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Uma Sinfonia Diferente RS apresenta Musical Fé em Novo Hamburgo

Redação / AG por Redação / AG
10 de outubro de 2023
em Comunidade
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Uma Sinfonia Diferente RS apresenta Musical Fé em Novo Hamburgo
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Protagonizado por jovens e crianças com Autismo, o espetáculo será dia 15 de outubro, domingo, às 19h, no Teatro Feevale

Em sua 5ª edição e reunindo o maior número de participantes, Uma Sinfonia Diferente RS traz o tema FÉ para celebrar o encerramento do projeto no ano de 2023. Após um processo de nove meses de atendimento de musicoterapia em grupo para mais de 60 crianças e jovens com autismo, o Sinfonia realiza um espetáculo Musical Fé no dia 15 de outubro, às 19h, no Teatro Feevale (Universidade Feevale, RS-239, 2755 – Campus II, Novo Hamburgo). Os ingressos custam R$ 20,00 e podem ser adquiridos pelo site https://teatrofeevale.com.br/programacao/sinfonia.

No espetáculo, o público típico e atípico, poderá apreciar um roteiro idealizado especialmente para as características desta 5ª edição. “A proposta do tema do Musical é valorizar a força de vontade em buscar alternativas por mais qualidade de vida. A esperança, o amor. A Fé de cada um, este sentimento, que une as famílias do Sinfonia, seja qual for a sua crença, pois tratamos a fé como uma ferramenta pessoal para vencer as adversidades, buscar sabedoria e principalmente aprender a apreciar o processo e não somente o ponto final de chegada”, destaca Grazi Pires, Musicoterapeuta e Coordenadora do Projeto.

“Traremos ao público performances coletivas e individuais dos participantes do projeto que vem acompanhado de uma super banda de músicos profissionais que são voluntários do Projeto. Além disto, teremos convidados super especiais como a cantora e compositora Tati Portella e do artista autista e amigo do Sinfonia,  Ângelo Bandel Foreste”, afirma Dejeane Arruée que assina direção musical do Projeto. A atriz e diretora de teatro Deborah Finocchiaro, apoiadora do projeto desde 2019, integra a equipe do espetáculo assinando a orientação cênica, além de contribuir com o roteiro e ensaios dos voluntários para a grande noite e ser a mestra-de-cerimônia do Musical.

Sobem ao palco com performances AO VIVO mais de 50 crianças e jovens com Autismo, acompanhados por mais de 40 voluntários, 10 terapeutas e uma banda. A banda é formada por artistas voluntários e convidados que, anualmente, se dedicam a realizar o musical do projeto, que é uma realização socio cultural,  uma grande produção artistas e terapêutica. Uma sessão de musicoterapia aberta ao público, reunindo todas as familais participantes desta edição!

A Banda Sinfonia Diferente é formada por Dejeane Arruée (Direção Musical e Voz), Grazi Pires ( Direção Artística e Voz), Andreia Steinmentz (Vocais), Xandy Santos (Baixo), Lucky Alves (Bateria e Vocais), William Borba ( Guitarra e Vocais), Vicente Lenz (Saxofone) e Luis Dallastra ( Acordeon).  Serão apresentadas canções autorais, fruto de improvisos e composições das sessões de musicoterapia. A maioria destas canções são compostas pela musicoterapeuta e compositora Graziela Pires e os arranjos ficam por conta de Dejeane Arruée da dupla 50 Tons de Pretas e fundadoras da Pretas Produções, responsável pela realização da edição gaúcha do projeto.

O projeto do RS tem um formato diferenciado, pois atende ao Grupo de Pais com a coordenação da Psicóloga Mara Ritter. “O objetivo do grupo é acolher e dar suporte aos tutores e cuidadores,  desde a 1ª edição”, diz Mara Ritter – psicóloga e nutricionista. Outro diferencial é a constante pesquisa científica em torno dos benefícios da musicoterapia para as pessoas com autismo, projeto que é coordenado pela Doutora Psicóloga e Musicoterapeuta Marileya Vargas.

