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Três meses sem notícias de Maria de Fátima Silva Ávila

Redação / AG por Redação / AG
6 de junho de 2024
em Comunidade
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Desaparecimento de Maria de Fátima Silva: Mistério intriga autoridades e familiares
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Família enfrenta angústia e incertezas em busca de respostas sobre o paradeiro de idosa desaparecida

No dia 7 de março, Maria de Fátima Silva Ávila, de 72 anos, foi vista pela última vez. Luciana Silva Ávila Medeiros, sua filha, relata que visitou a mãe pela manhã no lar de idosos onde Maria residia. Maria, que sofria de esquizofrenia e depressão, estava aparentemente bem, apesar de apresentar hematomas no rosto. “Questionei sobre os hematomas, tanto o lar de idosos quanto a mãe falaram a mesma coisa, que ela tinha brigado com uma outra senhora”, conta Luciana.

Reações imediatas e primeiros relatos

A situação se complicou na tarde do mesmo dia. Luciana estava no trabalho quando recebeu uma ligação de Belomar, um dos responsáveis pelo lar, informando que sua mãe havia desaparecido entre 18 e 19 horas. “Ele diz que a Leilane, sua esposa, saiu e deixou o portão aberto”, recorda Luciana. Intrigada, ela se pergunta: “Como minha mãe iria desaparecer em tão pouco tempo e outra, aquele portão já esteve aberto mais vezes, por que ela não fugiu antes?” questiona.

A busca desesperada

Assim que souberam do desaparecimento, Luciana e seus irmãos iniciaram uma busca frenética. Chegaram ao local por volta das 20 horas e começaram a procurar nos arredores. “Minha irmã foi a Novo Hamburgo fazer o boletim de ocorrência no mesmo dia”, relata. Nos dias seguintes, a família se mobilizou, verificando câmeras de segurança, ligando para hospitais e albergues, e distribuindo panfletos nas cidades próximas.

Mobilização da comunidade e autoridades

A comunidade local também se uniu à causa. Amigos, conhecidos e até pessoas que a família conheceu durante as buscas se juntaram à procura. Os bombeiros foram acionados e utilizaram cães farejadores por cinco dias, mas não encontraram vestígios de Maria fora da área do lar. “Os cães não sentiam o cheiro da mãe a não ser dentro da área do lar”, explica Luciana.

Três meses de incerteza

Com o caso completando três meses sem solução, a angústia da família só aumenta. “Não sei o que aconteceu! Não tenho prova de nada, só agradeço muito à polícia que não pararam com as investigações e aos bombeiros que trabalharam incansavelmente”, diz Luciana. Apesar dos esforços, nenhuma pista concreta surgiu. A família continua a anunciar o desaparecimento nas redes sociais, jornais e com carros de som, mantendo a esperança de encontrar Maria.

O último contato

A última conversa de Luciana com sua mãe foi tranquila. “Ela estava bem, estava feliz. Realmente não sei o que aconteceu. Mas não vou descansar sem descobrir onde ela está”, afirma. Maria, que havia passado um mês e meio no lar, estava aparentemente adaptada e gostando do lugar.

A dor da incerteza

Luciana e sua família seguem na busca por respostas, enfrentando a dor da incerteza e o desafio de não saber o paradeiro de Maria. “Hoje continuo anunciando, pedindo pra polícia não desistir do caso, sei que estão trabalhando pois preciso de uma resposta. Não era fácil, a mãe sempre foi doente e precisou de alguém, mas quando veio da clínica psiquiátrica foi onde ela mais precisou e fui atrás de ajuda. Hoje estou aqui implorando ajuda pra encontrar ela, uma pista ao menos”, desabafa.

O apelo final

A família Ávila pede que qualquer informação sobre Maria seja imediatamente comunicada às autoridades. “Sei que estamos passando por momentos difíceis no nosso Rio Grande, mas minha luta não pode parar”, conclui Luciana, determinada a descobrir o que aconteceu com sua mãe. Três meses após o desaparecimento, a busca por Maria de Fátima Silva Ávila continua. A família e a comunidade seguem unidos, mantendo a esperança e a determinação de encontrar respostas para este mistério que ainda envolve o desaparecimento da idosa.

