resistência, mas também percebi a necessidade de evoluir tecnicamente, especialmente em obstáculos suspensos mais complexos”, avaliou.

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Criado em 2009, em Campo Bom, o Projeto Criança Cidadã nasceu de uma inquietação simples: oferecer um caminho diferente para crianças em situação de vulnerabilidade social. Idealizado por André e Márcia Britto, o projeto começou de forma modesta, dentro da própria casa do casal, no bairro 25 de Julho, após perceberem que muitos jovens passavam o dia nas ruas, expostos a riscos como o envolvimento com drogas e a criminalidade.

Inspirados pela experiência de mais de duas décadas no movimento escoteiro, André e Márcia passaram a acolher crianças com atividades educativas e alimentação, estruturando, aos poucos, uma iniciativa que hoje se tornou referência. Dezessete anos depois, o projeto atende cerca de 1.600 crianças e adolescentes em diferentes regiões do Brasil e também no exterior, com unidades em Campo Bom, Novo Hamburgo, Ivoti, Panambi, Barretos – SP, Rio de Janeiro e Vitória da Conquista – BA, além de ações em Nova Deli – Índia, Huambo – Angola e Chiomio – Moçambique.

Mesmo com a expansão, o coração do projeto segue em Campo Bom, onde a estrutura foi recentemente ampliada. Em 2025, a instituição passou a contar com sede própria na Avenida Presidente Vargas, construída do zero, com acessibilidade e ambientes planejados para o desenvolvimento integral dos alunos. Antes disso, o projeto passou por espaços alugados e também por uma parceria junto ao Lar Colmeia.

No contraturno escolar, crianças e adolescentes de 6 a 15 anos participam das atividades por meio do Serviço de Fortalecimento de Vínculos e Convivência, que busca promover o desenvolvimento social, emocional e educacional. No local, são oferecidas oficinas esportivas, culturais e educacionais, como judô, balé, dança contemporânea, música, informática, inglês e espanhol, culinária, artes, ciências, atividades circenses e diversas modalidades esportivas. A estrutura do espaço conta ainda com playground, quadra poliesportiva e piscina aquecida, além de cozinha industrial para a prática das oficinas e refeitório.

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  • Em uma ação voltada ao cuidado com crianças em tratamento oncológico, o Lions Clube de Campo Bom, presidido por Leandro da Silva, uniu esforços com o Lions Clube Centro Novo Hamburgo e o Lions Clube Courocap para adquirir um veículo elétrico que foi oficialmente doado à AMO (Associação de Assistência em Oncologia).

O automóvel será destinado ao transporte de crianças de Campo Bom, Novo Hamburgo e demais municípios da região que realizam tratamentos contra o câncer. O serviço garantirá deslocamento diário, gratuito e seguro até hospitais e clínicas onde os pacientes passam por sessões de quimioterapia, radioterapia e exames médicos.

Além de reduzir os custos enfrentados pelas famílias, que muitas vezes precisam arcar com frequentes deslocamentos durante o tratamento, o veículo representa um importante reforço na proteção da saúde dos pacientes.

Segundo os organizadores da iniciativa, o transporte exclusivo evita que crianças com a imunidade comprometida devido ao tratamento fiquem expostas a vírus e bactérias presentes no transporte público, diminuindo os riscos de infecções durante esse período delicado.

A entrega do veículo reforça o compromisso dos Lions Clubes com ações de impacto social e evidencia a importância da atuação voluntária em parceria com entidades assistenciais. A iniciativa também fortalece o trabalho desenvolvido pela AMO no apoio a pacientes oncológicos e suas famílias, contribuindo para oferecer mais segurança, conforto e qualidade de vida durante o tratamento.

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  • Um projeto desenvolvido pela Turma 11 da Escola Municipal de Ensino Fundamental Borges de Medeiros está mobilizando estudantes, poder público e comunidade em torno de um tema de grande relevância social: a prevenção ao desaparecimento de crianças e adolescentes. Orientados pela professora Tamara Bissigo e pela auxiliar Vera Shaefer, os alunos realizaram uma ampla pesquisa sobre as causas do desaparecimento infantil e as formas de prevenção e proteção à infância.

Ao longo das atividades, a turma promoveu pesquisas, entrevistas, análise de dados estatísticos, elaboração de gráficos e ações educativas voltadas ao autocuidado e à segurança das crianças. O trabalho também abordou a importância de conhecer informações pessoais, identificar adultos de confiança e saber como agir em situações de risco.

Além do estudo sobre o tema, os estudantes pesquisaram a legislação brasileira relacionada à proteção da infância e às políticas públicas de enfrentamento ao desaparecimento infantil, compreendendo como esses instrumentos garantem os direitos de crianças e adolescentes.