O Sinfonia Diferente RS 2023 está totalmente independente, sem verbas de editais de cultura, como já ocorreu em anos anteriores. O que garante a estrutura básica do projeto é o apoio dos voluntários (equipe e co-terapeutas) e dos parceiros com estrutura e serviços.

Todo o trabalho do projeto tem a musicoterapia como fio condutor e equipe técnica multidisciplinar.  As sessões de musicoterapia são focadas no desenvolvimento do grupo, sem deixar de considerar as características individuais de cada participante.

O projeto Uma Sinfonia Diferente trata-se de uma metodologia inovadora para trabalhar e desenvolver a linguagem e interação social das pessoas com Autismo. Foi criado em 2015 pela Musicoterapeuta Ana Carolina Steinkpopf, em Brasília e consiste em uma equipe técnica multidisciplinar liderada por um(a) Musicoterapeuta, com auxílio de voluntários que acompanham as crianças e jovens durante todas as sessões.

Equipe Técnica – Na equipe multidisciplinar, formada por profissionais voluntários, das áreas de Musicoterapia, Psicologia, Fonoaudiologia entre outras, se dedicam ao acompanhamento e execução das sessões. O grupo é responsável por pensar e discutir os objetivos terapêuticos do processo, além de assessorar os voluntários, atender as crianças e familiares.

FICHA TÉCNICA

Equipe Técnica Multidisciplinar – Uma Sinfonia Diferente RS

Graziela Pires – musicoterapeuta, especilaitsa em TEA

Dejeane Arruée – Licenciada em Música e multi instrumentista

Jaqueline Zuccari – Fonoaudióloga especialista em TEA

Mara Ritter – Mestre em psicologia e nutricionista

Marylea Vargas – Profa. Dra. psicóloga e musicoterapeuta

Marliese Christine Simador Godoflite – fonoaudióloga, psicopedagoga e diretora APAE Ivoti

Patrícia Scossi – Jornalista, gestora cultural e pós-graduanda em Musicoterapia

Selenir Kronbauer – Profa. mestre em teologia

Ana Carolina de Campos – Pedagoga, Mestrando em Educação. Integrante da equipe da AMAV – Associação dos Pais e Amigos dos Autistas de Viamão (RS)

Equipe de voluntárias

Alexsandra Amaral dos santos, Ana Carolina de Campos, Ana Júlia Hermes Schepp, Andrisa de Souza, Bianca Goulart dos Santos, Cesar Augusto Foss,Clarissa Helena Oliveira de Oliveira, Daiana de Souza Carravetta, Deise Bortolozo Pivoto, Elen Borghezan, Élen Schappo, Éliston Roger da Silva Federici, Fabiane Magalhaes Pereira, Fernanda da Silva Thumé, Giácomo de Carli da Silva, Iara Virgínia da Silva, Josaina Teresinha de Souza, Letícia Jorge dos Santos, Luana Rollof, Magali Gomes de Souza, Moema Reichert, Patricia Scossi

Banda dos Músicos Voluntários do Sinfonia

Andréia Steinmetz – voluntária da banda e das sessões de musicoterapia. Pós-graduanda de musicoterapia.

Vicente Raul Lenz – bacharel em música e saxofonista.

William Borba – licenciado em música e  guitarrista nas bandas @banda_cartel e @grantezuma e integrante da dupla lais e william @laisewilliamduo

Xande Santos – Músico profissional há mais de 30 anos. Guitarrista, tecladista, violonista, baixista, produtor musical, arranjador, professor de música.

Luiz Dalastra – acordeonista que acompanha diferentes bandas da região

Lucky Alves – Psicólogo, cantor e baterista da banda The Dogs

50 tons de Pretas

Graziela Pires é Musicoterapeuta, cantora, compositora, regente de corais, tradutora e intérprete de língua inglesa e professora.

Dejeane Arruée é Trombonitsa, cantora, percussionista e regente de bandas marciais e arte educadora.

