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Feevale Techpark comemora 20 anos de olho no futuro

Redação / AG por Redação / AG
13 de dezembro de 2024
em Educação
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Feevale Techpark comemora 20 anos de olho no futuro
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No evento que celebrou duas décadas de inovação, parque tecnológico da Universidade Feevale anunciou novidades para 2025

Na comemoração aos seus 20 anos, o Feevale Techpark, parque tecnológico da Universidade Feevale, relembrou duas décadas de muitas conquistas nas áreas do empreendedorismo e da inovação e anunciou muitas novidades para 2025 – entre as quais o lançamento de um novo condomínio empresarial em Campo Bom. O evento aconteceu nesta sexta-feira, 13, dia do aniversário do parque, no Câmpus II da Universidade, e contou com a presença de representantes de empresas, poder público, imprensa e parceiros do parque.

O Feevale Techpark é um ambiente de inovação e desenvolvimento tecnológico, dedicado a fomentar o empreendedorismo, a pesquisa e a colaboração entre empresas, startups, universidades e centros de pesquisa. O parque tecnológico da Universidade Feevale foi reconhecido pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) como um dos três melhores do Brasil. Atualmente, possui unidades em Campo Bom, Novo Hamburgo e Porto Alegre, coordena o Hub Agro em Esteio e atua, ainda, em Sapiranga.

Manuela Bruxel, coordenadora do Feevale Techpark, apresentou os principais números do parque. Profundamente integrado à Universidade e às suas linhas de pesquisa, o ecossistema possui empresas com foco em cinco áreas de atuação: Tecnologia da Informação e Comunicação (53%); Indústria Criativa (16%); Ciências da Saúde e Biotecnologia (13%); Materiais e Nanotecnologia (11%); e Ciências Ambientais e Energias Renováveis (7%). Conta com mais de 122 empresas vinculadas, que geraram mais de mil empregos diretos em 2024. O faturamento, apenas neste ano, foi de mais de R$ 260 milhões.

Roberto Cardoso, conselheiro da Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), mantenedora da Feevale, afirmou ser um orgulho ver que a semente do Feevale Techpark, plantada há 20 anos, deu muitos frutos. “A Feevale, mais uma vez, consolida o seu DNA comunitário e de desenvolvimento e empreendedorismo”, afirmou.

A diretora de Inovação da Feevale, Daiana de Leonço Monzon, lembrou que o parque nasceu em Campo Bom, em 1998, mas cresceu para Novo Hamburgo, Esteio, Sapiranga e Porto Alegre e, certamente, se expandirá para fora do país. “Essa é uma das nossas motivações, trabalhar para que tenhamos mais empresas, mais empregos gerados e mais faturamento, podendo estar em diversos municípios, estados e países, como parque tecnológico da Universidade Feevale”, pontuou.

Giovani Feltes, prefeito eleito de Campo Bom, em sua fala, homenageou todos aqueles que atuam na área da ciência, da tecnologia e da inovação. “Eu ainda sou de um mundo que é analógico, não digital, mas tenho ressaltado a importância e a inevitabilidade desta revolução. Por isso o Feevale Techpark está em Campo Bom e continuamos a perseverar para fazer a vida em sociedade ainda melhor. Espero que a comunidade, através de sua gente e dos seus governantes, tenha o propósito de construir uma cidade, uma região, um Estado e um país melhor”, declarou.

Já o deputado estadual Issur Koch reforçou que ainda é preciso mudar o paradigma de que gerar emprego e renda no Brasil é muito difícil, mas que ecossistemas de inovação como o Feevale Techpark são essenciais nesse processo. “Se o Brasil evoluiu em 2023, em termos de tecnologia pelo índice mundial, subindo para 49ª posição e assumindo o posto de país mais inovador da América, tenho certeza que o Feevale Techpark tem responsabilidade nessa história. O papel do poder público, nesse processo, é criar o melhor cenário e garantir que vocês possam fazer o que fazem de melhor, que é gerar oportunidades para tantos jovens e para tantas empresas”, reiterou.

O reitor da Feevale, José Paulo da Rosa, cumprimentou e agradeceu a todos que, de alguma forma, contribuíram para a construção do Feevale Techpark nesses 20 anos. “Com certeza, o parque tecnológico da Universidade Feevale contribui para colocar o Vale do Sinos e o Rio Grande do Sul no cenário da inovação mundial. Meu papel, como reitor, é, além de dar continuidade aos projetos de sucesso, lançar novas iniciativas. Temos um desafio muito grande, que envolve a universidade, as empresas, o poder público, a sociedade, em favor da educação, da inovação e do empreendedorismo, e temos procurado cumprir nosso papel com excelência”, completou.

