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Coronavírus: estudo sugere vitamina D como aliada na prevenção da doença

Redação / AG por Redação / AG
9 de setembro de 2020
em Saúde
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Coronavírus: estudo sugere vitamina D como aliada na prevenção da doença
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Importante para garantir a saúde dos ossos, a vitamina D é produzida, em sua maior parte, a partir da exposição solar. Em porções menores, é encontrada em alimentos como peixes gordurosos e ovos, por exemplo. Para além disso, a vitamina D parece exercer um papel importante no sistema imunológico humano e, conforme sugerem alguns estudos, teria algum efeito protetor sobre o sistema respiratório. A partir daí, diversos estudos vêm apontando a relação entre deficiência de vitamina D e Covid-19. Países como Estados Unidos, Alemanha, China, França e, por último, Israel, já publicaram pesquisas importantes acerca do assunto.

Pesquisa israelense

Assim como já havia sido apontado previamente, a pesquisa de Israel também relaciona a deficiência de vitamina D com um maior risco de infecções por Coronavírus. Foram avaliados dados de 14 mil pacientes diagnosticados com Covid-19 entre fevereiro e abril deste ano.

A análise levou em conta os pacientes que, quando positivamente testados, já haviam exame sanguíneo anterior com avaliação do nível plasmático de vitamina D. Para isto, foram consideradas como deficientes de vitamina D as amostras com nível de concentração abaixo de 30ng/mL.

Com base nesses dados, a pesquisa apontou que o nível médio deste hormônio nos pacientes avaliados foi significativamente baixo, sendo ainda menor no grupo com diagnóstico positivo de Covid-19, no qual a concentração média foi de 19 ng/ml. Na análise univariada, que considera apenas uma variável clínica, os pesquisadores encontraram uma associação entre deficiência de vitamina D e maiores chances de contrair Coronavírus, chegando a uma probabilidade 109% maior de internação.

Afinal, qual a relação entre deficiência de vitamina D e Covid-19?

De acordo com a farmacêutica e colunista do AG, Débora Trierweiler, a vitamina D participa ativamente do processo de defesa contra diversos agentes infecciosos. Ela explica que o sistema imunológico é responsável por combater os agentes que causam infecções no corpo. “Quando o sistema imunológico detecta um intruso, como por exemplo uma bactéria ou vírus, ocorre uma cadeia de eventos que termina com a produção de químicos específicos para destruir essa bactéria ou vírus. Além disso, diversos tipos de glóbulos brancos trabalham em conjunto para enviar mensagens — por meio de hormônios — a todos os outros membros do exército a fim de os informar de qual o intruso detectado e de como ele deve ser destruído”.

Suplementação de vitamina D deve ser feita apenas sob orientação médica

Apesar dos estudos que apontam correlação entre carência de vitamina D e Covid-19, as opiniões médicas sobre a suplementação da vitamina como prevenção ao vírus divergem. O Ministério da Saúde divulgou no início de abril, uma nota técnica reunindo as informações sobre o assunto. Até então, a orientação oficial era de que não havia evidência científica sobre a eficácia da suplementação de vitamina D na prevenção de infecções por Covid-19.

No entanto, manter os níveis adequados da vitamina é fundamental para todas as idades e, de fato, auxilia no bom funcionamento do sistema imunológico. “Vários estudos observacionais têm mostrado o papel importante desta vitamina na modulação da imunidade”, explica o médico Charles Luciano Genehr, que acrescenta: “Com base nessas evidências científicas, alguns médicos estão indicando a suplementação da vitamina D para a prevenção da Covid-19, mas é importante lembrarmos que a vitamina D também pode ser obtida pela exposição solar, pelo menos 15 a 20 minutos de exposição solar dos braços e das pernas, de preferência num horário próximo ao meio-dia, e sem o uso de protetor solar”, orienta.

Ainda segundo a pesquisa, no mundo, mais de 40% da população de adultos e crianças apresenta deficiência de vitamina D. Já entre os idosos a prevalência é superior a 80%. Assim sendo, o especialista alerta que a suplementação da deficiência de vitamina D deve ser feita sempre com o acompanhamento médico e adotada por pessoas que apresentam um quadro de deficiência de vitamina D. “A dose da vitamina D, se for necessário utilizá-la, é individualizada e o seu uso deve ser feito apenas sob prescrição e acompanhamento médico”, completa Genehr.

