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Eduardo Leite nega recurso e Campo Bom entra, oficialmente, para a Bandeira Vermelha

Redação / AG por Redação / AG
22 de junho de 2020
em Saúde
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noticia urgente coronavirus
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Eduardo Leite, Governador do Estado, anunciou, nesta segunda-feira, 22, em pronunciamento de atualização das situações de bandeiras impostas para o combate ao coronavírus no Estado, que Campo Bom entra, oficialmente para a Bandeira Vermelha no mapa do Distanciamento Controlado.

O prefeito Luciano Orsi entrou com recurso para que Campo Bom permanecesse na Bandeira Laranja, porém o Governo do Estado negou. Com isto, as medidas passam a valer a partir desta terça-feira, 23, por pelo menos 14 dias.

Com as medidas mais rigorosas de enfrentamento à Covid-19, somente estabelecimentos que vendem itens essenciais podem permanecer abertos, mantendo 50% dos trabalhadores, enquanto que os demais locais de comércio devem ficar fechados. As aulas devem ser mantidas de forma remota; restaurantes estão proibidos de servir clientes no local, mas podem atender em sistema de telentrega, drive-thru e pegue e leve; no campo da saúde, vital ao enfrentamento da pandemia, os serviços não são afetados.

Serviços de Campo Bom

A Administração Municipal de Campo Bom segue o protocolo indicado pelo governo do Estado no que diz respeito aos serviços oferecidos para a comunidade. Alguns sofrerão mudanças, enquanto outros permanecem sem alteração. A entrega de cestas básicas às famílias carentes e o funcionamento do abrigo para moradores em situação de rua permanecem, porém, com os cuidados sanitários redobrados. A Estação Saúde suspende suas atividades, enquanto que a Feira do Agricultor funciona com 50% dos expositores.

Protocolos previstos pelo governo do Estado por setor

Administração Pública 

Redução no teto de operação dos serviços públicos não essenciais, restrito a 25% dos trabalhadores. Serviço de habilitação de condutores com operação restrita a apenas 50% dos trabalhadores. Serviços públicos essenciais, bem como atividades de fiscalização e inspeção sanitária, não têm a operação afetada.

Agropecuária 

Produção e serviços relacionados à agricultura, pecuária e produção florestal sofrem redução no teto de operação a 50% dos trabalhadores. 

Alojamento e alimentação 

Restaurantes, padarias e lanchonetes deixam de operar na modalidade presencial, ofertando serviços apenas por meio de tele-entrega, pegue e leve ou drive-thru. Hotéis passam a operar com apenas 40% dos quartos disponíveis. 

Comércio 

O comércio de rua é suspenso. Somente poderão operar estabelecimentos que comercializem itens essenciais, como medicamentos, produtos de higiene, alimentação e transporte. Farmácias, supermercados e postos de gasolina têm operação reduzida a 50% dos trabalhadores. Serviços de manutenção e reparação de veículos automotores passam a operar com 25% dos trabalhadores.

Educação 

Ao longo da semana, governo do Estado deve anunciar como será o retorno às aulas presenciais, em etapas, mas já adianta que a retomada em 1º de julho não será possível.  Demais atividades de ensino seguem na modalidade remota.

Indústria

Passam a operar com 75% dos trabalhadores. A orientação inicial da bandeira vermelha era de 50%.

Saúde 

No campo da saúde, vital ao enfrentamento da pandemia, os serviços não são afetados. No entanto, recomenda-se a postergação de consultas eletivas. Serviços de veterinária têm a atividade reduzida para 50% dos trabalhadores. 

Serviços 

Academias poderão atender somente um aluno por vez; missas, cultos e serviços religiosos devem receber até 30 pessoas; clubes esportivos terão atendimento individual de atletas, sem permissão para treinos coletivos; serviços de higiene pessoal – como cabeleireiro e barbeiro – são vedadas. Ficam vedadas também as atividades de captação de áudio e vídeo em teatros e casas de espetáculo, de empréstimo e consulta de itens em museus, bibliotecas e acervos, bem como os ateliês de arte. Parques, jardins botânicos e zoológicos são fechados para atendimento ao público, sendo permitida a operação de 50% dos trabalhadores. Serviços imobiliários, de consultoria e administrativos passam a ser somente via teleatendimento, com no máximo 25% dos trabalhadores presentes no estabelecimento. Serviços bancários e de advocacia permanecem com atendimento presencial restrito, com no máximo 50% dos trabalhadores. 