Apoio Institucional ( cedência do local para atividades ao longo do projeto)

Faculdade IENH, Clínica Neurodiverso e Ibis Hotéis NH

AMA -NH -Associação de Pais Amigos Do Autista de Novo Hamburgo, Q 10 Saúde Clínica Integrada, Clínica Zuccari, Clínica IN, Clínica Consonar, Companhia de Solos e Bem Acompanhados, Fiel Produtora de Vídeo,Lual Eventos infantis, Guarita Pizzas, Pitutti Festas, Tempo e Som.

Apoio Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho

Realização: Pretas Produções  / 50 Tons de Pretas

Supervisão: Instituto Steinkopf

Participação especial

Cantora Tati Portella

Atriz Deborah Finocchiaro

Cantor Angelo Bandel Foreste

SERVIÇO

O QUE:  Sinfonia Diferente RS   – Novo Hamburgo

DATA:  15 de outubro

HORÁRIO:  19h   

LOCAL: Teatro Feevale (Universidade Feevale, RS-239, 2755 – Campus II, Novo Hamburgo).

INGRESSOS: R$ 20,00 e podem ser adquiridos pelo site https://teatrofeevale.com.br/programacao/sinfonia.

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  • Coluna: ✍️ @maurispengler 

Bodas de neve com muito calor e muito amor

Todos os anos, por esta época, na condição de colunista do Jornal A Gazeta tenho a agradável e por vezes difícil tarefa de parabenizar Campo Bom por sua emancipação ocorrida em 31 de janeiro de 1959, portanto há 67 anos. E, pasmem, a nossa cidade está comemorando Bodas de Neve. Fiz esta pequena introdução, para, pelo menos tentar demonstrar e ratificar o meu amor e meu agradecimento a esta cidade que tão bem me acolheu no ano de 1979 quando, em 8 de junho daquele ano, desci do “citralão”, na antiga rodoviária, vindo de São Sebastião do Caí, atraído que fui não apenas pelo amor a minha então namorada e há 46 anos minha esposa, mas também por muita esperança por novos desafios profissionais. E, neste quesito, assim como eu, milhares e milhares de pessoas também o fizeram. O meu primeiro emprego foi na empresa Reichert Calçados, quando fui contratado para administrar o Clube Reny, que foi construído pela empresa para lazer de seus funcionários. Lá, orgulhosamente trabalhei, por quase 10 anos, de onde só sai para fundar o Jornal A Gazeta.
Devo dizer que já tive a oportunidade e a honra de poder agradecer pessoalmente ao seu Ernani Reuter, meu primeiro e único patrão em Campo Bom, pela oportunidade que me foi dada naquele longínquo ano de 1979, que é onde toda a minha história de compromisso e de amor por esta cidade começou, quando tinha apenas 20 e poucos anos de idade. Se fiz esta narrativa de contar parte da minha história, foi com um único propósito, o de declarar publicamente o meu amor por Campo Bom e, se assim procedo sei também que estou representando outras milhares de pessoas que, assim como eu, de mãos quase vazias, migraram para cá com objetivos semelhantes; vir em busca de emprego e dignidade, o que praticamente não tínhamos nas cidades em que nascemos.
Obrigado, Campo Bom! Parabéns, minha querida cidade, que tão bem me acolheu.

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  • ENCARTE ESPECIAL | ✍ @mairanpacheco 