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  • EXCLUSIVO | ✍@mairanpacheco 

A tradicional Festa de São Cristóvão, padroeiro dos motoristas, chega à sua 51ª edição em Campo Bom neste domingo, 26 de julho.  A saída está marcada para as 7h30, na rótula que liga as avenidas Brasil e São Leopoldo com a rua 17 de Abril, no bairro Imigrante Norte. O trajeto percorre ruas da cidade até a Paróquia Cristo Rei, na Avenida dos Municípios, bairro Porto Blos. A carreata ocorre mesmo em caso de chuva, e todos podem participar, bastando chegar ao ponto de saída e integrar-se ao grupo. Ao chegar ao destino final, uma missa será celebrada em homenagem a São Cristóvão, na Paróquia Cristo Rei. Logo após, a festa contará com almoço ao meio-dia. No local, será servido meio frango acompanhado de saladas, maionese, aipim e arroz, ao valor de R$ 40. Para quem preferir levar, haverá opção com meio frango, repolho e pão, por R$ 35. Os cartões podem ser adquiridos na hora, mas a organização orienta a compra antecipada junto à secretaria ou membros do conselho, já que a quantidade será limitada.

Tradição que passa de geração em geração

Há cerca de três décadas, a Hofftur Viagens se faz presente na procissão. Desde a época do fundador da empresa, Seu Lário, a família faz questão de manter a tradição. Atualmente, a empresa é administrada pelos dois filhos dele, Alexandre e André Hoffmeister, e a neta, Danieli Hoffmeister, chegando, assim, à terceira geração.
Para a administração da empresa, a procissão representa fé, gratidão e o compromisso de pedir bênçãos para mais um ano de viagens. “Sempre foi uma forma de agradecer pela proteção nas estradas e homenagear os motoristas, que são parte essencial da nossa história”, destaca Danieli Hoffmeister.
Anualmente, a Hofftur mobiliza a frota de ônibus e vans da empresa para a procissão, valorizando o momento de união. “Mais do que participar de um desfile, é uma oportunidade de fortalecer os laços da equipe, valorizar quem está diariamente nas estradas e reforçar os valores da Hofftur: respeito, segurança, fé e trabalho em equipe”, finaliza Danieli.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br
  • Um cão da raça pitbull solto em via pública mobilizou o Corpo de Bombeiros Militar na noite desta sexta-feira (24), em Campo Bom. A ocorrência foi registrada por volta das 20h48, na Rua Helmuth Saenger, no bairro Santo Antônio.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o animal apresentava comportamento agressivo e oferecia risco à integridade física de pedestres e demais pessoas que circulavam pela região.

Ao chegar ao local, a guarnição realizou a avaliação da situação e, utilizando técnicas adequadas de contenção e equipamentos de segurança, conseguiu capturar o cão sem causar ferimentos ao animal, aos bombeiros ou à população.

Após a captura, o pitbull foi entregue à equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, responsável pelo transporte até um local apropriado, onde seriam adotadas as providências necessárias.

Conforme informado pelos bombeiros, moradores da região não reconheceram o animal como pertencente ao bairro e, até o momento da ocorrência, o tutor não havia sido localizado.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Celebrado neste sábado, 25 de julho, o Dia do Colono será marcado por uma programação especial em Campo Bom, valorizando o trabalho das famílias que cultivam a terra e abastecem a cidade com alimentos frescos e de qualidade. Na Feira do Agricultor, realizada semanalmente, a data ganha um significado ainda mais especial, reunindo produtores e comunidade em um momento de reconhecimento e confraternização.
Para celebrar, os feirantes prepararam uma ação diferenciada: ao longo da manhã, serão sorteadas cestas compostas por produtos comercializados no local. A iniciativa é fruto de uma parceria entre os próprios agricultores, que uniram esforços para presentear os clientes. A cada compra realizada, o consumidor recebe um cupom para preencher e participar do sorteio, que ocorrerá ao final da feira.
Atualmente, oito famílias integram a Feira do Agricultor de Campo Bom, oferecendo uma variedade de itens que vão desde frutas, verduras e embutidos até pães, queijos, iogurtes, plantas e flores. Entre os destaques está o tradicional pão de laranja, reconhecido como patrimônio imaterial do município por meio da Lei Municipal nº 4.191/2014, símbolo de uma herança cultural que atravessa gerações e preserva sabores típicos da região.
A feira acontece todos os sábados, das 6h30 às 11h, na Avenida dos Estados, 150, esquina com a Rua das Olimpíadas, consolidando-se como um importante espaço de comercialização direta entre produtores e consumidores, além de incentivo à agricultura familiar.

