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Campo Bom implanta serviço de telemedicina

Redação / AG por Redação / AG
21 de junho de 2020
em Comunidade
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Campo Bom implanta serviço de telemedicina
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Atendimento por telefone 0800 inicia em 1º de julho

Um atendimento médico remoto, sem que o paciente precise sair de casa. É isso que vai oferecer a Telemedicina Campo Bom, serviço prestes a entrar em operação pela Prefeitura para evitar a disseminação do novo coronavírus. Em caráter de excepcionalidade e durante o combate ao contágio da Covid-19, o Conselho Federal de Medicina (CFM) reconheceu a possibilidade e a eticidade da utilização da telemedicina. Para evitar que os moradores de Campo Bom se desloquem até as Unidades Básicas de Saúde (UBS) quando precisarem de algum atendimento e tentar impedir uma maior ocupação dos leitos do Hospital Lauro Reus, que já estão 60% preenchidos, os pacientes poderão ligar para um telefone 0800 e entrar em contato com enfermeiros, psicólogos e médicos. Toda comunidade de Campo Bom pode utilizar o serviço, que será sem custo e funcionará 24 horas por dia todos os dias. O telefone da central de atendimento será gerado nos próximos dias e o serviço deve estar funcionando a partir de 1º de julho. “Trata-se de um passo novo em termos de tecnologia, uma era nova que vemos nos Estados Unidos, Reino Unido e Portugal. Poderemos atender melhor, principalmente àquelas pessoas que estão deixando de comparecer ao Posto de Saúde por medo de contaminação de Covid-19. Tudo isso para que o cidadão de Campo Bom se sinta mais seguro”, afirma o prefeito Luciano Orsi.

Como vai funcionar

Assim que o paciente ligar para o 0800 da central de atendimento, deverá se identificar, informando nome completo, CPF, data de nascimento e número do Cartão Nacional de Saúde (CNS). Após a identificação, a pessoa deve descrever seus sintomas e, de acordo com seu relato, ela será incluída no protocolo correspondente. Caso o cidadão queira apenas tirar dúvidas e receber orientações, isso poderá ser feito diretamente por telefone, na mesma ligação; se for observada a necessidade de um atendimento mais aprofundado, o usuário será encaminhado para uma videoconsulta com um médico clínico-geral vinculado ao Hospital Lauro Reus, de acordo com sua possibilidade de conexão de internet. Se ele não possuir acesso à internet, será orientado a procurar atendimento presencial; no entanto, se o paciente apresentar maior risco, será encaminhado diretamente para o Pronto Atendimento ou para o Hospital Lauro Reus, dependendo de cada situação. A secretária municipal da Saúde Suzana Ambros Pereira ressalta a importância do serviço nesse momento de pandemia em que muitas dúvidas surgem em relação à circulação na cidade. “Vai servir para diminuir o fluxo de pessoas nas Unidades de Saúde e poderemos dar ao paciente o encaminhamento adequado nas situações de risco. É uma posição inovadora do Município e esperamos que a população atenda a esse serviço com muita responsabilidade”, relata.

A ideia é que a Telemedicina Campo Bom permaneça em funcionamento enquanto durar a pandemia pelo novo coronavírus, com o prazo máximo de seis meses. O recurso para contratação do serviço é proveniente da Portaria 488/2020 do Ministério da Saúde. Mensalmente, a Secretaria Municipal da Saúde vai investir mais de R$ 54 mil na prestação do serviço. A empresa contratada possui sistema de criptografia para proteger os dados do paciente e trazer mais segurança a fim de preservar o sigilo do atendimento.

Saúde ao alcance de todos

A Telemedicina Campo Bom foi pensada para minimizar a circulação dos pacientes do grupo de risco da Covid-19, evitando que essas pessoas se dirijam até as UBS e entrem em contato com o vírus. No entanto, o serviço vai dar assistência para a saúde de Campo Bom de forma geral, já que também poderá dar suporte a qualquer pessoa que precisar de atendimento clínico e quem possui alguma dificuldade de locomoção. O foco do Município é levar o atendimento até o paciente.

