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Maratona da vida: após vencer o câncer, atleta conquista pódio em prova desafiadora

Redação / AG por Redação / AG
18 de março de 2025
em Comunidade
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Maratona da vida: após vencer o câncer, atleta conquista pódio em prova desafiadora

Briane Colissi/AG

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Encarar uma maratona de 42 quilômetros já é um desafio para qualquer atleta. Mas, para Daniela Oliveira Rocha, 34 anos, casada e mãe de duas filhas, a corrida teve um significado ainda mais profundo. O esporte, que começou como uma forma de manter a saúde em dia, tornou-se sua principal ferramenta de superação.

A descoberta do câncer

Em janeiro de 2024, durante exames de rotina, Daniela descobriu um nódulo no seio. Inicialmente, parecia inofensivo, mas, quatro meses depois, ao realizar um autoexame, percebeu que o nódulo havia aumentado. Diante da mudança, buscou ajuda novamente e passou por uma biópsia, recebendo uma das notícias mais difíceis de sua vida: o diagnóstico de câncer de mama.
No início, a descoberta abalou a corredora, que precisou se afastar dos treinos para cuidar da saúde. No entanto, com o apoio da família e dos amigos, ela encontrou forças para enfrentar a realidade. “Quando saiu o resultado da biópsia, veio a notícia de que eu não precisaria passar por radioterapia nem quimioterapia. Optei direto pela cirurgia e removi as duas mamas”, conta Daniela.

A recuperação

Após a mastectomia, Daniela iniciou o processo de recuperação e retomada gradual das atividades. Durante as primeiras semanas, precisou usar drenos, o que a impedia de realizar qualquer esforço físico. Aos poucos, começou a retomar a rotina e, em setembro de 2024, apenas dois meses após a cirurgia, voltou com caminhadas.
“Eu não queria me entregar nem me abalar. Disse para mim mesma que meu propósito seria correr uma maratona. Pedi ajuda ao meu treinador e falei: ‘Quero voltar. Sei que não será fácil essa fase, mas quero essa maratona’. E ele topou. Esse foi um dos pilares que me ajudaram”, relembra.

A preparação para a maratona

Transformando a dor em determinação, Daniela iniciou a preparação para a maratona de 42 quilômetros que se propôs a correr como símbolo de sua superação. “Foi um ciclo de quatro meses. Eu já tinha experiência com a meia maratona de 21 quilômetros, mas essa seria minha primeira prova de 42 km, e ainda na areia! Foi um baita desafio e uma superação.”
Com uma rotina intensa de treinos, chegando a percorrer 70 quilômetros por semana, Daniela contou com o apoio dos amigos corredores para enfrentar o desafio. “Eles me apoiaram durante toda a preparação. No final, foi exaustivo, levei meu corpo ao limite, mas, ao mesmo tempo, era algo que eu precisava superar”, destaca.

Propósito alcançado

Daniela participou de uma das competições mais tradicionais do Rio Grande do Sul, a Travessia Torres-Tramandaí (TTT), uma ultramaratona de 84 km. No evento, percorreu a distância oficial da maratona, 42,195 km, completando a prova em 4 horas, 15 minutos e 59 segundos.
O feito se tornou ainda mais especial quando ela descobriu que havia conquistado o primeiro lugar na sua categoria (feminino de 30 a 39 anos) e o sexto lugar no geral feminino.

A vida daqui para frente

Para reduzir as chances de recorrência do câncer, Daniela precisará passar por um tratamento de cinco anos, utilizando medicações que bloqueiam a produção de hormônios.
“Atualmente, faço uso do Tamoxifeno, um medicamento indicado para o tratamento do câncer de mama. Meu oncologista foi direto comigo: ‘A única coisa que pode suprir essa mudança no seu corpo é a atividade física’. Então, decidi incorporar ainda mais o esporte na minha rotina para enfrentar esse período”, explica.
O tratamento impactou seu rendimento nos treinos, mas nada que a impedisse de seguir fazendo o que mais ama: correr.
Daniela encara essa fase com coragem e determinação. “Eu não desisti de mim. Poderia ter encontrado várias desculpas para não voltar aos treinos, mas encarei tudo como uma fase de superação, fazendo o que mais gosto: correr. Muitas mulheres jovens enfrentam o câncer de mama hoje. Se eu puder ser o incentivo para uma, já vai ajudar demais. Que sim, é difícil, mas dá para superar”, finaliza.

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  • AG CONTIGO | 13.02

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➡️ Negão agora tem um novo lar;

➡️ Antônia dá show no tradicionalismo e também na solidariedade;

➡️ O ano letivo inicia na próxima quarta-feira, com muita expectativa d a comunidade escolar.

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  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 13 de Fevereiro.

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➡️ Prefeitura realizará atualização do sistema que ficará indisponível entre os dias 14/02 a 22/02.

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  • EXPLOSÃO DE FOFURA 🥹🥰

Nesta sexta-feira, 13, o AG publica uma matéria especial, feita pela nossa jornalista @mairanpacheco , sobre a pequena Antônia Silveira Ritter, de apenas 5 anos, que brilhou no 36º Rodeio Internacional de Vacaria e, logo após subir ao pódio, decidiu cumprir uma promessa que emocionou a família e a comunidade.

Entre troféu, fé e empatia, a atitude da jovem campo-bonense ultrapassou as pistas e alcançou quem mais precisa. Uma história sobre determinação, valores e o poder de um gesto feito com o coração.

