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Entenda como os novos rótulos nos alimentos podem melhorar a saúde da população

Redação / AG por Redação / AG
21 de julho de 2023
em Saúde
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Entenda como os novos rótulos nos alimentos podem melhorar a saúde da população
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A nutricionista campo-bonense, Luiza Cunha Pioner, aprofunda o debate sobre essa questão

Por Giordanna Vallejos

Ao olhar pelas prateleiras dos mercados, é possível que você já tenha se deparado com um rótulo chamativo em alguns produtos escrito: alto em açúcar adicionado, gordura saturada e sódio. Essa nova rotulagem está sendo aderida aos poucos, e serve como um alerta aos consumidores para escolhas mais conscientes na alimentação.

Conforme a nutricionista Luiza Cunha Pioner, a nova rotulagem nutricional está estabelecida na Resolução de Diretoria Colegiada – RDC nº 429 e Instrução Normativa nº 75, publicadas em outubro de 2020, mas entrou de fato em vigor no dia 09 de outubro de 2022. Ela já era um projeto extremamente antigo, defendido por todos os profissionais da área da saúde em relação à alimentação.

Luiza explica que o grande objetivo dessas novas normas para produtos industrializados é melhorar a clareza e legibilidade dos rótulos dos alimentos e com isso auxiliar o consumidor a fazer escolhas alimentares mais conscientes. Uma das maiores inovações é conter no rótulo a informação do “ALTO EM”. O nome dessa rotulagem é “FOP” (front-of-pack labelling), que já existe em mais de 40 países.

Segundo a nutricionista, essa informação vem na mesma ideia do cigarro, informando que o produto é alto em alguns componentes, e com isso o consumidor entende que o consumo deve ser reduzido. Essa informação é obrigatória para o alto teor de três nutrientes: açúcares adicionados, gordura saturada e sódio. Confira a entrevista exclusiva com a nutricionista sobre o tema.

A Gazeta – Por que apenas poucos alimentos têm essa rotulagem?
Luiza Cunha Pioner –
Como as normas ainda são novas, os produtores ainda possuem prazo para readaptar todos os rótulos. Isso porque em grande escala de produção, os rótulos, as embalagens e as impressões, são feitas com muita antecedência a fim de melhorar custos, por isso, todos os alimentos possuem o prazo de um ano para se readaptar, ou seja, até 09 de outubro de 2023, veremos todos os produtos com essa nova rotulagem.

AG – Qual a importância disso para o consumidor?
Luiza –
Essa rotulagem deixa as informações mais claras na embalagem, o que vai facilitar a compreensão das informações por qualquer tipo de comprador. Hoje, na prática, temos rótulos extremamente pequenos, tabelas que ficam escondidas, letras miúdas. Sem a informação nutricional bem declarada, o comprador está sujeito a comprar algo que não é nutricionalmente interessante ou até mesmo que passar despercebido em algum ingrediente. A ideia é facilitar a vida de todos os compradores, para que todos os níveis sociais entendam o rótulo e possam ter senso crítico na hora de escolher.

AG – Quando a pessoa estiver comprando e ver essa indicação, a compra ainda é recomendada?
Luiza –
A ideia dessa rotulagem é isso mesmo, se questionar se a compra ainda é válida ou não. Para uma pessoa com hipertensão, ao pegar um rótulo de biscoito e perceber que é alto em sódio logo de cara, já faz com que a pessoa repense o consumo do produto. A minha orientação é sempre baseada em recomendações dos maiores órgãos de saúde do mundo, e por isso, a minha indicação é evitar ao máximo o produto com um ingrediente do qual seu corpo não tolera. É importante lembrar que o rótulo não é um impeditivo de compra, mas sim, um facilitador e auxiliador na hora da escolha.

AG – Você acha que essa indicação incentivará a indústria alimentícia a reduzir o açúcar e gordura em seus produtos?
Luiza –
A indústria já vem melhorando e muito seus produtos, porém agora isso vai acelerar ainda mais o processo. Imagina ter seu rótulo escrito de forma bem grande “ALTO EM…”, isso é um impacto grande na compra e se não tem ninguém comprando, não tem receita e se não tem receita, a empresa tende a fechar, ou seja, é toda uma cadeia de mudança. Portanto, a indústria vai se obrigar a repensar as suas fórmulas para se manter no mercado e isso vai trazer benefícios para a população.

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  • Campo Bom segue enfrentando um inverno atípico. Nesta terça-feira (7), o município registrou temperatura mínima de 4,9°C e a 12ª geada de 2026, conforme dados da estação meteorológica local.

De acordo com o coordenador da estação meteorológica, Nilson Pedro Wolff, a cidade alcançou uma marca inédita nos últimos 42 anos. Já são 31 dias consecutivos em que apenas um único dia teve temperatura máxima igual ou superior a 20°C — os 21,9°C registrados em 27 de junho.

Outro dado que chama a atenção é a sequência de 20 dias seguidos com máxima abaixo dos 20°C, entre 7 e 26 de junho, superando o recorde anterior de 16 dias, registrado entre 20 de junho e 5 de julho de 1990.