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  • A conta de luz dos gaúchos atendidos pela RGE, empresa do grupo CPFL Energia, vai ficar mais cara a partir desta sexta-feira (19). A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou um reajuste médio de 16,06% nas tarifas.

Na prática, isso significa que o valor pago todos os meses pela energia elétrica deve aumentar já nas próximas faturas. O reajuste não é igual para todos: consumidores residenciais terão um aumento médio de cerca de 14,97%, enquanto indústrias e grandes empresas, que utilizam alta tensão, terão alta ainda maior, chegando a cerca de 19%.

Segundo a Aneel, o aumento acontece principalmente por causa de custos que fazem parte da conta de luz, como a compra de energia, o uso das redes de transmissão e encargos do setor elétrico. Esses valores não são definidos pela empresa distribuidora e acabam sendo repassados ao consumidor.

Outro fator importante é a recuperação de valores que deixaram de ser cobrados nos últimos anos. Em 2024, após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, o reajuste foi adiado para evitar um impacto imediato na população. Agora, parte desses custos está sendo incluída nas tarifas atuais.

A RGE atende mais de 3 milhões de unidades consumidoras em centenas de municípios do estado, o que faz com que o reajuste tenha impacto direto no orçamento de grande parte das famílias gaúchas.

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  • AG CONTIGO | 17.05

➡️ Conferência Municipal de Saúde, acontece neste sábado, 20.

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  • Diante da previsão de queda acentuada nas temperaturas nos próximos dias, a Prefeitura de Campo Bom disponibilizará abrigo emergencial para pessoas em situação de rua nas noites desta terça-feira (16) e quarta-feira (17). O anúncio foi feito pelo secretário municipal de Desenvolvimento Social e Habitação, Gabriel Colissi.

A estrutura será instalada no Ginásio Municipal Karl Heinz Kopittke, onde serão oferecidos acolhimento, camas, cobertores, banho quente e refeições. A iniciativa busca garantir proteção e dignidade às pessoas em situação de vulnerabilidade durante o período de frio intenso.

A ação contará com o trabalho das equipes do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), que realizarão buscas ativas pelas ruas da cidade para orientar e encaminhar as pessoas em situação de rua ao abrigo.

A comunidade também poderá colaborar informando casos de pessoas que necessitem de acolhimento. Os contatos podem ser feitos junto à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Habitação ou à Guarda Municipal, pelo telefone 153.

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  • Uma mulher de aproximadamente 50 anos foi encaminhada ao Hospital Lauro Reus após se envolver em um acidente de trânsito na tarde desta terça-feira (16), em Campo Bom. O caso ocorreu por volta das 16h53, na Rua Pastor Frederico, no Centro da cidade.

Conforme o Corpo de Bombeiros Militar, a ocorrência foi registrada inicialmente como suspeita de vítima presa nas ferragens após o tombamento de um veículo. Ao chegarem ao local, os bombeiros encontraram a condutora já fora do automóvel, retirada por populares que prestaram auxílio logo após o acidente.

Segundo informações, a motorista apresentava sinais de confusão e relatou não se lembrar do que havia acontecido. A suspeita é de que ela tenha sofrido um mal súbito enquanto dirigia. O veículo acabou colidindo contra outro carro que estava no local e, na sequência, tombou.

Apesar da gravidade da ocorrência, a mulher não apresentava ferimentos aparentes. Os airbags laterais do automóvel foram acionados durante o acidente, contribuindo para a proteção da condutora.

A equipe dos bombeiros realizou a estabilização do veículo, que permanecia tombado e apresentava risco de movimentação, além da avaliação inicial da vítima e da imobilização cervical preventiva. Posteriormente, ela foi encaminhada ao Hospital Lauro Reus para avaliação médica.

