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Mais de 80% dos atendimentos da telemedicina foram concluídos em menos de 30 minutos

Redação / AG por Redação / AG
9 de julho de 2020
em Saúde
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Campo Bom lança serviço de Telemedicina
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Serviço oferecido pela Prefeitura de Campo Bom é pioneiro no Brasil a contar com retaguarda de hospital e entrou em operação na segunda-feira (dia 6)

Campo Bom deu início, na manhã da última segunda-feira (6), ao serviço de telemedicina. Nas primeiras 48 horas de funcionamento, 16 pessoas entraram em contato com o telefone 0800 da central de atendimento. O que motivou as ligações, em sua maioria, foram as chamadas “Dúvidas de Saúde”. Os pacientes queriam informações sobre o coronavírus, alterações respiratórias, possíveis dores que estivessem sentindo e o processo de agendamento de exames e consultas. A maioria dos casos foi resolvida no primeiro contato telefônico do paciente com o enfermeiro, sem necessidade de posterior atendimento médico.  Dos 16 atendimentos, 13 foram concluídos em menos de 30 minutos.

A depiladora Vera Lili Sell, moradora do Centro, foi a primeira paciente a precisar de uma análise médica mais aprofundada. Seguindo o protocolo de atendimento da Telemedicina Campo Bom, após passar pela triagem, a paciente foi direcionada a uma teleconsulta com médico vinculado ao Hospital Lauro Reus. “Entrei em contato com a telemedicina por causa de uma mancha no pescoço. O atendimento foi muito bom, achei que fosse uma picada de aranha, mas o médico pediu para que eu ficasse em observação e que se percebesse qualquer mudança, eu poderia entrar em contato novamente”, explica ela.

Pioneirismo no atendimento médico de ponta a ponta

A Telemedicina Campo Bom vai buscar manter atendimentos médicos para pacientes com doenças crônicas que, por receio de se contaminarem com o coronavírus, estão evitando as consultas nas unidades de saúde do Município. “Temos a realidade da telemedicina em Campo Bom. E mais: num molde pioneiro para todo o Brasil. O nosso serviço, além de prestar o atendimento telefônico e a possibilidade da videoconsulta, tem também a retaguarda do Hospital Lauro Reus, então, é um sistema completo”, disse o prefeito Luciano Orsi.

Para a secretária municipal da Saúde, Suzana Ambros Pereira, a telemedicina vem em um momento muito importante em que a Prefeitura trabalha constantemente para garantir que a comunidade não saia de casa se não for preciso. “Queremos que as pessoas procurem menos as unidades de saúde e realmente só procurem o hospital naqueles casos em que realmente houver necessidade. A telemedicina vem para preencher essa lacuna e esperamos que a população utilize bastante porque muitas dúvidas serão resolvidas ali, sem necessidade de deslocamento. Reforço que é um momento de isolamento social e domiciliar e de manter os cuidados de higiene”, lembra a secretária.

O serviço funciona 24 horas por dia todos os dias, sem limite no número de atendimentos. O estimado é que 30% da população recorra a esse serviço no primeiro mês. “Não queremos que as pessoas fiquem em casa e deixem a saúde de lado. Queremos que busquem atendimento de saúde com quem possa ajudá-las e salvar suas vidas”, comenta o diretor médico do Hospital Lauro Reus, Rafael França.

Como funciona

O paciente liga gratuitamente para o número 0800 772 8989 e é atendido por um enfermeiro supervisionado por médico. A partir do dia 13 de junho, também será possível entrar em contato com a telemedicina através de WhatsApp, com número que ainda será divulgado. É necessário se identificar, informar nome completo, CPF, data de nascimento e número do Cartão Nacional de Saúde (CNS) registrado em Campo Bom. Após a identificação, a pessoa deve descrever seus sintomas e, de acordo com seu relato, ela será incluída no protocolo correspondente, chamado de Desfecho, que é composto por quatro níveis.

Desfecho 1 Cidadão recebe atendimento e orientação de enfermeiro para autocuidado em casa e uma ligação de retorno em até 24 horas para verificação do estado de saúde. Atendimento concluído.

Desfecho 2 Caso tenham sido identificados pelo enfermeiro sintomas agudos ou crônicos o cidadão será direcionado para uma consulta por videochamada (que pode ser whatsapp, Skype, outras) em outra ligação que será feita por médico vinculado ao Hospital Lauro Reus. Se ele não possuir acesso à internet, será orientado a procurar atendimento presencial que pode ser em UBS ou Hospital, de acordo com o caso. Cidadão recebe ligação de retorno em até 24 horas para verificação do estado de saúde após consulta com o médico, seja por vídeo ou presencialmente. Atendimento concluído.