Segundo Wolff, a sequência pode chegar a 33 dias até esta quarta-feira (8), caso as temperaturas permaneçam abaixo da marca dos 20°C.

Às 21h desta terça-feira, os termômetros já marcavam 6,9°C, indicando condições favoráveis para uma geada forte na manhã de quarta-feira. A geada registrada nesta terça foi considerada fraca, mas reforça a intensidade do inverno na região.

Para efeito de comparação, em todo o ano de 2025 foram registrados apenas seis dias com geada em Campo Bom. Em pouco mais da metade de 2026, esse número já dobrou, evidenciando um comportamento climático excepcional neste inverno.

📸 @nilsonpedrowolff 

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➡️ Edital aberto para contratação de profissionais para a Secretaria de Educação e Cultura.

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  • O atleta campo-bonense Douglas Pinho conquistou, no último domingo (28), o título da prova de 8km da Megarace, realizada no Jockey Club, em Porto Alegre. A competição marcou a primeira edição do evento na capital gaúcha e reuniu mais de 400 participantes apenas na distância mais longa, considerada a principal da programação.

A Megarace é reconhecida como a maior corrida de obstáculos do Rio Grande do Sul e tem se consolidado como importante termômetro para atletas da modalidade OCR (Obstacle Course Racing), que combina corrida em trilha com a superação de desafios físicos e técnicos ao longo do percurso. Entre os competidores, estavam inclusive representantes da seleção brasileira que, semanas antes, haviam participado do Campeonato Pan-Americano, o que elevou ainda mais o nível da disputa.

Para Douglas, esta foi a nona participação em edições da Megarace, mas a primeira vez no lugar mais alto do pódio. Até então, seu melhor resultado havia sido um vice-campeonato, desempenho que, inclusive, garantiu sua classificação para o Pan-Americano da modalidade. “Quando comecei a disputar a categoria, vencer parecia algo muito distante. Agora consegui alcançar um objetivo que era quase impensável”, destacou o atleta.

A conquista, segundo ele, representa mais do que um resultado esportivo, funcionando como motivação para novos desafios. “Isso renova meu espírito esportivo e mostra que posso vislumbrar cenários ainda maiores. É seguir evoluindo e me dedicando cada vez mais aos treinamentos”, afirmou.

Recentemente, Douglas também representou o Brasil no Campeonato Sul-Americano de OCR, realizado na Bahia, onde competiu na categoria elite ao lado de cerca de 55 atletas de diferentes países da América Latina. A experiência, conforme relata, foi decisiva para seu desenvolvimento. “Foi uma virada de chave. Consegui identificar meus pontos fortes, como força e resistência, mas também percebi a necessidade de evoluir tecnicamente, especialmente em obstáculos suspensos mais complexos”, avaliou.

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➡️ Espaço Cultural Dr. Liberato celebra 10 anos com exposição de um campo-bonense. 

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Criado em 2009, em Campo Bom, o Projeto Criança Cidadã nasceu de uma inquietação simples: oferecer um caminho diferente para crianças em situação de vulnerabilidade social. Idealizado por André e Márcia Britto, o projeto começou de forma modesta, dentro da própria casa do casal, no bairro 25 de Julho, após perceberem que muitos jovens passavam o dia nas ruas, expostos a riscos como o envolvimento com drogas e a criminalidade.

Inspirados pela experiência de mais de duas décadas no movimento escoteiro, André e Márcia passaram a acolher crianças com atividades educativas e alimentação, estruturando, aos poucos, uma iniciativa que hoje se tornou referência. Dezessete anos depois, o projeto atende cerca de 1.600 crianças e adolescentes em diferentes regiões do Brasil e também no exterior, com unidades em Campo Bom, Novo Hamburgo, Ivoti, Panambi, Barretos – SP, Rio de Janeiro e Vitória da Conquista – BA, além de ações em Nova Deli – Índia, Huambo – Angola e Chiomio – Moçambique.

Mesmo com a expansão, o coração do projeto segue em Campo Bom, onde a estrutura foi recentemente ampliada. Em 2025, a instituição passou a contar com sede própria na Avenida Presidente Vargas, construída do zero, com acessibilidade e ambientes planejados para o desenvolvimento integral dos alunos. Antes disso, o projeto passou por espaços alugados e também por uma parceria junto ao Lar Colmeia.

No contraturno escolar, crianças e adolescentes de 6 a 15 anos participam das atividades por meio do Serviço de Fortalecimento de Vínculos e Convivência, que busca promover o desenvolvimento social, emocional e educacional. No local, são oferecidas oficinas esportivas, culturais e educacionais, como judô, balé, dança contemporânea, música, informática, inglês e espanhol, culinária, artes, ciências, atividades circenses e diversas modalidades esportivas. A estrutura do espaço conta ainda com playground, quadra poliesportiva e piscina aquecida, além de cozinha industrial para a prática das oficinas e refeitório.

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  • Em uma ação voltada ao cuidado com crianças em tratamento oncológico, o Lions Clube de Campo Bom, presidido por Leandro da Silva, uniu esforços com o Lions Clube Centro Novo Hamburgo e o Lions Clube Courocap para adquirir um veículo elétrico que foi oficialmente doado à AMO (Associação de Assistência em Oncologia).

