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Projeto Inclusão Digital: transformando vidas em Campo Bom

Redação / AG por Redação / AG
23 de fevereiro de 2024
em Comunidade
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Projeto Inclusão Digital: transformando vidas em Campo Bom
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Uma iniciativa voltada para o futuro e a igualdade de oportunidades

Lilian Corrêa Fontana, consultora sênior em Processos Organizacionais e de Tecnologia, lidera um projeto visionário na Associação Espírita Fonte de Luz.

Em uma sala de informática na Rua Aimoré, 86, em Campo Bom, um grupo de voluntários se reúne para mudar vidas. Este é o lar do Projeto Inclusão Digital, uma iniciativa que visa capacitar adolescentes carentes com habilidades essenciais para o mundo moderno.

Missão e objetivos claros

“Nosso objetivo é promover o desenvolvimento humano integral, capacitando jovens para o futuro”, afirma Lilian Corrêa Fontana, mentora do projeto. “Queremos construir não apenas habilidades tecnológicas, mas também princípios morais e propósitos para suas vidas”.

O projeto visa proporcionar acesso à tecnologia e à educação digital para adolescentes carentes da região. “Reconhecemos a importância da cidadania digital e seu papel no futuro do trabalho”, explica Lilian. “Nossa missão é garantir que esses jovens tenham as ferramentas necessárias para prosperar.”

Dando as ferramentas certas

Com uma equipe dedicada, composta por profissionais experientes como Gustavo Klaus, Felipe Pereira e Liesge Beatriz Alves Giacomello, o projeto oferece uma variedade de atividades e recursos para os participantes. “Queremos não apenas ensinar habilidades técnicas, mas também inspirar uma paixão pelo aprendizado”, diz Felipe Pereira, engenheiro de software envolvido no projeto.

As atividades vão desde cursos básicos de informática até programação e desenvolvimento de habilidades específicas. “Estamos comprometidos em fornecer um ambiente de aprendizado inclusivo e de apoio”, acrescenta Liesge Beatriz Alves Giacomello, psicóloga envolvida no projeto. “Queremos que esses jovens se sintam capacitados e confiantes em suas habilidades”.

Um olhar para o futuro

Apesar do foco nos adolescentes, o projeto reconhece o potencial de inclusão digital em todas as faixas etárias. “Embora atualmente nosso escopo seja limitado aos jovens, estamos abertos a expandir nosso alcance no futuro”, afirma Lilian. “A tecnologia não tem idade; todos merecem a oportunidade de aprender e crescer.”

Transformando vidas, um jovem de cada vez

O Projeto Inclusão Digital não é apenas sobre computadores e código; é sobre capacitar indivíduos e construir um futuro melhor para todos. Em uma era cada vez mais digital, iniciativas como essa são essenciais para garantir que ninguém seja deixado para trás.

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Celebrado em 1º de maio, o Dia do Trabalhador é mais do que uma data no calendário: é um convite à valorização de quem, com dedicação diária, constrói e movimenta a comunidade. Em Campo Bom, o trabalho sempre foi um dos pilares do desenvolvimento, presente nas mais diversas áreas; da indústria ao comércio, da educação aos serviços, do empreendedorismo às iniciativas que nascem dentro de casa.
A origem da data remete ao final do século XIX, a partir de mobilizações de trabalhadores por melhores condições de trabalho, especialmente a redução da jornada para oito horas diárias. O marco histórico foi a Revolta de Haymarket, nos Estados Unidos, que se tornou símbolo da luta por direitos trabalhistas em todo o mundo. Desde então, o 1º de maio passou a ser reconhecido internacionalmente como um dia de reflexão, memória e valorização da classe trabalhadora.
Parte dessa história passa, inevitavelmente, pela força da indústria calçadista. Por décadas, o setor do calçado foi a principal engrenagem econômica do município, responsável por gerar empregos, renda e oportunidades para milhares de famílias. Nas linhas de produção, homens e mulheres ajudaram a consolidar a identidade de uma cidade reconhecida pela sua capacidade produtiva e pelo espírito trabalhador de sua gente.
Hoje, mesmo diante das transformações do mercado e da diversificação das atividades econômicas, o legado permanece vivo. Novas profissões surgem, outras se reinventam, e o conhecimento se torna ferramenta essencial para acompanhar as mudanças. Ainda assim, o valor do trabalho segue o mesmo: dignificar, gerar pertencimento e impulsionar o crescimento coletivo.
Mais do que números ou setores, o trabalho aparece no cotidiano: na porta que abre cedo, na máquina que começa a rodar, no atendimento que acolhe, na ideia que vira sustento. É ele que conecta histórias, sustenta famílias e dá ritmo à cidade. Neste Dia do Trabalhador, o reconhecimento está na soma silenciosa de esforços que, todos os dias, fazem a cidade seguir em frente.

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➡️ 1º de maio: a força de quem faz Campo Bom acontecer;

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  • Que comecem os jogos ⛹️‍♀️🤾‍♂️🏃‍♀️⚽️🥋

#40olimpiadaestudantildecampobom

📷 Briane Colissi e Mairan Pacheco/AG
  • A 40ª Olimpíada Estudantil de Campo Bom teve sua abertura oficial na manhã desta quinta-feira (30), no Ginásio do CEI, marcando o início de mais uma edição do maior evento esportivo estudantil do município.

Com expectativa de mais de 9 mil inscrições ao longo do ano, a competição reúne estudantes das redes municipal, estadual e privada em diversas modalidades esportivas, promovendo integração, espírito esportivo e formação entre os jovens.

A cerimônia contou com o tradicional acendimento da pira olímpica e homenagens a pessoas que contribuíram para a história da Olimpíada ao longo de suas quatro décadas.

As disputas seguem até novembro, com encerramento e premiação dos destaques de cada categoria.

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  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 30 de Abril.

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A Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Amarelinha, no bairro Porto Blos, recebe mais de 130 crianças, desde o berçário até o pré-2, acolhendo os pequenos de 0 a 5 anos. É neste palco de desenvolvimento desde os primeiros passos que a escola se destaca por uma ideia que reúne literatura, representação e construção de cidadania: a Afroteca.

Idealizada em 2023, a Afroteca nasceu da reformulação da biblioteca escolar, com o intuito de ampliar os debates sobre questões étnico-raciais no ambiente educativo.

O projeto ganhou ainda mais força em 2025, motivado pelas discussões pedagógicas e pelas experiências relatadas pela professora do Projeto da Diversidade. A troca de ideias entre a equipe, somada ao entusiasmo geral, levou à criação de um espaço especial no saguão da escola. O local, que antes abrigava a Geladeira Literária, ação que permite o empréstimo de livros pela comunidade, passou a receber também obras que valorizam diferentes etnias, ampliando o acesso à diversidade cultural.

Além dos livros, a Afroteca reúne instrumentos, brinquedos, tecidos e outros materiais que conversam com as histórias disponíveis no acervo, proporcionando uma experiência sensorial e educativa. As obras não são exclusivas do público infantil, sendo acessíveis também aos adultos que frequentam o espaço.

A formação do acervo contou com sugestões vindas de cursos oferecidos pela Secretaria Municipal de Educação, além da participação de membros da escola em eventos como o projeto Descolonizando Saberes e o Simpósio de Educação Infantil, que trataram do tema em oficinas e palestras. Entre os critérios de seleção, destaca-se a valorização de autores negros, fortalecendo a representatividade nas histórias apresentadas às crianças.

Com uma proposta pedagógica focada na educação antirracista, o projeto vai além do cumprimento de regras e se integra à vida da escola.

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