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Quando a solidariedade salva: a importância da doação de órgãos

Redação / AG por Redação / AG
6 de outubro de 2025
em Saúde
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Quando a solidariedade salva: a importância da doação de órgãos

Foto: Reprodução/Internet

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Por Mairan Pacheco

Setembro Verde é o mês de conscientização sobre a doação de órgãos. Mas você sabe como funciona esse processo e de que forma ele pode transformar vidas?

Em Campo Bom, assim como em todo o Brasil, a fila de espera por transplantes é única e nacional, sendo regulada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Isso significa que não há uma lista municipal, mas sim um cadastro unificado que organiza, de forma transparente, quem pode receber cada órgão de acordo com critérios técnicos e de compatibilidade. Atualmente, cerca de 78 mil pessoas aguardam por um transplante no Brasil.

Conforme o Registro Brasileiro de Transplantes (RBT) da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), em 2024, o Brasil registrou 6.966 transplantes, sendo 798 realizados de doador vivo e 6.168 de doador falecido. No mesmo ano, foram identificados 11.293 potenciais doadores, dos quais 3.096 se tornaram doadores efetivos. Isso significa que, de cada mil pessoas que faleceram, aproximadamente 14,5 poderiam ser doadoras em morte encefálica, e 2,6 efetivamente se tornaram doadoras.

No Hospital Lauro Reus, a doação de órgãos é acompanhada pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos (CIHDOTT), composta por uma equipe multidisciplinar responsável por acolher as famílias, prestar informações e orientar sobre a importância desse gesto de solidariedade. Essa mesma comissão também atua promovendo ações educativas e de conscientização junto à comunidade.

Um único doador pode beneficiar diversas pessoas, já que é possível doar até oito órgãos, entre eles coração, pulmões, rins, fígado, intestino, além de tecidos como córneas, pele e ossos. No último semestre, o Lauro Reus registrou duas captações de órgãos, números que reforçam a necessidade de ampliar a divulgação e o diálogo sobre o tema.

De acordo com a instituição, a chave para aumentar a conscientização é a informação clara e objetiva, aliada ao incentivo de conversas dentro das famílias. Afinal, são os familiares que precisam autorizar a doação. Quanto mais se fala sobre o assunto, maiores são as chances de salvar vidas e reduzir o tempo de espera de milhares de brasileiros que aguardam por um transplante.

“Retomei a minha vida”

Goreti

Em 2018, a campo-bonense Goreti da Silva recebeu uma nova oportunidade de viver. Diagnosticada com fibrose pulmonar idiopática (quando não é possível constatar a causa da doença) em 2008, ela conviveu com a enfermidade por 10 anos.

Os sintomas se agravaram a partir do segundo semestre de 2015, quando gestos simples como caminhar segurando o celular eram impossíveis, por demandar um esforço demasiado, a ponto de não conseguir respirar. Foi então que Goreti entrou para a fila de transplantes.

Em fevereiro de 2018, a tão esperada ligação: havia um órgão compatível disponível. Goreti destaca o momento como “uma supremacia da vida”. “Passei a viver, retomei a minha vida”, conta.

O testemunho de Goreti, hoje, serve de inspiração para conscientização. “Daqui não se leva nada, então por que não deixar algo que possa ajudar outras pessoas? Devemos avisar nossas famílias que seremos doadores de órgãos. Quando acontece uma fatalidade, os familiares devem pensar que o ente querido pode contribuir com a melhora de muitas outras pessoas”, ressalta, lembrando que doar órgãos é um gesto de amor, empatia e solidariedade.

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  • Um carro Ford Focus, de cor preta, pegou fogo na manhã desta terça-feira, por volta das 7h22, na Avenida dos Municípios, na entrada do bairro Vila Rica.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e atendeu a ocorrência, realizando o controle das chamas. No veículo havia apenas uma pessoa, um homem que conduzia o carro, e ninguém ficou ferido, conforme informações dos bombeiros. As causas do incêndio não foram informadas. O caso chamou a atenção de motoristas que passavam pelo local no início da manhã.