A matéria completa você confere na edição impressa desta sexta-feira. Não perca.

Vídeo por: @lente_e_cavalo / Ana Bueno

SAIBA MAIS: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • O aumento no número de acidentes envolvendo bugios-ruivos (Alouatta guariba), inclusive com mortes por eletrocussão, tem mobilizado moradores e ambientalistas do bairro Quatro Colônias Norte, em Campo Bom. Para enfrentar o problema, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, instalou passarelas aéreas em pontos considerados críticos para a travessia dos primatas.

No início desta semana, a Secretaria Municipal de Obras e Planejamento implantou duas estruturas com o objetivo de criar rotas seguras entre fragmentos de mata. As passarelas reduzem o risco de contato direto com a rede elétrica e contribuem para a preservação da espécie, que já enfrenta pressão crescente sobre seu habitat natural.

Entre 2018 e 2025, os registros de óbitos de bugios-ruivos cresceram de forma significativa no município, tendo a eletrocussão como principal causa. Somente em 2025, a Secretaria do Meio Ambiente recebeu cinco relatos de animais mortos após contato com a fiação. O problema é mais recorrente em áreas rurais, onde redes de média e alta tensão atravessam corredores naturais utilizados pelos primatas para deslocamento.

As ocorrências se intensificam durante o período reprodutivo. Nessa fase, as fêmeas ampliam sua área de circulação em busca de alimentos específicos, como flores e frutos, aumentando o risco de contato com cabos elétricos. Em diversos casos, elas morrem carregando seus filhotes, que acabam sofrendo queimaduras graves, mutilações ou também não resistem à descarga elétrica.

MATÉRIA COMPLETA: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • 🎬 Programação Cinema do CEI – 12/02 a 18/02 🍿
📍 Sala Bárbara Paz

🕑 14h – O Diário de Pilar | LIVRE | DURAÇÃO: 1H30MIN
Pilar é uma menina curiosa e cheia de imaginação que embarca em aventuras ao lado dos amigos Breno e Mai. Inspirado na obra de Flávia Lins e Silva, o filme convida o público a viajar por diferentes culturas e histórias, valorizando a amizade, o conhecimento e o encantamento pelo mundo.

🕟 16h30 – Destruição Final 2 | 14 ANOS | DURAÇÃO: 1H39MIN
Após os acontecimentos do primeiro filme, a ameaça de uma catástrofe global retorna ainda mais intensa. Enquanto forças da natureza avançam de forma implacável, um grupo de pessoas precisa lutar contra o tempo para salvar vidas e evitar a destruição total. Um longa de ação e suspense com cenas impactantes e muita tensão.

🕖 19h – O Agente Secreto | 16 ANOS | DURAÇÃO: 2H38MIN
Ambientado no Brasil dos anos 1970, o filme acompanha um homem envolvido em uma missão perigosa em meio a um cenário político marcado por perseguições e segredos. Com uma narrativa densa e envolvente, o longa mistura drama e suspense ao retratar escolhas difíceis em tempos de repressão.

🎟️ Ingressos:

Quarta e quinta-feira: R$ 6,00 (todas as sessões)

Sexta, sábado e domingo:
• Sessão das 14h – R$ 6,00
• Sessões das 16h30 e 19h – R$ 12,00
  • AG CONTIGO | 11.02

➡️ Vem aí o 46º Rodeio Nacional de Campo Bom.

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  • Enquanto o Rio Grande do Sul encerrou o mês de janeiro de 2026 com o registro de 11 feminicídios, número que evidencia a gravidade da violência contra a mulher no Estado , a realidade de Campo Bom também demanda atenção constante. 

Somente em janeiro, a Guarda Municipal de Campo Bom (GMCB) atendeu 10 ocorrências de violência doméstica e contra a mulher, das quais quatro resultaram em prisões em flagrante. Os números apontam para situações de risco que, se não interrompidas a tempo, podem evoluir para desfechos ainda mais graves, reforçando a importância da atuação rápida e preventiva das forças de segurança. De acordo com o secretário municipal de Segurança, Fernando Lehnen, apesar de nenhuma das ocorrências ter gerado solicitação formal de acompanhamento contínuo pela Patrulha Mulheres Protegidas, a Guarda mantém vigilância ativa nas regiões onde os casos foram registrados. “As guarnições trabalham com mapeamento das ocorrências, o que permite intensificar o patrulhamento nas proximidades. Além disso, os chamados pelo 153 envolvendo mulheres ameaçadas ou em situação de agressão são prioridade absoluta”, destaca. 

Na Polícia Civil, os atendimentos seguem protocolos legais rigorosos. Conforme explica o delegado Rodrigo Câmara, dados específicos sobre ocorrências e medidas protetivas não podem ser divulgados por envolverem informações sigilosas. A partir do registro da ocorrência, são adotadas todas as providências legais, incluindo investigações, pedidos de medidas protetivas e, nos casos mais graves, representações por prisões preventivas.  Além do Ligue 180, as mulheres podem procurar qualquer Delegacia de Polícia, acionar o 190 em situações de emergência, utilizar o 181 – Disque-Denúncia, o 197 ou a Delegacia Online da Mulher. “A violência não começa no feminicídio. Não é preciso esperar o pior para buscar ajuda”, reforça o delegado.

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