O automóvel será destinado ao transporte de crianças de Campo Bom, Novo Hamburgo e demais municípios da região que realizam tratamentos contra o câncer. O serviço garantirá deslocamento diário, gratuito e seguro até hospitais e clínicas onde os pacientes passam por sessões de quimioterapia, radioterapia e exames médicos.

Além de reduzir os custos enfrentados pelas famílias, que muitas vezes precisam arcar com frequentes deslocamentos durante o tratamento, o veículo representa um importante reforço na proteção da saúde dos pacientes.

Segundo os organizadores da iniciativa, o transporte exclusivo evita que crianças com a imunidade comprometida devido ao tratamento fiquem expostas a vírus e bactérias presentes no transporte público, diminuindo os riscos de infecções durante esse período delicado.

A entrega do veículo reforça o compromisso dos Lions Clubes com ações de impacto social e evidencia a importância da atuação voluntária em parceria com entidades assistenciais. A iniciativa também fortalece o trabalho desenvolvido pela AMO no apoio a pacientes oncológicos e suas famílias, contribuindo para oferecer mais segurança, conforto e qualidade de vida durante o tratamento.

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  • Um projeto desenvolvido pela Turma 11 da Escola Municipal de Ensino Fundamental Borges de Medeiros está mobilizando estudantes, poder público e comunidade em torno de um tema de grande relevância social: a prevenção ao desaparecimento de crianças e adolescentes. Orientados pela professora Tamara Bissigo e pela auxiliar Vera Shaefer, os alunos realizaram uma ampla pesquisa sobre as causas do desaparecimento infantil e as formas de prevenção e proteção à infância.

Ao longo das atividades, a turma promoveu pesquisas, entrevistas, análise de dados estatísticos, elaboração de gráficos e ações educativas voltadas ao autocuidado e à segurança das crianças. O trabalho também abordou a importância de conhecer informações pessoais, identificar adultos de confiança e saber como agir em situações de risco.

Além do estudo sobre o tema, os estudantes pesquisaram a legislação brasileira relacionada à proteção da infância e às políticas públicas de enfrentamento ao desaparecimento infantil, compreendendo como esses instrumentos garantem os direitos de crianças e adolescentes.

Propostas chegaram à Câmara de Vereadores

Como resultado do projeto, os alunos elaboraram 10 propostas de ações voltadas ao município de Campo Bom, com foco na conscientização da população, fortalecimento das campanhas preventivas e ampliação da rede de proteção à infância.

As sugestões foram apresentadas ao vereador Jeferson Nunes, que levou as propostas para análise na Câmara de Vereadores. Após avaliação de viabilidade técnica e legal, cinco delas receberam parecer favorável e foram transformadas em indicações legislativas, passando a integrar os encaminhamentos oficiais do Legislativo Municipal.

A iniciativa demonstra como a participação das crianças pode contribuir para a construção de políticas públicas e reforça a importância da educação para o exercício da cidadania desde os primeiros anos escolares.

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Se para a maioria de nós a Copa do Mundo é acompanhada pela televisão, para o campo-bonense Luis André Natus Júnior, 30 anos, o maior espetáculo do futebol ganhou som, cor e emoção ao vivo, diretamente dos Estados Unidos. Natural de Campo Bom e atualmente morando no Rio de Janeiro, ele viveu, pela primeira vez, aquilo que por muito tempo parecia distante: assistir a uma Copa do Mundo de dentro dos estádios e entre torcedores de todas as partes do planeta.
Coordenador comercial em uma grande varejista brasileira, Luis viu o sonho começar a se tornar realidade de forma inesperada. A viagem surgiu como premiação após vencer uma competição interna da empresa, que levou os melhores coordenadores para acompanhar um jogo da Seleção Brasileira em Miami. Mas o que já era especial ficou ainda maior: aproveitando o período de férias, ele decidiu estender a experiência e seguiu viagem até Nova York, mergulhando ainda mais no clima do Mundial.
A estreia não poderia ser diferente. No estádio, ele acompanhou de perto a goleada da Seleção Brasileira em cima da Escócia pelo placar de 3 a 0. O jogo ocorreu no último dia 24 de junho, no Hard Rock Stadium, em Miami. Já em Nova York, viveu outra faceta da Copa ao assistir à emocionante virada brasileira por 2 a 1 contra o Japão, após sair perdendo na etapa inicial. O placar garantiu a classificação do Brasil para as oitavas-de-final. Luis acompanhou a partida em uma fan fest, cercado por torcedores de diferentes nacionalidades, todos unidos pela paixão pelo futebol.
Mais do que os jogos, no entanto, o que tem marcado profundamente a experiência são os encontros. Em meio à multidão, Luis construiu amizades improváveis e especiais. Conversou, trocou histórias e celebrou o futebol com escoceses, japoneses e tantos outros torcedores que, mesmo vindos de culturas diferentes, compartilham o mesmo entusiasmo. “Essa troca de experiências e amizades entre as nações é algo marcante”, resume.

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