Imagens: Anderson/CBMRS

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Como parte da programação comemorativa dos 67 anos de Campo Bom, o projeto Festejando Campo Bom Verão promove, no dia 30 de janeiro, um espetáculo cultural gratuito para a comunidade. Às 20h, o Auditório Marlise Saueressig (Teatro do CEI) recebe a peça “Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario Quintana”, com a atriz Deborah Finocchiaro. A entrada será franca, por ordem de chegada, limitada à capacidade do teatro. A classificação é livre.

O espetáculo propõe uma imersão poética, lírica e bem-humorada na obra de Mario Quintana, reunindo poemas, textos e frases marcantes do autor. Em cena, Deborah Finocchiaro interpreta, canta e dá vida aos escritos do poeta, explorando tanto seu lado confessional quanto seu olhar crítico, irônico e provocador sobre a vida e a sociedade.

A montagem combina teatro, poesia, música e artes visuais, com o uso de projeções, criando uma experiência sensível e envolvente para públicos de todas as idades. Estreado em 2006, o espetáculo já percorreu diversos estados brasileiros, participou de festivais nacionais e internacionais e conquistou 17 prêmios, entre eles Melhor Espetáculo, Melhor Atriz, Direção e Júri Popular.

Após uma pausa de oito anos, a produção retoma sua trajetória em 2025. Com duração de 60 minutos, “Sobre Anjos & Grilos” reafirma a força da arte cênica como instrumento de reflexão e aproximação do público com a poesia.

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  • A Guarda Municipal de Campo Bom prendeu, na manhã de domingo (25), um homem por violência doméstica no bairro Porto Blos. A equipe foi acionada pela Central de Operações para atender uma ocorrência em andamento.

Ao chegar ao local, os agentes encontraram o agressor ainda na residência. A vítima apresentava um corte na região da orelha, provocado pela agressão.

Diante dos fatos, o autor foi conduzido à Delegacia de Polícia para os procedimentos legais, onde permaneceu detido.

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  • Na tarde de sábado (24), a Guarda Municipal de Campo Bom prendeu um homem por tráfico de drogas no bairro Rio Branco. A ação ocorreu durante patrulhamento preventivo em uma área já conhecida pela comercialização de entorpecentes.

Durante a ronda, os agentes visualizaram dois indivíduos em atitude suspeita e realizaram a abordagem. Na revista pessoal, com um dos suspeitos foram encontrados R$ 75,00 em dinheiro, três eppendorfs contendo substância análoga à cocaína e 19 buchas de substância análoga ao crack, todas embaladas e prontas para a venda.

O homem confessou estar comercializando os entorpecentes no local. O outro abordado informou ser usuário e que estava ali para adquirir a droga. Ambos foram encaminhados à Delegacia de Polícia para os procedimentos legais, onde o responsável pela venda permaneceu detido.

A Guarda Municipal de Campo Bom informou que segue atuando de forma permanente no combate ao tráfico de drogas e na promoção da segurança da comunidade. Denúncias podem ser feitas pelo telefone 153.

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  • A Guarda Municipal de Campo Bom prendeu, na noite de sexta-feira (23), um homem acusado de cometer violência psicológica contra a própria mãe, uma idosa, no bairro Metzler.

A ocorrência foi registrada após acionamento da Central de Operações, que informou sobre uma situação de agressão em uma residência da localidade. Ao chegar ao endereço, os agentes encontraram a vítima com escoriações pelo corpo e visivelmente abalada emocionalmente.

Segundo relato da idosa, ela já havia solicitado anteriormente uma medida protetiva contra o filho e vinha sofrendo episódios recorrentes de violência psicológica nos últimos dias.

Diante da situação constatada no local, o suspeito foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia, onde permaneceu à disposição da Justiça.

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  • AG CONTIGO | 26.01

➡️ Confira a programação completa do aniversário de Campo Bom neste sábado, 31.

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  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

A música foi o primeiro elo e segue sendo o alicerce da história de Bia Medeiros e Cristiano. Foi através dela que Karla Beatriz Medeiros Silva, 26 anos, e Leonardo Cristiano da Silva Wasem, 27, se encontraram, se reconheceram e decidiram caminhar juntos, na vida e nos palcos. Hoje, moradores de Campo Bom, o casal transforma sentimentos, sonhos e experiências em canções.