Desfecho 3 Caso sejam identificados pelo médico em videochamada sintomas graves e o cidadão será direcionado para a realização de uma consulta médica presencial no Hospital Lauro Reus. Paciente recebe ligação de retorno em até 24 horas após sua consulta no hospital para verificação do estado de saúde. Atendimento concluído.

Desfecho 4 Caso seja identificado pelo médico risco de morte do paciente. Haverá orientação a um acompanhante ou ao próprio paciente para que chame o Samu para levá-lo ao Hospital Lauro Reus onde receberá atendimento.

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  • AG CONTIGO | 17.05

➡️ Conferência Municipal de Saúde, acontece neste sábado, 20.

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  • Diante da previsão de queda acentuada nas temperaturas nos próximos dias, a Prefeitura de Campo Bom disponibilizará abrigo emergencial para pessoas em situação de rua nas noites desta terça-feira (16) e quarta-feira (17). O anúncio foi feito pelo secretário municipal de Desenvolvimento Social e Habitação, Gabriel Colissi.

A estrutura será instalada no Ginásio Municipal Karl Heinz Kopittke, onde serão oferecidos acolhimento, camas, cobertores, banho quente e refeições. A iniciativa busca garantir proteção e dignidade às pessoas em situação de vulnerabilidade durante o período de frio intenso.

A ação contará com o trabalho das equipes do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), que realizarão buscas ativas pelas ruas da cidade para orientar e encaminhar as pessoas em situação de rua ao abrigo.

A comunidade também poderá colaborar informando casos de pessoas que necessitem de acolhimento. Os contatos podem ser feitos junto à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Habitação ou à Guarda Municipal, pelo telefone 153.

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  • Uma mulher de aproximadamente 50 anos foi encaminhada ao Hospital Lauro Reus após se envolver em um acidente de trânsito na tarde desta terça-feira (16), em Campo Bom. O caso ocorreu por volta das 16h53, na Rua Pastor Frederico, no Centro da cidade.

Conforme o Corpo de Bombeiros Militar, a ocorrência foi registrada inicialmente como suspeita de vítima presa nas ferragens após o tombamento de um veículo. Ao chegarem ao local, os bombeiros encontraram a condutora já fora do automóvel, retirada por populares que prestaram auxílio logo após o acidente.

Segundo informações, a motorista apresentava sinais de confusão e relatou não se lembrar do que havia acontecido. A suspeita é de que ela tenha sofrido um mal súbito enquanto dirigia. O veículo acabou colidindo contra outro carro que estava no local e, na sequência, tombou.

Apesar da gravidade da ocorrência, a mulher não apresentava ferimentos aparentes. Os airbags laterais do automóvel foram acionados durante o acidente, contribuindo para a proteção da condutora.

A equipe dos bombeiros realizou a estabilização do veículo, que permanecia tombado e apresentava risco de movimentação, além da avaliação inicial da vítima e da imobilização cervical preventiva. Posteriormente, ela foi encaminhada ao Hospital Lauro Reus para avaliação médica.

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  • AG CONTIGO | 16.06

➡️ UBS Paulista terá atendimento pediátrico noturno.

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  • COLUNA | ✍ @allandyegopimentel 

A recente decisão do Supremo Tribunal Federal, proferida na última semana, analisou um dos temas mais relevantes da Previdência Social nos últimos anos: a aposentadoria especial. Para quem não está familiarizado com o assunto, trata-se do benefício destinado aos trabalhadores expostos, durante sua vida profissional, a condições que colocam em risco sua saúde ou sua integridade física.
Em uma votação apertada, o STF declarou a inconstitucionalidade da exigência de idade mínima criada pela Reforma da Previdência de 2019. Uma exigência que, desde o início, foi alvo de inúmeras críticas por contrariar a própria finalidade do benefício.

Afinal, essa espécie de aposentadoria não surgiu como privilégio, mas sim como um verdadeiro instrumento de proteção ao trabalhador. Seu objetivo nunca foi apenas reconhecer determinado tempo de serviço, mas evitar que pessoas submetidas a agentes nocivos permanecessem expostas por períodos excessivos e sofressem prejuízos significativos à sua saúde e à sua qualidade de vida. Estamos falando de trabalhadores que convivem diariamente com ruídos intensos, produtos químicos, agentes biológicos e outras condições capazes de comprometer sua saúde ao longo dos anos.