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  • AG CONTIGO | 16.06

➡️ UBS Paulista terá atendimento pediátrico noturno.

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  • COLUNA | ✍ @allandyegopimentel 

A recente decisão do Supremo Tribunal Federal, proferida na última semana, analisou um dos temas mais relevantes da Previdência Social nos últimos anos: a aposentadoria especial. Para quem não está familiarizado com o assunto, trata-se do benefício destinado aos trabalhadores expostos, durante sua vida profissional, a condições que colocam em risco sua saúde ou sua integridade física.
Em uma votação apertada, o STF declarou a inconstitucionalidade da exigência de idade mínima criada pela Reforma da Previdência de 2019. Uma exigência que, desde o início, foi alvo de inúmeras críticas por contrariar a própria finalidade do benefício.

Afinal, essa espécie de aposentadoria não surgiu como privilégio, mas sim como um verdadeiro instrumento de proteção ao trabalhador. Seu objetivo nunca foi apenas reconhecer determinado tempo de serviço, mas evitar que pessoas submetidas a agentes nocivos permanecessem expostas por períodos excessivos e sofressem prejuízos significativos à sua saúde e à sua qualidade de vida. Estamos falando de trabalhadores que convivem diariamente com ruídos intensos, produtos químicos, agentes biológicos e outras condições capazes de comprometer sua saúde ao longo dos anos.

Com a Reforma da Previdência de 2019, além do tempo mínimo de exposição, passou-se a exigir também uma idade mínima para a obtenção do benefício. Na prática, isso significava que muitos trabalhadores, mesmo após completarem os 15, 20 ou 25 anos de atividade especial exigidos pela legislação, precisavam continuar trabalhando em ambientes insalubres até atingir a idade necessária para se aposentar.
Foi justamente esse ponto que levou a questão ao Supremo. Para a maioria dos ministros, a exigência de idade mínima esvaziava a lógica protetiva da aposentadoria especial. Se o benefício existe para limitar a exposição a agentes nocivos, obrigar o trabalhador a permanecer por mais tempo nessas condições significava, em muitos casos, prolongar justamente o risco que a própria legislação busca evitar.

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Nos últimos anos, o câncer de intestino tem chamado cada vez mais atenção da população e dos profissionais de saúde. Considerado um dos tipos de câncer mais frequentes no mundo, ele desperta dúvidas, preocupações e, infelizmente, também muitos mitos relacionados à alimentação.
É comum encontrar informações que prometem prevenir ou até curar o câncer por meio de alimentos específicos, dietas restritivas ou receitas milagrosas. No entanto, a ciência nos mostra uma realidade diferente: não existe um único alimento responsável pelo surgimento ou pela cura do câncer de intestino. O que realmente influencia o risco da doença é o conjunto de hábitos que cultivamos ao longo da vida.
A alimentação tem um papel importante na prevenção porque o intestino está em contato direto com tudo o que consumimos. Dietas ricas em frutas, verduras, legumes, feijões, lentilhas e cereais integrais fornecem fibras e diversos compostos naturais que ajudam a manter o intestino saudável. As fibras, por exemplo, auxiliam no funcionamento intestinal e contribuem para o equilíbrio da microbiota, conjunto de microrganismos que habita nosso intestino e participa ativamente da saúde do organismo.

Por outro lado, estudos apontam que o consumo frequente de carnes processadas, como salsicha, linguiça, presunto, salame e bacon, está associado a um aumento do risco para câncer colorretal. Isso não significa que uma pessoa desenvolverá a doença por consumir esses alimentos ocasionalmente, mas reforça a importância da moderação e da construção de hábitos alimentares equilibrados.
Também é importante esclarecer que não existem alimentos milagrosos com capacidade comprovada de prevenir ou curar o câncer. Alho, cúrcuma, chás, sucos verdes e outros alimentos podem fazer parte de uma alimentação saudável, mas não substituem exames preventivos, acompanhamento médico ou tratamentos indicados pelos profissionais de saúde.

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