Propostas chegaram à Câmara de Vereadores

Como resultado do projeto, os alunos elaboraram 10 propostas de ações voltadas ao município de Campo Bom, com foco na conscientização da população, fortalecimento das campanhas preventivas e ampliação da rede de proteção à infância.

As sugestões foram apresentadas ao vereador Jeferson Nunes, que levou as propostas para análise na Câmara de Vereadores. Após avaliação de viabilidade técnica e legal, cinco delas receberam parecer favorável e foram transformadas em indicações legislativas, passando a integrar os encaminhamentos oficiais do Legislativo Municipal.

A iniciativa demonstra como a participação das crianças pode contribuir para a construção de políticas públicas e reforça a importância da educação para o exercício da cidadania desde os primeiros anos escolares.

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  • EXCLUSIVO | ✍️ @mairanpacheco 
Se para a maioria de nós a Copa do Mundo é acompanhada pela televisão, para o campo-bonense Luis André Natus Júnior, 30 anos, o maior espetáculo do futebol ganhou som, cor e emoção ao vivo, diretamente dos Estados Unidos. Natural de Campo Bom e atualmente morando no Rio de Janeiro, ele viveu, pela primeira vez, aquilo que por muito tempo parecia distante: assistir a uma Copa do Mundo de dentro dos estádios e entre torcedores de todas as partes do planeta.
Coordenador comercial em uma grande varejista brasileira, Luis viu o sonho começar a se tornar realidade de forma inesperada. A viagem surgiu como premiação após vencer uma competição interna da empresa, que levou os melhores coordenadores para acompanhar um jogo da Seleção Brasileira em Miami. Mas o que já era especial ficou ainda maior: aproveitando o período de férias, ele decidiu estender a experiência e seguiu viagem até Nova York, mergulhando ainda mais no clima do Mundial.
A estreia não poderia ser diferente. No estádio, ele acompanhou de perto a goleada da Seleção Brasileira em cima da Escócia pelo placar de 3 a 0. O jogo ocorreu no último dia 24 de junho, no Hard Rock Stadium, em Miami. Já em Nova York, viveu outra faceta da Copa ao assistir à emocionante virada brasileira por 2 a 1 contra o Japão, após sair perdendo na etapa inicial. O placar garantiu a classificação do Brasil para as oitavas-de-final. Luis acompanhou a partida em uma fan fest, cercado por torcedores de diferentes nacionalidades, todos unidos pela paixão pelo futebol.
Mais do que os jogos, no entanto, o que tem marcado profundamente a experiência são os encontros. Em meio à multidão, Luis construiu amizades improváveis e especiais. Conversou, trocou histórias e celebrou o futebol com escoceses, japoneses e tantos outros torcedores que, mesmo vindos de culturas diferentes, compartilham o mesmo entusiasmo. “Essa troca de experiências e amizades entre as nações é algo marcante”, resume.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Campo Bom dará início a uma importante obra de drenagem urbana voltada ao combate dos alagamentos na Região 9. O investimento total será de R$ 4,3 milhões, sendo R$ 2,5 milhões provenientes do Governo do Estado, por meio do programa de prevenção a eventos climáticos, e cerca de R$ 1,8 milhão de recursos próprios da Prefeitura.

Nesta sexta-feira (3), o Estado realizou o pagamento da primeira parcela do repasse, no valor de R$ 833 mil. A partir da liberação, o município terá até 90 dias para realizar o processo licitatório que definirá a empresa responsável pela execução da obra.

A intervenção foi escolhida pelos moradores durante assembleia do Conselho Comunitário da Região 9. Após estudos técnicos da Secretaria Municipal de Obras, Planejamento e Serviços Urbanos, o projeto foi ampliado para atender toda a bacia de drenagem da região, e não apenas os pontos inicialmente indicados pela comunidade.

A obra prevê o reforço da drenagem pluvial da Rua Santa Maria, no trecho entre as ruas César Maurer e 24 de Agosto, abrangendo os bairros Gringos e Cohab Sul. Segundo a Prefeitura, além de aumentar a capacidade de escoamento da própria via, a intervenção também deverá reduzir os alagamentos registrados em trechos da Avenida Independência, das ruas Avelino Ritzel, César Maurer e em outras vias próximas.

O prefeito Giovani Feltes afirmou que o projeto representa um investimento estratégico em infraestrutura e prevenção, destacando que a iniciativa busca preparar o município para enfrentar eventos climáticos cada vez mais frequentes.

A secretária-geral de Governo, Beatriz Fagundes, ressaltou que a obra foi definida pela própria comunidade por meio do Conselho Comunitário, reforçando a participação popular na escolha dos investimentos públicos.

Já o secretário de Obras, Planejamento e Serviços Urbanos, Paulo Gomes, explicou que os estudos técnicos apontaram a necessidade de uma intervenção mais abrangente para ampliar a eficiência do sistema de drenagem e minimizar os impactos das chuvas intensas.

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