Serviços de utilidade pública 

Serviços de utilidade pública não sofrem alteração na operação com a vigência da bandeira vermelha, dado sua essencialidade. Mesmo com 100% de operação permitida, esses estabelecimentos devem respeitar o número máximo de pessoas por ambiente permitido com o distanciamento mínimo obrigatório entre pessoas. 

Transportes

O transporte de passageiros passa a operar com apenas 50% dos assentos da janela disponíveis.

Todas as regiões, independente da bandeira em que se encontram, devem seguir os protocolos de prevenção, que incluem uso de máscara, distanciamento entre as pessoas, higienização dos ambientes e das mãos, uso de equipamento de proteção individual (EPI), afastamento de casos positivos ou suspeitos, teto de ocupação e atendimento diferenciado para grupos de risco.

Outros 14 municípios sofrem alteração da bandeira

A Região de Novo Hamburgo apresentou piora em um oito dos 11 indicadores que calculam o risco de cada região. Araricá, Campo Bom, Dois Irmãos, Estância Velha, Ivoti, Lindolfo Collor, Morro Reuter, Nova Hartz, Novo Hamburgo, Portão, Presidente Lucena, Santa Maria do Herval, São José do Hortêncio, São Leopoldo e Sapiranga são os municípios da Região de Novo Hamburgo que entraram na bandeira vermelha no modelo de Distanciamento Controlado.

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  • Coluna: ✍️ @maurispengler 

Bodas de neve com muito calor e muito amor

Todos os anos, por esta época, na condição de colunista do Jornal A Gazeta tenho a agradável e por vezes difícil tarefa de parabenizar Campo Bom por sua emancipação ocorrida em 31 de janeiro de 1959, portanto há 67 anos. E, pasmem, a nossa cidade está comemorando Bodas de Neve. Fiz esta pequena introdução, para, pelo menos tentar demonstrar e ratificar o meu amor e meu agradecimento a esta cidade que tão bem me acolheu no ano de 1979 quando, em 8 de junho daquele ano, desci do “citralão”, na antiga rodoviária, vindo de São Sebastião do Caí, atraído que fui não apenas pelo amor a minha então namorada e há 46 anos minha esposa, mas também por muita esperança por novos desafios profissionais. E, neste quesito, assim como eu, milhares e milhares de pessoas também o fizeram. O meu primeiro emprego foi na empresa Reichert Calçados, quando fui contratado para administrar o Clube Reny, que foi construído pela empresa para lazer de seus funcionários. Lá, orgulhosamente trabalhei, por quase 10 anos, de onde só sai para fundar o Jornal A Gazeta.
Devo dizer que já tive a oportunidade e a honra de poder agradecer pessoalmente ao seu Ernani Reuter, meu primeiro e único patrão em Campo Bom, pela oportunidade que me foi dada naquele longínquo ano de 1979, que é onde toda a minha história de compromisso e de amor por esta cidade começou, quando tinha apenas 20 e poucos anos de idade. Se fiz esta narrativa de contar parte da minha história, foi com um único propósito, o de declarar publicamente o meu amor por Campo Bom e, se assim procedo sei também que estou representando outras milhares de pessoas que, assim como eu, de mãos quase vazias, migraram para cá com objetivos semelhantes; vir em busca de emprego e dignidade, o que praticamente não tínhamos nas cidades em que nascemos.
Obrigado, Campo Bom! Parabéns, minha querida cidade, que tão bem me acolheu.