Berço de inúmeros talentos nas mais diversas modalidades esportivas, Campo Bom segue sendo exemplo no que diz respeito ao incentivo à prática de esportes. Um dos locais mais frequentados nos últimos tempos, a pista de atletismo é um grande exemplo. Diariamente, centenas de pessoas utilizam o espaço para corridas e caminhadas, unindo a prática de atividade física a momentos de lazer em família. A pista, que conta com mais de 300m de distância em formato oval, é rodeada de quadras de areia e campo de grama, caixa de areia para prática de outras modalidades do atletismo, além de arquibancada e playground.
Outro espaço que recebe, todos os dias, milhares de pessoas, é a ciclovia da cidade. Aliás, não é apenas uma ciclovia: é a primeira da América Latina! A faixa contorna a região central, formando um trajeto de mais de 6km de distância. Há, ainda, diversos outros trechos de ciclovia, que seguem por bairros da cidade, ampliando as opções de espaços para pedaladas, corridas e caminhadas.
Quem gosta de esportes na areia também tem diversas opções em Campo Bom. Além das quadras anexas à pista de atletismo, já citadas anteriormente, há diversas outras espalhadas pela cidade, como no Parcão Arno Kunz, na Avenida dos Estados, além do Parque Sady Schmidt (o Novo Parcão), no Parque do CEI, ao lado do CTG Guapos do Itapuí, e muitas outras, nos bairros. Praticantes de esportes como vôlei de areia, beach tennis e futevôlei são usuários frequentes dos espaços.
Quando se trata de esportes indoor, Campo Bom também é referência. Não por acaso, a cidade conta com duas quadras com metragens oficiais de competições como futsal, handebol, vôlei, patinação e tantos outros, como é o exemplo do Ginásio Municipal Karl Heinz Kopittke e o Ginásio do Complexo do CEI. E os simpatizantes de esportes radicais também têm um local adequado para a prática. A pista de esportes radicais, localizada no Paque do CEI, foi reinaugurada há pouco mais de dois anos e recebe, diariamente, os praticantes de skate, patins e BMX.

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  • AG CONTIGO | 02.02

➡️ Sessões da Câmara de Vereadores, retornam hoje.

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A emancipação de Campo Bom foi resultado de um longo processo de organização comunitária e afirmação de sua importância econômica e social. Ainda como distrito de São Leopoldo, a localidade já demonstrava forte identidade própria e o desejo de conduzir de forma autônoma o seu desenvolvimento.
Esse movimento teve início em 12 de junho de 1953, com a criação da Comissão Social Amigos de Campo Bom, formada com o propósito de lutar por melhorias para a comunidade. Em 17 de agosto do mesmo ano, a comissão definiu sua primeira diretoria, elegendo Osmar Ermel como presidente e Armin Rudy Blos como secretário.

Em 8 de junho de 1957, foi oficialmente criada a Comissão Primária Pró-Emancipação, marcando uma nova etapa na mobilização local. Armin Blos e Octacílio Fauth foram indicados para representar o movimento junto à Assembleia Legislativa, em Porto Alegre, articulando a visita de deputados a Campo Bom. Essa visita foi celebrada em 28 de outubro de 1957, em um evento realizado na Sociedade Concórdia, atual Clube 15 de Novembro, que reuniu cerca de 150 pessoas. No mês seguinte, em 29 de novembro, o antigo Cinema Imperial, completamente lotado, foi palco da eleição legal da primeira Comissão de Emancipação.

O processo enfrentou obstáculos legais, já que a legislação exigia um mínimo de 12 mil habitantes, número não alcançado no censo de 1958. A solução veio por meio de um projeto do deputado estadual Victor Kroeff, que considerava a arrecadação estadual. Com uma economia pujante, sustentada principalmente pelas indústrias calçadistas e olarias, Campo Bom atendia aos critérios estabelecidos.
Assim, por meio da Lei nº 3.707, promulgada pelo governador Ildo Meneghetti em 31 de janeiro de 1959, Campo Bom conquistou sua emancipação. Nos meses seguintes, realizaram-se as primeiras eleições municipais, elegendo Adriano Dias e Evaldo Dreger para a prefeitura, além da formação da primeira Legislatura da história do município.

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Em entrevista exclusiva ao Jornal A Gazeta o prefeito Giovani Feltros fala de toda a sua emoção e alegria em administrar Campo Bom pela quarta vez.

Jornal A Gazeta: Nestes pouco mais de 12 anos de mandatos, o senhor comemora pela 13ª vez o aniversário de Campo Bom no cargo de prefeito. Qual o tamanho desta honraria?