Cristiano é campo-bonense de nascimento. Bia, natural de Maceió (AL), chegou à cidade em junho de 2024, movida pelo amor, pela busca de novas oportunidades e pelo desejo de reconstruir laços familiares. Juntos, escolheram Campo Bom como cenário de um novo capítulo, carregando histórias diferentes, mas unidas pelo mesmo propósito: viver da música.

Bia canta desde a infância. Aos 7 anos, deu os primeiros passos no coral do SESC e, ainda jovem, passou a atuar profissionalmente, integrando bandas de destaque no Nordeste, como a Forrozão das Antigas. Cristiano também encontrou cedo na música um refúgio, tocando gaita ainda criança, mesmo dividindo o tempo com outra paixão, o handebol, no qual chegou a atuar profissionalmente por diversos clubes do país.

O encontro aconteceu de forma natural, entre mensagens nas redes sociais, conversas sobre música e encontros em shows. O relacionamento cresceu, assim como os desafios da vida adulta. Vieram o trabalho, as responsabilidades e, com eles, a decisão de pausar a carreira artística para viver o momento mais transformador de todos: a chegada do filho, o pequeno Cris.
Foi em Campo Bom que a música voltou a chamar mais alto. Incentivados pelo amigo de infância e hoje empresário Matheus Araújo, Bia e Cristiano decidiram retornar aos palcos, agora como dupla. Mais do que um projeto musical, nasceu uma parceria que carrega afeto, cumplicidade e verdade em cada apresentação.

LEIA A MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • MATÉRIA DE CAPA | ✍ @mairanpacheco 

O dia 17 de janeiro foi marcado por um dos maiores eventos esportivos do Rio Grande do Sul: a Travessia Torres-Tramandaí (TTT). Considerada uma das provas mais desafiadoras, a competição exige resistência extrema dos atletas, que enfrentam fortes ventos e o intenso calor do Litoral Norte gaúcho. A prova foi dividida em diferentes categorias: 84 km (ultramaratona), 42 km (maratona), 21 km (meia-maratona) e 8,3 km (5 milhas). 

Reforçando a tradição esportiva de Campo Bom, diversos atletas locais estiveram presentes na travessia. Mais do que simples participações, os campo-bonenses assumiram papel de destaque e alcançaram resultados expressivos, escrevendo seus nomes na história da 20ª TTT. A seguir, conheça alguns dos conterrâneos que brilharam em uma das provas mais emblemáticas do calendário esportivo gaúcho.

O jovem gari campo-bonense Renan Gomes se desafiou na primeira participação da Travessia Torres-Tramandaí e teve um desempenho extraordinário. Inscrito no percurso de 21km, Renan conquistou o 1º lugar geral.

Rodrigo Schröer percorreu, pela segunda vez,  os 84km e conquistou o 14º lugar geral masculino e a 5ª posição na categoria 30/39 anos.

Aos 57 anos, Osvaldo Paiva participou da prova pela 7ª vez. Percorrendo os 84km, ele conquistou o 2º lugar na categoria 50/59 anos.

Em 8h16, Daniel Pinto completou os 84km da ultramaratona da Travessia Torres-Tramandaí.

Daniela Oliveira, de 35 anos, percorreu os 42km, conquistando a 5ª colocação geral.

A comissária de voo Katielli Wetter, 28 anos, percorreu os 8,3km em sua primeira TTT.

Mariana Blos, 32 anos, participou da TTT pela primeira vez, percorrendo os 8,3km.

Lucas Jacobs, de 30 anos, encarou o desafio e completou os 8,3km em 44min20s. 

O grupo Ao Infinito e Além, composto por oito amigas que se uniram através do esporte, percorreu os 84km da prova, na modalidade revezamento. Geanine Weschenfelder (15.060km), Cristiane Queiroz (10.170km), Márcia Freitas (16.965km), Fernanda Pocahy (7.335km), Rayssa Meira (13.760km), Daiane Naatz (4.640km), Fernanda Araujo (8.160km) e Rafaela Finotti (8.300km).

LEIA A MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)

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