Perspectivas para 2025

Durante o evento, foram apresentadas as novidades do Feevale Techpark para o próximo ano, que reserva o lançamento de um novo lote no Feevale Techpark e do Hub Onehealth, além da confirmação da terceira edição do Feevale Summit, entre muitas outras atividades. Confira:

  • Lançamento do novo condomínio empresarial Feevale Techpark: novo condomínio empresarial, em Campo Bom, contará com 16 lotes, e uma área superior a 10 hectares
  • Lançamento Hub Onehealth: a primeira incubadora tecnológica em biotecnologia e saúde única do Rio Grande do Sul será estabelecido na unidade de Campo Bom do parque. A Instituição foi contemplada no edital Parques Tecnológicos, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), que destinará cerca de R$ 15 milhões em recursos ao projeto
  • Feevale Summit: foi confirmada a terceira edição do evento de empreendedorismo e inovação da Universidade, que acontecerá nos dias 1º e 2 de outubro de 2025
  • Open park com alunos: oportunidade para a comunidade acadêmica conhecer de perto as empresas do Feevale Techpark, e entender como uma ideia pode se tornar uma startup
  • Construção da matriz de materialidade e ações FT 2030: será criado um portfólio prevendo ações para os próximos anos do Feevale Techpark, pensando no Pacto Global + ODS
  • Palestra de empreendedorismo feminino: entre as ações pretendidas para a semana da mulher, em 2025, está a realização de uma palestra temática sobre o empreendedorismo feminino, suas potencialidades e dificuldades
  • Gincana envolvendo as unidades e seus empreendedores: atividades que resgatam a história do Feevale Techpark e conectam seus empreendedores, fomentando o engajamento e pertencimento.
  • Intervenção artística – Monumento Feevale Techpark: um símbolo físico representando a história e trajetória do Feevale Techpark, a ser instalado na unidade do parque em Campo Bom
  • Feira de bem-estar e saúde aberta à comunidade local: em 2025, o Feevale Techpark promoverá atividades de bem-estar e atendimento à saúde, abertos à comunidade e comunidade acadêmica
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Casos de multas registradas em cidades onde o proprietário nunca esteve ou em que o veículo nem saiu da garagem estão se tornando mais comuns no Rio Grande do Sul. Esse tipo de ocorrência pode sinalizar a clonagem de placas, um crime usado por quadrilhas para esconder veículos roubados ou furtados.

A reportagem do Jornal A Gazeta foi procurada por um morador do bairro Porto Blos relatando ter recebido uma notificação de multa emitida pelo Departamento de Estradas e Rodagens do Estado de São Paulo (DER-SP). No documento consta a aplicação penalidade em decorrência da não utilização do cinto de segurança pelo condutor do veículo na cidade de Ubatuba, em 21 de janeiro de 2026. No entanto, de acordo com o leitor multado, o veículo nunca esteve em Ubatuba.

Ao receber uma notificação suspeita, o primeiro passo é agir rapidamente. A orientação é registrar um boletim de ocorrência relatando a possível clonagem e reunir documentos que provem a irregularidade. Os principais itens exigidos são: vistoria do Detran RS, cópia do Certificado de Registro do Veículo, do CRLV, documento de identificação do proprietário, cópia da multa suspeita e fotos do veículo (frente, traseira e laterais).

Segundo o advogado Allan Dyego Pimentel, formalizar o caso é essencial para evitar prejuízos maiores. “Quando o proprietário encontra uma multa ligada a um veículo que não estava sob sua posse ou em um local diferente, é bem provável que esteja diante de um caso de clonagem de placa. Nessas situações, o primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência, pois esse documento será a base para todas as medidas administrativas e judiciais posteriores”, destaca.

Após o registro, o proprietário deve apresentar defesa junto ao órgão que aplicou a multa, anexando provas que mostrem a impossibilidade da infração, como comprovantes de localização, registros de pedágios ou imagens. Também é possível pedir a abertura de um processo administrativo para investigação, incluindo a análise de imagens do veículo infrator.

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  • AG CONTIGO | 27.04

 ➡️ Cadastro Único Itinerante estará na Escola Morada do Sol.