As comemorações seguem no domingo (26), com a participação dos agricultores familiares na tradicional Festa do Motorista. Mais de 15 famílias estão confirmadas na carreata, que contará ainda com o carro oficial da Emater/RS-Ascar e o trator da Patrulha Agrícola. O desfile percorrerá as ruas da cidade, e os produtores rurais sairão da EMEF Borges de Medeiros até a Paróquia Cristo Rei, no bairro Porto Blos, reunindo dezenas de veículos que representam a força e a importância da agricultura familiar em Campo Bom.

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  • O crescimento da corrida de rua em Campo Bom segue sendo refletido nos resultados conquistados pelos atletas da cidade. Desta vez, o destaque veio na Maratona New Balance Porto Alegre 2026, realizada no dia 12 de julho.
Representando Campo Bom na principal distância da competição, os maratonistas João Vitor Rosa, Rafael Marks e Márcio Garcia alcançaram tempos expressivos nos 42 quilômetros. João concluiu a prova em 2h49min40s, Rafael em 2h56min44s e Márcio em 2h56min59s. Com esses resultados, os três garantiram colocação entre os 300 melhores atletas da classificação geral, em meio a milhares de participantes. Além da conquista individual, o trio atingiu um marco bastante valorizado entre maratonistas: completar os 42 quilômetros em menos de três horas, desempenho conhecido como “sub-3”, considerado um importante parâmetro de excelência na modalidade. Para os atletas campo-bonenses, a participação na prova representou muito mais do que um resultado esportivo. João Vitor Rosa destaca que a preparação e a conclusão da maratona transformaram sua forma de enxergar os próprios limites. “Significou muito mais que uma corrida. Foi algo que me forjou e me moldou não como corredor, mas como pessoa. Mudou totalmente a forma como eu enxergo meu potencial em todos os âmbitos.” Já Rafael Marks comemorou a conquista da marca sub-3. “Significou um grande estágio e uma afirmação dentro da corrida, me consolidando como um corredor sub-3. Ser uma referência não só no esporte de Campo Bom, mas também em disciplina e constância é gratificante. O esporte nos possibilita isso, ser reconhecido pelos bons exemplos que damos às pessoas ao nosso redor.” Márcio Garcia ressaltou a realização pessoal de alcançar o objetivo e destacou a importância do grupo de treinamento. “Foi um sonho realizado correr uma maratona sub-3, ou seja, completar os 42 quilômetros abaixo de três horas. É algo muito significativo para quem corre por diversão e não é atleta profissional. Treinar com os amigos é sensacional, um incentivando o outro a evoluir. Isso acaba refletindo também na nossa vida pessoal. Fomos influenciados pelo Rafa a treinar e correr maratonas juntos.”

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  • EXCLUSIVO | A última semana foi marcada por extremos climáticos em Campo Bom. O município encerrou a semana passada com temperaturas históricas para o mês de julho e iniciou a atual semana sob monitoramento constante da Defesa Civil devido ao grande volume de chuva e à elevação do nível do Rio dos Sinos.
Dados da Estação Meteorológica de Campo Bom mostram que, entre os dias 16 e 19 de julho, a cidade registrou uma sequência inédita de calor para esta época do ano. Segundo o coordenador da estação, Nilson Wolff, foi a primeira vez, em 42 anos de medições, que Campo Bom teve quatro dias consecutivos com temperaturas máximas iguais ou superiores a 30°C.
O maior registro ocorreu no dia 17 de julho, quando os termômetros marcaram 34,3°C, a segunda maior temperatura já registrada para julho na série histórica, ficando atrás apenas dos 34,6°C registrados em 13 de julho de 1987.
Outro dado considerado excepcional foi a temperatura registrada durante a noite. Às 21h do dia 17, os termômetros ainda marcavam 29,4°C, configurando a noite mais quente do ano no município e superando o recorde anterior para o mesmo horário, registrado em 14 de janeiro, quando fazia 28,5°C.