Giovani Feltes: Ser prefeito de Campo Bom é, acima de tudo, uma grande honra e uma responsabilidade enorme. Sou alguém profundamente ligado à cidade, à sua história e às pessoas que aqui vivem. Ter exercido quatro mandatos é algo significativo, mas encaro essa trajetória não como um título, e sim como a missão de servir, gerir com seriedade e olhar crítico, cobrando de mim e da equipe resultados concretos. É um cargo que exige muito, mas que carrego com respeito, dedicação e um forte vínculo com a cidade que amo.

AG: O senhor nasceu pouco antes da emancipação de Campo Bom. Em que momento surgiu o desejo de um dia ser prefeito? Após a primeira eleição, imaginou retornar ao cargo outras vezes?

Giovani: Apesar de ter nascido oficialmente em São Leopoldo, minha vida, minha família e minha identidade são ligadas a Campo Bom. Curiosamente, nunca tive, inicialmente, o sonho de ser prefeito. Quando jovem, pensava mais na atuação legislativa, cheguei a sonhar em ser deputado assim que me filiei ao partido e construí minha trajetória política no MDB. A possibilidade de ser prefeito surgiu de forma natural, com o amadurecimento político e o crescimento da cidade. Lá na primeira vez, nunca imaginei exercer quatro mandatos, especialmente em um período em que não havia reeleição. Cada eleição foi resultado de construção política, diálogo e confiança da comunidade. Sempre cumpri integralmente meus mandatos e sigo com o mesmo compromisso até hoje.

ENTREVISTA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Na tarde deste domingo (1º), por volta das 17h20, um incêndio atingiu a parte externa do CTG Guapos do Itapuí. As causas do fogo ainda não foram identificadas.

De acordo com as informações apuradas no local, diversos materiais pertencentes ao CTG foram atingidos pelas chamas, incluindo parte do teto e algumas alegorias utilizadas pela entidade.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e atua no combate ao incêndio. Apesar dos danos materiais, não houve registro de feridos.

Imagens: Briane Colissi/ AG

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • A Rústica de Aniversário reuniu corredores de todas as idades na manhã deste domingo (1º), em Campo Bom, em um dia de clima favorável que celebrou o esporte, a saúde e a integração da comunidade. O evento fez parte da programação alusiva ao aniversário do município e contou com grande participação popular.

Na prova principal de 5 quilômetros, os campeões gerais foram:

Categoria Masculina:
1º Renan Gomes – 16min55s
2º Gian Rheinheimer – 17min03s
3º Ezequiel Hugentobler – 17min04s
4º Willian Diego Mello – 17min07s
5º Elisandro Araújo de Deus – 18min02s

Categoria Feminina:
1º Micheli Correia da Silva – 20min09s
2º Vanessa Land – 20min51s
3º Denise Michelsen – 21min
4º Natali S. M. Onofre – 21min52s
5º Daniela Oliveira – 22min03s

Os atletas campo-bonenses Renan Gomes e Vanessa Land tiveram destaque especial ao subir ao pódio, representando o município entre os melhores da competição.

A programação também contou com a tradicional Prova Kids, que levou alegria ao evento e incentivou desde cedo a prática esportiva entre crianças e famílias. A rústica reforçou o compromisso de Campo Bom com o incentivo ao esporte e à qualidade de vida da população.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Na tarde de sábado (31), foi inaugurada a primeira obra do projeto Galeria a Céu Aberto. Intitulada “Ninho”, a criação do artista Bruno Schilling reúne elementos que remetem ao Rio dos Sinos, à ciclovia, à bicicleta, aos sapateiros, às olarias, à orquídea e ao sol, símbolos que representam a história e a energia do povo campo-bonense.

A solenidade contou com a presença de autoridades locais e dos artistas envolvidos. O projeto marca um novo capítulo para a cultura local e reforça Campo Bom como cidade pioneira nesse movimento.

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