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Hospital realiza primeira sessão de equoterapia, projeto pioneiro no Estado

Redação / AG por Redação / AG
1 de outubro de 2019
em Saúde
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Hospital realiza primeira sessão de equoterapia, projeto pioneiro no Estado
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A manhã de terça-feira, 24, entrou para a história do Hospital Dr. Lauro Reus de Campo Bom, por ser a primeira vez que uma casa de saúde gaúcha recebeu uma sessão de equoterapia. A inciativa, única no estado do Rio Grande do Sul, e, uma das primeiras do Brasil em instituições hospitalares, ocorreu em parceria com o Centro Hípico Manège Metzler.

Internos e seus acompanhantes foram convidados a irem até o estacionamento do HLR e com o auxílio das equipes médicas e do instrutor de equitação Gustavo Xavier conheceram a égua de 13 anos Ofélia, treinada e preparada para este tipo de ação. “Apesar de ser um animal robusto, o cavalo é um animal sensível. Capaz de identificar facialmente como deve se portar, respeitando as limitações dos pacientes”, afirmou Xavier.

A equoterapia proporciona verdadeiros ganhos à saúde física e emocional de seus praticantes. É uma terapia que tem o cavalo como aliado no tratamento de reabilitações diversas, como o autismo, favorecendo ganhos como a melhora do equilíbrio, da postura e o desenvolvimento da coordenação motora, além de facilitar a integração social e desenvolvimento da autonomia, “questões muito importantes no desenvolvimento de nós humanos”, de acordo com a psicóloga e coordenadora do projeto #terapiacomamorHLR, Fernanda Vanzella. Conforme a médica, a intensão é ir além da equoterapia, trazendo também os pets de pequeno porte para dentro da casa de saúde. “Posteriormente, conforme for a aceitação dos pacientes, pretendemos implantar também, como uma opção a pet terapia”, revela.

Ainda segundo Fernanda, a terapia melhora o equilíbrio e a postura, ajuda na coordenação motora, aumenta a força muscular, ajuda na interação social, na autoestima e na afetividade. Durante uma sessão de 30 minutos, o cavalo consegue fazer movimentos tridimensionais e possibilita mais de 9 mil ajustes musculares e tônicos. De acordo com Xavier, a prática traz muitos benefícios mas, especialmente, no desempenho psicomotor, na fala e sociabilidade. “Praticamente inexistem contraindicações. E esse tipo de benefício, com apoio de um animal, apenas o cavalo proporciona”, destaca.

Humanização

A responsável técnica do Hospital Dr. Lauro Reus, Inajara de Oliveira Abreu, explica que esse é um projeto em que o hospital busca o fator da humanização. Ela lembra que, em 2017/2018 sessões experimentais de cão terapia foram realizadas na casa de saúde. “Nós estamos buscando cada vez mais tornar o período de internação menos exaustivo, penoso, tanto para os pacientes como para as famílias que os acompanham. E a equoterapia proporciona momentos de distração e felicidade, o que consequentemente irá contribuir para a alta hospitalar o mais breve possível”, afirma a responsável técnica.

Cerca de sete pacientes participaram da primeira sessão do #terapiacomamorHLR, entre eles a aposentada Iolanda dos Santos, que está internada há cerca de 14 dias. “Achei maravilhoso, minha família tinha um cavalo há anos atrás e sempre gostei. Agora, receber uma visita desta aqui no hospital foi uma grata surpresa”, comenta.

Já Djuliana Marques do Santos, que acompanhava a irmã Luana, de 23 anos, portadora de paralisia cerebral, a sessão de equoterapia mudou o ambiente pesado do hospital. “Eu gostei muito e a Lu também, dá pra ver que ela chamava o cavalo para perto dela”, revela.

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  • A Brigada Militar de Campo Bom recebe uma nova viatura para reforçar o policiamento e ampliar a capacidade de atendimento à comunidade. Trata-se de um Toyota Corolla Cross semi-blindado, que passa a integrar a frota utilizada nas atividades operacionais da corporação no município.

A aquisição do veículo é viabilizada com o apoio de empresários da região, que destinam até 5% do ICMS devido ao Estado para investimentos na segurança pública. O repasse ocorre por meio de programas de incentivo que permitem a aplicação desses recursos na compra de equipamentos, viaturas e armamentos para as forças de segurança.

A iniciativa demonstra o compromisso do setor empresarial com a segurança da comunidade e fortalece a parceria entre sociedade civil e instituições públicas. Cada empresário participante tem papel fundamental para que a conquista se torne realidade, contribuindo diretamente para melhorar as condições de trabalho dos policiais e ampliar a presença da Brigada Militar nas ruas de Campo Bom.