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  • A interferência de moradores de rua nas atividades do comércio, os furtos a residências, escolas e empresas e a sensação de insegurança preocupam lojistas e empresários de Campo Bom. Na última quinta-feira (16), o Comitê da Regional da ACI em Campo Bom reuniu-se com representantes da Brigada Militar, da Guarda Municipal, da Polícia Civil, da administração municipal e do Consepro para debater o tema e definir ações preventivas em conjunto.

Uma das ações em estudo é o desenvolvimento, nos próximos meses, de uma campanha para estimular a população de Campo Bom a fazer o registro de furtos e roubos. Com indicadores mais realistas, as forças de segurança poderão atuar com mais eficiência na prevenção e no combate aos crimes.

Débora Trierweiler, proprietária da Farmácia Apoteka e integrante do Comitê Regional da ACI e do Consepro de Campo Bom, relata que comerciantes têm enfrentado situações difíceis com moradores de rua na área central, além de furtos e transtornos, que também são registrados em bairros.

O secretário municipal de segurança e trânsito, Fernando Lehnen, afirma que a legislação limita a ação das forças de segurança, mas, ainda assim, a Guarda Municipal tem feito operações de fiscalização e identificação de pessoas com histórico de crimes. Um dos locais que são alvo é um galpão junto ao Parcão, onde moradores de rua se reúnem e pressionam a população do entorno.

A maioria dos moradores de rua é dependente química e conhecida das forças de segurança. “Somente a ação dos órgãos de segurança não basta. É necessário apoio psicológico, ação integrada com outras áreas e, em alguns, casos, internação compulsória, que deve ser autorizada por familiares”, explica.

Conforme a vice-prefeita Gênifer Engers, 44 pessoas em situação de rua estão cadastradas no CRAS (já foram 110) e recebem auxílio, como banho e alimentação. Pelos menos três já foram encaminhadas a empregos, mas permaneceram por pouco tempo. “Sabemos dos impactos à comunidade, estamos atentos a situação e estudamos ações”, informou.

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Moradora de Campo Bom desde 1983, a engenheira industrial química Vanda Ferreira Ribeiro tem se dedicado a um tema cada vez mais urgente: a poluição por microplásticos no meio ambiente. Atualmente em pesquisa de pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ela desenvolve uma análise com relação à presença dessas partículas no solo de áreas conhecidas da cidade, como o Parque do Trabalhador, o Parcão e a região onde o Arroio Schmidt encontra o Rio dos Sinos.

O objetivo é aproximar a ciência do cotidiano das pessoas. “Escolho locais que fazem parte da rotina da população para mostrar que o problema está aqui, perto de nós”, explica. A pesquisa, realizada há cerca de um ano, busca identificar microplásticos com tamanhos de até 0,2 milímetros, invisíveis a olho nu, mas com potencial de causar impactos ao meio ambiente e à saúde ao longo do tempo.

Os microplásticos são fragmentos menores que 5 milímetros, originados tanto da degradação de materiais maiores, como embalagens, fibras e pneus, quanto de produtos já fabricados em tamanho reduzido, como microesferas presentes em cosméticos. Segundo a pesquisadora, mesmo quando não são visíveis, eles continuam presentes e interagem com o meio ambiente. “A poluição não deixa de existir só porque não conseguimos enxergá-la”, destaca.

O estudo também está ligado à preservação dos banhados, áreas úmidas fundamentais para o equilíbrio ambiental. Esses locais funcionam como “esponjas naturais”, ajudando a reduzir alagamentos e armazenando carbono no solo, o que contribui diretamente no combate às mudanças climáticas. No entanto, no Vale do Sinos, mais de 70% dessas áreas já foram perdidas, e as que restam sofrem com a pressão da urbanização e o acúmulo de resíduos.

Além da pesquisa acadêmica, Vanda busca conscientizar a população sobre o descarte correto de resíduos e o consumo consciente. Para ela, pequenas atitudes fazem diferença no dia a dia. “Temos coleta de lixo, mas ainda falta a cultura de não jogar resíduos nas ruas. O que não é recolhido acaba nas bocas de lobo e segue para arroios, banhados e rios”, alerta.