Chuva intensa muda o cenário

Poucos dias após o calor recorde, o cenário mudou completamente. A partir de domingo, a chuva passou a atingir o município com intensidade, permanecendo ao longo de segunda e terça-feira. Na quarta e quinta-feira, as precipitações perderam força, mas o acumulado já alcançava 118 milímetros até o fechamento desta edição.
O grande volume de água provocou a elevação do nível do Rio dos Sinos, que atingiu até o momento 6,49 metros, mantendo equipes da Defesa Civil em monitoramento constante.
Em entrevista ao Jornal A Gazeta, o coordenador da Defesa Civil de Campo Bom, Jarbas Bilhar, afirmou que, apesar da elevação do rio, o risco de inundação para este fim de semana é considerado baixo. Segundo ele, a previsão é de que o Rio dos Sinos atinja aproximadamente 6,50 metros, permanecendo abaixo da cota de transbordamento e reduzindo a possibilidade de enchentes no município.

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  • EXCLUSIVO | ✍️ @mairanpacheco 

Campo Bom voltou a se destacar no cenário esportivo nacional com a conquista de importantes títulos no Campeonato Brasileiro de BMX, realizado nos dias 4 e 5 de julho, em Cuiabá (MT). Representando a Liga Campobonense de Bicicross, os atletas Bernardo Luís Frantz e Lucas Vidal da Silva subiram ao pódio e reforçaram a tradição do município como celeiro de talentos no bicicross.
Bernardo, que iniciou no esporte ainda aos 3 anos, na categoria pré-bike, acompanhando o pai e o irmão, construiu uma trajetória marcada por conquistas desde cedo. Campeão gaúcho aos 5, 6, 7 e 8 anos, o jovem atleta também já havia alcançado finais em competições nacionais. Em Cuiabá, ele brilhou mais uma vez: no dia 4, conquistou o título brasileiro na categoria cruiser 13/14 anos e, no dia seguinte, garantiu o vice-campeonato na categoria boys 14 anos, demonstrando consistência e alto nível técnico.
Já Lucas Vidal da Silva é um nome consolidado no BMX. Iniciou na escolinha da Liga Campobonense ainda com menos de 5 anos e, desde então, acumula uma trajetória de destaque. Campeão gaúcho pela primeira vez aos 7 anos, conquistou o primeiro título brasileiro aos 8. Agora, aos 15 anos, chegou ao tetracampeonato nacional, com títulos em 2019, 2022, 2023 e 2026, este último conquistado na categoria Boys 15 anos. Além disso, soma seis títulos estaduais e lidera o Campeonato Gaúcho deste ano, com participações também em competições fora do Estado e até internacionais, na Argentina.
As conquistas dos atletas evidenciam a força do BMX em Campo Bom, fruto de anos de incentivo, dedicação e trabalho coletivo. A Liga Campobonense de BMX segue sendo referência na formação de atletas e no desenvolvimento da modalidade, projetando o nome do município para todo o Brasil.

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  • A Brigada Militar prendeu, na tarde desta sexta-feira, um homem por tráfico de drogas em Campo Bom. A ação ocorreu após a corporação receber informações de que um veículo estaria sendo utilizado para realizar a modalidade conhecida como "tele-entrega de drogas". Com base nas denúncias, os policiais localizaram o automóvel e realizaram a abordagem na Avenida dos Municípios.
Durante a revista, os militares encontraram um tablete de maconha e diversas porções da droga já fracionadas e prontas para comercialização.

Segundo a Brigada Militar, o condutor, resistiu à prisão, sendo necessário o uso moderado da força para contê-lo.
Após a prisão, o suspeito foi encaminhado para exame de lesões e, na sequência, apresentado na Delegacia de Polícia de Campo Bom, juntamente com o entorpecente apreendido, para o registro da ocorrência e adoção das medidas legais cabíveis.

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  • AG CONTIGO | 24.07

Destaques da edição impressa 📰

➡️ Uma mochila, R$12 e a coragem para recomeçar;

➡️ Centenas de veículos celebram São Cristóvão em Campo Bom neste domingo;

➡️ Talentos de Campo Bom, dominam pódio no Brasileiro de BMX;

➡️ Campo-bonenses conquistam marca elite na NB42k Poa.

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