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  • Tradição, cultura e identidade gaúcha marcaram a noite desta quarta-feira (04) na abertura oficial do 46° Rodeio Nacional de Campo Bom 🤠

A solenidade, realizada no Parque do Trabalhador, reuniu autoridades, entidades tradicionalistas e a comunidade para dar início a um dos eventos mais aguardados do calendário do município.

A programação contou com apresentações das invernadas pré-mirim, mirim e juvenil do CTG M’Bororé, emocionando o público com talento e preservação das raízes culturais.

Encerrando a noite, a cantora Shana Muller subiu ao palco e levou ainda mais brilho à celebração.

O evento segue até domingo, dia 08, com entrada gratuita, no Parque do Trabalhador, com uma programação especial para toda a comunidade.

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O campo-bonense Paulo Vinicius Spengler, técnico de Enfermagem e acadêmico formando em Enfermagem pela Anhanguera Educacional UNIDERP, assina um artigo que coloca em pauta um tema estratégico para a saúde pública brasileira: a formação de adolescentes para atuação em emergências tempo-dependentes. Com 21 anos de experiência em emergência intra e pré-hospitalar, além de pós-graduação em Urgência e Emergência e UTI Adulto, ele defende a inclusão do Suporte Básico de Vida (SBV) no currículo do Ensino Médio.

Intitulado “Formação estratégica: a importância do treinamento de adolescentes para respostas rápidas em emergências tempo-dependentes”, o artigo destaca que situações como parada cardiorrespiratória, engasgos, traumas graves e perda súbita de consciência exigem intervenção imediata. Segundo o autor, os primeiros minutos são determinantes para a sobrevivência e para a redução de sequelas neurológicas irreversíveis.

No texto, o profissional argumenta que o SBV reúne ações simples e eficazes, como reconhecimento precoce da emergência, acionamento correto do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), realização de compressões torácicas e uso do desfibrilador externo automático (DEA), que podem ser executadas por pessoas treinadas, mesmo sem formação na área da saúde. Para ele, a lacuna entre o momento do colapso da vítima e a chegada do atendimento especializado ainda é um dos principais desafios para a redução da mortalidade extra-hospitalar no Brasil.

Paulo também ressalta o papel estratégico da escola como espaço de socialização e construção de valores. De acordo com o artigo, adolescentes possuem capacidade cognitiva e habilidade prática suficientes para aprender e executar manobras básicas de atendimento, além de apresentarem alto potencial multiplicador, compartilhando o conhecimento com familiares e a comunidade.

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As Eleições 2026 estão se aproximando e, como é de conhecimento da grande maioria dos campo-bonenses, teremos pelo menos um representante de Campo Bom em busca de uma vaga na Assembleia Legislativa. O ex-prefeito Luciano Orsi (PDT), que governou a cidade entre 2017 e 2024, lança oficialmente sua pré-candidatura a deputado estadual no dia 12 de março. Nesta matéria, trouxemos as expectativas de Luciano para a campanha e objetivos em caso de vitória nas urnas, em outubro.

Jornal A Gazeta: O que o motiva a disputar uma vaga na Assembleia Legislativa?

Luciano Orsi: O que me motiva é ampliar para toda a região o que fizemos em Campo Bom. Na Assembleia, são trabalhados temas estaduais, mas o objetivo principal é cuidar dos interesses do Vale do Sinos e da Grande Porto Alegre especialmente. Uma coisa que já fiz como presidente da Famurs em momentos difíceis e delicados. Então eu sei o quanto um trabalho junto ao governo do Estado, junto à Assembleia Legislativa, de articulação, de liberação de pendências, de busca de programas para beneficiar a nossa região é importante. Trabalhar nesse sentido é o meu objetivo e acredito que, por tudo que eu já passei na minha vida, tanto privada, quanto pública, eu esteja preparado para dar essa contribuição para minha região e para o meu Estado.

AG: Dadas as diferenças entre Executivo e Legislativo, como você espera contribuir, se eleito, como deputado?

Luciano: São poderes diferentes, atribuições diferentes, mas elas são complementares. Nós temos uma grande experiência como Executivo Municipal, graças a Deus bem-sucedida, e acho que isso facilita muito. Por isso, nós precisamos ter mais representantes que entendam das nossas necessidades, que entendam como as coisas funcionam nos municípios, as nossas matrizes econômicas, as nossas forças, nossos pontos positivos, mas também as ameaças que sofremos, e poder trabalhar no sentido de fortalecer toda a região.

LEIA A ENTREVISTA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)

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