Com a Reforma da Previdência de 2019, além do tempo mínimo de exposição, passou-se a exigir também uma idade mínima para a obtenção do benefício. Na prática, isso significava que muitos trabalhadores, mesmo após completarem os 15, 20 ou 25 anos de atividade especial exigidos pela legislação, precisavam continuar trabalhando em ambientes insalubres até atingir a idade necessária para se aposentar.
Foi justamente esse ponto que levou a questão ao Supremo. Para a maioria dos ministros, a exigência de idade mínima esvaziava a lógica protetiva da aposentadoria especial. Se o benefício existe para limitar a exposição a agentes nocivos, obrigar o trabalhador a permanecer por mais tempo nessas condições significava, em muitos casos, prolongar justamente o risco que a própria legislação busca evitar.

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Nos últimos anos, o câncer de intestino tem chamado cada vez mais atenção da população e dos profissionais de saúde. Considerado um dos tipos de câncer mais frequentes no mundo, ele desperta dúvidas, preocupações e, infelizmente, também muitos mitos relacionados à alimentação.
É comum encontrar informações que prometem prevenir ou até curar o câncer por meio de alimentos específicos, dietas restritivas ou receitas milagrosas. No entanto, a ciência nos mostra uma realidade diferente: não existe um único alimento responsável pelo surgimento ou pela cura do câncer de intestino. O que realmente influencia o risco da doença é o conjunto de hábitos que cultivamos ao longo da vida.
A alimentação tem um papel importante na prevenção porque o intestino está em contato direto com tudo o que consumimos. Dietas ricas em frutas, verduras, legumes, feijões, lentilhas e cereais integrais fornecem fibras e diversos compostos naturais que ajudam a manter o intestino saudável. As fibras, por exemplo, auxiliam no funcionamento intestinal e contribuem para o equilíbrio da microbiota, conjunto de microrganismos que habita nosso intestino e participa ativamente da saúde do organismo.

Por outro lado, estudos apontam que o consumo frequente de carnes processadas, como salsicha, linguiça, presunto, salame e bacon, está associado a um aumento do risco para câncer colorretal. Isso não significa que uma pessoa desenvolverá a doença por consumir esses alimentos ocasionalmente, mas reforça a importância da moderação e da construção de hábitos alimentares equilibrados.
Também é importante esclarecer que não existem alimentos milagrosos com capacidade comprovada de prevenir ou curar o câncer. Alho, cúrcuma, chás, sucos verdes e outros alimentos podem fazer parte de uma alimentação saudável, mas não substituem exames preventivos, acompanhamento médico ou tratamentos indicados pelos profissionais de saúde.

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  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Uma trajetória que começou em Campo Bom e atravessou continentes ganhou, em 2026, um capítulo inesquecível: a campo-bonense Camila Blos está entre os profissionais que participaram da produção do curta-metragem “A menina que chorava pérolas”, vencedor do Oscar na categoria de Melhor Curta-Metragem de Animação.

Radicada no Canadá desde 2001, Camila construiu uma carreira sólida nos bastidores do audiovisual. Ela se mudou para Montreal para estudar Administração de Empresas, após já ter realizado intercâmbio na França. Foi no país norte-americano que descobriu sua vocação para o cinema, iniciando de forma discreta em uma produtora especializada em documentários sobre povos indígenas. A partir dali, não parou mais.

Com passagens por diferentes produtoras e pela CBC, rádio pública do Canadá, Camila chegou à National Film Board (NFB), uma das instituições mais respeitadas do mundo na produção de documentários e animações, com mais de 80 anos de história e reconhecida por preservar a cultura e a memória canadense por meio do audiovisual.

No filme premiado, Camila atuou como coordenadora de produção, sendo responsável por áreas fundamentais como organização de filmagens, contratos, pagamentos, gravações de voz e toda a estrutura administrativa que permite que uma obra saia do papel. “Quando o cineasta chega com a ideia, a gente faz acontecer”, resume.

O curta “A menina que chorava pérolas” tem 17 minutos de duração e utiliza a técnica de stop motion, um processo artesanal em que marionetes são fotografadas quadro a quadro para criar movimento. O nível de detalhamento é tão alto que, em um bom dia de trabalho, a equipe consegue produzir cerca de dois segundos de animação.

A história acompanha um menino que observa, pela fresta da parede, a vida de sua vizinha, uma menina que, ao chorar, transforma lágrimas em pérolas, em meio a um ambiente marcado pela violência da madrasta. A narrativa delicada aborda temas como o primeiro amor, o encantamento e a sensibilidade diante do sofrimento alheio.

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