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  • ENCARTE ESPECIAL | ✍ @mairanpacheco 

Berço de inúmeros talentos nas mais diversas modalidades esportivas, Campo Bom segue sendo exemplo no que diz respeito ao incentivo à prática de esportes. Um dos locais mais frequentados nos últimos tempos, a pista de atletismo é um grande exemplo. Diariamente, centenas de pessoas utilizam o espaço para corridas e caminhadas, unindo a prática de atividade física a momentos de lazer em família. A pista, que conta com mais de 300m de distância em formato oval, é rodeada de quadras de areia e campo de grama, caixa de areia para prática de outras modalidades do atletismo, além de arquibancada e playground.
Outro espaço que recebe, todos os dias, milhares de pessoas, é a ciclovia da cidade. Aliás, não é apenas uma ciclovia: é a primeira da América Latina! A faixa contorna a região central, formando um trajeto de mais de 6km de distância. Há, ainda, diversos outros trechos de ciclovia, que seguem por bairros da cidade, ampliando as opções de espaços para pedaladas, corridas e caminhadas.
Quem gosta de esportes na areia também tem diversas opções em Campo Bom. Além das quadras anexas à pista de atletismo, já citadas anteriormente, há diversas outras espalhadas pela cidade, como no Parcão Arno Kunz, na Avenida dos Estados, além do Parque Sady Schmidt (o Novo Parcão), no Parque do CEI, ao lado do CTG Guapos do Itapuí, e muitas outras, nos bairros. Praticantes de esportes como vôlei de areia, beach tennis e futevôlei são usuários frequentes dos espaços.
Quando se trata de esportes indoor, Campo Bom também é referência. Não por acaso, a cidade conta com duas quadras com metragens oficiais de competições como futsal, handebol, vôlei, patinação e tantos outros, como é o exemplo do Ginásio Municipal Karl Heinz Kopittke e o Ginásio do Complexo do CEI. E os simpatizantes de esportes radicais também têm um local adequado para a prática. A pista de esportes radicais, localizada no Paque do CEI, foi reinaugurada há pouco mais de dois anos e recebe, diariamente, os praticantes de skate, patins e BMX.

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  • AG CONTIGO | 02.02

➡️ Sessões da Câmara de Vereadores, retornam hoje.

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A emancipação de Campo Bom foi resultado de um longo processo de organização comunitária e afirmação de sua importância econômica e social. Ainda como distrito de São Leopoldo, a localidade já demonstrava forte identidade própria e o desejo de conduzir de forma autônoma o seu desenvolvimento.
Esse movimento teve início em 12 de junho de 1953, com a criação da Comissão Social Amigos de Campo Bom, formada com o propósito de lutar por melhorias para a comunidade. Em 17 de agosto do mesmo ano, a comissão definiu sua primeira diretoria, elegendo Osmar Ermel como presidente e Armin Rudy Blos como secretário.

Em 8 de junho de 1957, foi oficialmente criada a Comissão Primária Pró-Emancipação, marcando uma nova etapa na mobilização local. Armin Blos e Octacílio Fauth foram indicados para representar o movimento junto à Assembleia Legislativa, em Porto Alegre, articulando a visita de deputados a Campo Bom. Essa visita foi celebrada em 28 de outubro de 1957, em um evento realizado na Sociedade Concórdia, atual Clube 15 de Novembro, que reuniu cerca de 150 pessoas. No mês seguinte, em 29 de novembro, o antigo Cinema Imperial, completamente lotado, foi palco da eleição legal da primeira Comissão de Emancipação.

O processo enfrentou obstáculos legais, já que a legislação exigia um mínimo de 12 mil habitantes, número não alcançado no censo de 1958. A solução veio por meio de um projeto do deputado estadual Victor Kroeff, que considerava a arrecadação estadual. Com uma economia pujante, sustentada principalmente pelas indústrias calçadistas e olarias, Campo Bom atendia aos critérios estabelecidos.
Assim, por meio da Lei nº 3.707, promulgada pelo governador Ildo Meneghetti em 31 de janeiro de 1959, Campo Bom conquistou sua emancipação. Nos meses seguintes, realizaram-se as primeiras eleições municipais, elegendo Adriano Dias e Evaldo Dreger para a prefeitura, além da formação da primeira Legislatura da história do município.

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Em entrevista exclusiva ao Jornal A Gazeta o prefeito Giovani Feltros fala de toda a sua emoção e alegria em administrar Campo Bom pela quarta vez.