De acordo com farmacêutica Débora Trierweiler, que defende a suplementação, o nosso organismo produz diariamente até 20 mil UI (unidades internacionais) de vitamina D quando exposto ao sol, dosagem que seria insuficiente para conter os sintomas do vírus. “Para determinar a dose de suplementação é necessário verificar como está o doseamento dela no nosso corpo. Isto se faz através de um exame de sangue. Para o caso específico do Covid, muitos trabalhos já esclarecem que o ideal para nos protegermos do vírus é estar com nossos níveis acima de 60ng. Desta forma se por ventura ainda formos atacados por uma quantidade muito grande de vírus poderemos desenvolver sintomas muito leves, que poderão inclusive serem imperceptíveis”, pontua, completando: “A dosagem no sangue é quem vai definir a forma de suplementação. E é possível levantar muito rapidamente esta dosagem usando doses únicas de vitamina D de 60 mil UI”.

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  • Campo Bom registrou na manhã desta terça-feira a primeira geada de 2026. Conforme informações do coordenador da estação meteorológica local, Nilson Wolf, a temperatura mínima no município chegou a 4,4°C.

O fenômeno marcou a manhã com paisagens cobertas por fina camada de gelo em áreas de vegetação e pontos mais abertos da cidade, reflexo da intensa queda nas temperaturas registrada nos últimos dias na região.

No ano passado, a primeira ocorrência de geada em Campo Bom havia sido registrada apenas no dia 24 de junho, quando os termômetros marcaram mínima de 4°C.

A chegada antecipada do fenômeno neste ano reforça a atuação da massa de ar frio sobre o Rio Grande do Sul, mantendo as temperaturas baixas principalmente nas primeiras horas do dia.

Imagens: Nilson Wolff | Coordenador da estação metereológica de Campo Bom

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  • COLUNA DA LIGA | ✍️ @martafuerstenau

A palavra relação significa, conforme o dicionário, uma ligação, vínculo ou conexão entre uma coisa e outra; uma correlação, e, ou uma associação.

Trazendo isto para as relações familiares, podemos pensar que as relações podem ser fonte de apoio ou mesmo de tensão, pois conexões e correlações se estabelecem a todo momento entre pessoas de diversas contextos e vínculos diferentes.
Não existe família sem falar em relações e também sem falar em desafios. O que, geralmente muda é como cada pessoa lida com isso.

Estamos no século XXI, que é marcado por grandes avanços tecnológicos, científicos e transformações globais. Vivemos hoje, em um mesmo ambiente no convívio entre pais, filhos e avós, os quais estão vivendo e interagindo mais tempo juntos, visto o momento mais longevo da humanidade. No entanto, cada uma destas gerações cresceu em contextos diferentes, o que pode ocasionar conflitos constantes. Mesmo as mudanças de fase da vida, como casamento, nascimento de filhos, adolescência, separações, envelhecimento… cada fase exige uma reorganização da família, e isso nem sempre acontece de forma tranquila.

Muitas dificuldades começam não pelo que é dito, mas por como é dito, ou pelo que fica não dito. Suposições, ironias e falta de escuta ativa criam ruídos que vão se acumulando. Algumas famílias evitam brigas a qualquer custo; outras vivem em confronto constante. Nem um extremo nem outro é saudável, o desafio é aprender a discordar sem romper. Fácil? Nem sempre, mas possível através da busca por este equilíbrio.

Para isso, valem alguns questionamentos: Quem decide? Quem cuida? Quem sustenta? Quando esses papéis não estão claros ou, eles mudam e ninguém conversa sobre isso, surge sobrecarga, ressentimento e sensação de injustiça. Já, a falta de limites pode gerar opiniões, decisões, falta ou invasão de privacidade. Limites excessivos podem afastar e esfriar vínculos.
Ao mesmo tempo, esperar que a família dê conta de tudo, ou seja, desde o apoio emocional, validação, perfeição, pode levar à frustração. Nenhuma relação supre tudo o tempo todo.

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  • Um incêndio destruiu completamente a casa de Dona Therezinha da Rosa Fagundes, de 87 anos, na manhã de domingo (10), no bairro Aurora, em Campo Bom. O fogo iniciou por volta das 11h e, conforme relatos de familiares, a suspeita é de que as chamas tenham começado em um fogão a lenha utilizado pela idosa.

A residência foi totalmente consumida pelo incêndio. No mesmo pátio existem outras duas casas, onde moram filhas e netos da moradora. Uma das residências ao lado teve as paredes atingidas e chamuscadas pelas chamas, mas o fogo foi controlado antes que se espalhasse ainda mais.

O Corpo de Bombeiros de Campo Bom atuou no combate às chamas com apoio da equipe de Novo Hamburgo. No local também haviam animais. Algumas galinhas morreram no incêndio, enquanto outras foram resgatadas pelos bombeiros, junto com os cães da família.

Na manhã desta segunda-feira (11), equipes da Prefeitura de Campo Bom realizaram a limpeza do terreno atingido pelo incêndio.