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  • COLUNA | ✍️ @darosa_ju 

O Projeto de Lei 1404/2025 autoriza a quebra de sigilo bancário e fiscal em ações de pensão alimentícia, quando houver indícios de que o responsável pelo pagamento esteja ocultando bens ou rendimentos. A medida surge como resposta a uma realidade bastante comum: a dificuldade de se apurar a real capacidade financeira de quem deve pagar alimentos, especialmente quando há tentativa deliberada de esconder patrimônio.
Na prática, o que se busca é permitir que o juiz, diante de elementos concretos, possa acessar informações financeiras do devedor, como movimentações bancárias e declarações fiscais. Isso não seria automático nem indiscriminado. A quebra de sigilo continuaria sendo uma medida excepcional, dependente de decisão judicial fundamentada e baseada em indícios consistentes de fraude ou ocultação.
O sigilo bancário e fiscal é um direito importante, ligado à privacidade e à proteção de dados pessoais. Por isso, sua flexibilização exige cautela. O projeto tenta equilibrar esse direito com outro igualmente relevante: o direito de quem depende da pensão alimentícia para sua subsistência, educação e desenvolvimento.
Hoje, não são raros os casos em que o devedor aparenta não ter renda suficiente, mas mantém um padrão de vida incompatível com o que declara oficialmente. Esse descompasso dificulta a fixação de um valor justo de pensão e pode prejudicar diretamente quem mais precisa. A proposta legislativa busca justamente reduzir esse tipo de distorção, trazendo mais transparência para o processo.
O projeto visa fortalecer a efetividade das decisões judiciais em matéria de alimentos, dando mais acesso à realidade financeira do devedor, o juiz poderá fixar valores mais adequados e coibir práticas abusivas, como a ocultação de bens em nome de terceiros ou a omissão de rendimentos.
Mais do que uma medida de investigação, trata-se de um instrumento de proteção. A pensão alimentícia não é uma punição, mas um dever legal que garante dignidade a quem depende dela. Nesse contexto, permitir a quebra de sigilo em situações justificadas pode representar um avanço importante na busca por justiça e equilíbrio nas relações familiares.
  • Cinco cães e dois gatos foram resgatados na tarde deste domingo (26) em uma residência no bairro Firenze, em Campo Bom, após uma ação envolvendo a vereadora Kayanne Braga (PDT), a ONG Campo Bom pra Cachorro, a Guarda Municipal e a Justiça.

Segundo a vereadora, a mobilização começou após um pedido de ajuda relacionado a animais que estariam abandonados no local. A denúncia foi encaminhada ao Ministério Público, que repassou o caso para a Vara Regional do Meio Ambiente, resultando na expedição de um mandado de busca e apreensão para retirada dos animais.

Conforme relato de Kayanne ao AG, a tutora dos animais teria sido encaminhada para uma instituição de acolhimento e os bichos ficaram sem os devidos cuidados. A suspeita é de que um familiar estaria indo ao local apenas esporadicamente para levar comida, o que teria agravado a situação.

Na manhã deste domingo, uma oficial de Justiça entrou em contato com a ONG e com a vereadora para acompanhar o cumprimento da ordem judicial. Ao chegarem ao endereço, não havia ninguém na residência. Diante disso, foi solicitado um novo mandado autorizando a entrada no imóvel, com apoio da Guarda Municipal.

Durante a ação, a equipe encontrou um cenário de extrema precariedade. Dos cinco cães resgatados, dois apresentavam estado de saúde considerado grave. No pátio da residência, foi encontrado um gato morto, que estava sendo devorado pelos demais animais. Outros dois gatos foram localizados dentro de uma churrasqueira, em situação crítica, extremamente debilitados.

Após o resgate, os sete animais foram encaminhados para atendimento veterinário na Kings Pet, onde recebem os primeiros cuidados e avaliação clínica.

Diante da gravidade do caso e dos custos com atendimento, medicação e recuperação, a ONG Campo Bom pra Cachorro está pedindo ajuda da comunidade para custear o tratamento dos animais. As doações podem ser feitas via Pix, pelo CNPJ 24.494.672/0001-69.

O caso seguirá sendo acompanhado pelos órgãos competentes, que irão apurar as responsabilidades e eventuais crimes de maus-tratos contra os animais.

MAIS NOTICIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 24.03

Destaques da edição impressa 🗞️

➡️ EMEI Amarelinha cria Afroteca e fortalece educação antirracista;

➡️ Estudo revela poluição por microplásticos na cidade;

➡️ Multa indevida? Saiba como agir em casos de clonagem de placas.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 24 de Abril.

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