Jornal A Gazeta: Nestes pouco mais de 12 anos de mandatos, o senhor comemora pela 13ª vez o aniversário de Campo Bom no cargo de prefeito. Qual o tamanho desta honraria?

Giovani Feltes: Ser prefeito de Campo Bom é, acima de tudo, uma grande honra e uma responsabilidade enorme. Sou alguém profundamente ligado à cidade, à sua história e às pessoas que aqui vivem. Ter exercido quatro mandatos é algo significativo, mas encaro essa trajetória não como um título, e sim como a missão de servir, gerir com seriedade e olhar crítico, cobrando de mim e da equipe resultados concretos. É um cargo que exige muito, mas que carrego com respeito, dedicação e um forte vínculo com a cidade que amo.

AG: O senhor nasceu pouco antes da emancipação de Campo Bom. Em que momento surgiu o desejo de um dia ser prefeito? Após a primeira eleição, imaginou retornar ao cargo outras vezes?

Giovani: Apesar de ter nascido oficialmente em São Leopoldo, minha vida, minha família e minha identidade são ligadas a Campo Bom. Curiosamente, nunca tive, inicialmente, o sonho de ser prefeito. Quando jovem, pensava mais na atuação legislativa, cheguei a sonhar em ser deputado assim que me filiei ao partido e construí minha trajetória política no MDB. A possibilidade de ser prefeito surgiu de forma natural, com o amadurecimento político e o crescimento da cidade. Lá na primeira vez, nunca imaginei exercer quatro mandatos, especialmente em um período em que não havia reeleição. Cada eleição foi resultado de construção política, diálogo e confiança da comunidade. Sempre cumpri integralmente meus mandatos e sigo com o mesmo compromisso até hoje.

ENTREVISTA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Na tarde deste domingo (1º), por volta das 17h20, um incêndio atingiu a parte externa do CTG Guapos do Itapuí. As causas do fogo ainda não foram identificadas.

De acordo com as informações apuradas no local, diversos materiais pertencentes ao CTG foram atingidos pelas chamas, incluindo parte do teto e algumas alegorias utilizadas pela entidade.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e atua no combate ao incêndio. Apesar dos danos materiais, não houve registro de feridos.

Imagens: Briane Colissi/ AG

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • A Rústica de Aniversário reuniu corredores de todas as idades na manhã deste domingo (1º), em Campo Bom, em um dia de clima favorável que celebrou o esporte, a saúde e a integração da comunidade. O evento fez parte da programação alusiva ao aniversário do município e contou com grande participação popular.

Na prova principal de 5 quilômetros, os campeões gerais foram:

Categoria Masculina:
1º Renan Gomes – 16min55s
2º Gian Rheinheimer – 17min03s
3º Ezequiel Hugentobler – 17min04s
4º Willian Diego Mello – 17min07s
5º Elisandro Araújo de Deus – 18min02s

Categoria Feminina:
1º Micheli Correia da Silva – 20min09s
2º Vanessa Land – 20min51s
3º Denise Michelsen – 21min
4º Natali S. M. Onofre – 21min52s
5º Daniela Oliveira – 22min03s

Os atletas campo-bonenses Renan Gomes e Vanessa Land tiveram destaque especial ao subir ao pódio, representando o município entre os melhores da competição.

A programação também contou com a tradicional Prova Kids, que levou alegria ao evento e incentivou desde cedo a prática esportiva entre crianças e famílias. A rústica reforçou o compromisso de Campo Bom com o incentivo ao esporte e à qualidade de vida da população.

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  • Na tarde de sábado (31), foi inaugurada a primeira obra do projeto Galeria a Céu Aberto. Intitulada “Ninho”, a criação do artista Bruno Schilling reúne elementos que remetem ao Rio dos Sinos, à ciclovia, à bicicleta, aos sapateiros, às olarias, à orquídea e ao sol, símbolos que representam a história e a energia do povo campo-bonense.

A solenidade contou com a presença de autoridades locais e dos artistas envolvidos. O projeto marca um novo capítulo para a cultura local e reforça Campo Bom como cidade pioneira nesse movimento.

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