Agora, familiares organizam uma campanha solidária para ajudar Dona Therezinha. A neta, Ana Paula Fagundes, pede doações de mantimentos, roupas de cama, utensílios para casa, materiais para reconstrução do muro e grades da residência, além de ração para os animais. “Calçados ela usa número 38, roupa de cama como lençol e fronha. Ela tem cinco cachorros que estão sem ração e algumas galinhas que sobreviveram ao incêndio também precisando de ração. Ganhamos algumas doações de alimentos, mas o que vier ajuda muito”, relatou Ana Paula. Doações podem ser entregues na Rua Santa Rosa, 289.

Quem puder contribuir com qualquer valor pode realizar doação via Pix: Ana Paula Fagundes da Cruz
Chave Pix: 51982539032 (PicPay)

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➡️ Semana de baixas temperaturas no município. Agasalhe-se 🧤🧣🧥

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  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

O que começa como uma necessidade individual pode se transformar em um movimento capaz de impactar toda uma comunidade. Em Campo Bom, foi assim que nasceu o Coletivo Movimento Acessível, a partir da vivência, da escuta e da vontade de fazer diferente.

As raízes do grupo remontam a 2018, quando as fundadoras Fernanda Cristina Falkoski e Nádia Oliveira deram os primeiros passos com o apoio do poder público, buscando visibilidade para a causa da surdocegueira. A mobilização resultou na criação da Semana Municipal da Pessoa com Deficiência, mas, mais do que uma lei, deu origem a algo maior: uma rede de apoio construída no dia a dia.

“Começamos de forma muito simples, com conversas, trocas e acolhimento entre famílias. Aos poucos, fomos percebendo que não estávamos sozinhos e que juntos poderíamos ir muito além”, relembra Fernanda.

Desde então, o coletivo cresceu. Ganhou forma, voz e, em 2025, formalização jurídica. Hoje, atua como uma entidade assistencial que promove oficinas inclusivas, atividades culturais, produção de materiais acessíveis e ações de capacitação, sempre com um princípio claro: tudo deve ser gratuito e acessível.

Mas talvez o maior diferencial esteja no cuidado com quem cuida. A rede “Cuidando de Quem Cuida” fortalece vínculos, oferece escuta e combate o isolamento enfrentado por muitas famílias.

“Nosso propósito é garantir que nenhuma pessoa se sinta invisível. A inclusão é sobre pertencimento, autonomia e dignidade”, afirma Fernanda.

Com o olhar voltado para o futuro, o Movimento Acessível busca agora parceiros para tornar realidade o sonho da sede própria, um espaço que reúna atendimento especializado, formação e inovação em tecnologia assistiva. Um passo a mais em uma caminhada que começou pequena, mas que hoje já transforma vidas.

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  • As belezas do Outono na nossa cidade 🍁🍂🧣🧤🧥

📷 Briane Colissi/AG
  • Campo Bom se prepara para receber, nos dias 20 e 21 de maio, o Campo Bom Expo.Summit 2026, evento voltado à inovação, empreendedorismo e desenvolvimento de negócios. Promovido pela Prefeitura de Campo Bom em parceria com a Universidade Feevale, o encontro busca consolidar o município como referência regional no fortalecimento do ecossistema de inovação.

A programação será realizada na Rua Coberta, com palco principal e estandes de exposição, e também no Complexo CEI, com atividades no Teatro Marlise Saueressig e no Cinema. A expectativa da organização é reunir cerca de 2 mil participantes, mais de 60 palestrantes e mais de 30 empresas.

O evento terá uma programação diversificada, com palestras, painéis e cases voltados a temas estratégicos como inovação, tecnologia, inteligência artificial, empreendedorismo, marketing, ESG e desenvolvimento de negócios. A proposta é promover geração de conhecimento, networking e troca de experiências entre empreendedores, empresas, universidades e poder público.

Com inscrições gratuitas, o Campo Bom Expo.Summit reforça a aposta do município no desenvolvimento econômico e social por meio da inovação, fortalecendo conexões e criando oportunidades para empreendedores e empresas da região.

“Estamos falando de um evento gratuito, aberto a todos, que democratiza o acesso ao conhecimento, estimula o empreendedorismo e fortalece o desenvolvimento econômico. Campo Bom acredita na inovação como caminho e nas pessoas como protagonistas dessa transformação”, destaca o prefeito Giovani Feltes.

“Quando reunimos universidade, empresas, poder público e a comunidade em um mesmo espaço, criamos um ambiente propício para a inovação acontecer. E o mais importante: de forma acessível, aberta e conectada com as reais necessidades da nossa cidade”, reforça o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo Régis Thoen.

Confira a programação dos painéis já confirmados no site www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)

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