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Campanha Dezembro Verde busca conscientizar sobre o abandono de animais

Redação / AG por Redação / AG
16 de dezembro de 2022
em Comunidade
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Campanha Dezembro Verde busca conscientizar sobre o abandono de animais
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O abandono de animais, além de ser um ato cruel, é crime. A campanha Dezembro Verde tem justamente o intuito de dar maior visibilidade ao tema e contribuir para reduzir os indicadores relativos à prática, além de reforçar e ampliar as ações direcionadas ao abandono.

Durante a temporada de verão, os números de abandono tendem a aumentar drasticamente. Por ser uma época na qual muitas pessoas saem de férias e, muitas vezes, não tem com quem deixar seus animais, os donos acabam escolhendo o abandono como opção.

Para Tatiana Aumonde, presidente da ONG Campo Bom pra Cachorro (CBC), campanhas como essa são muito importantes para a conscientização da população e a propagação da informação de como agir perante casos de abandono e maus tratos. “Nós [protetores animais] estamos familiarizados com a quantidade de abandono que acontece na época de festas, de final de ano, mas nem sempre a nossa comunidade está. Então esse é o momento de mostrar para a população que temos sim um problema, que o abandono existe e é agravado nessa temporada de festas e férias”, enfatiza.

É LEI

Abandono de animais é crime previsto na Lei, através do Art. 32 da Lei nº 9.605/98, com pena de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, multa e proibição da guarda do animal. Em Campo Bom, A Lei Municipal 5.206 sancionada pelo prefeito Luciano Orsi em 18 de junho de 2021, institui a Campanha “Dezembro Verde”, a ser realizada anualmente, no mês de dezembro. A ação passou a integrar o Calendário Oficial de Eventos do Município.

Como combater o abandono?

Uma pessoa só, não consegue ajudar milhares de cães nas ruas. Alertar, informar e advertir as pessoas sobre o abandono animal não é uma tarefa fácil, mas é o ponto inicial para combater esse problema.

A crença de abandono e maus tratos de animais pode ser mudada de várias formas:

  • informar amigos e conhecidos;
  • alertar sobre os problemas gerados pelo abandono;
  • compartilhar matérias confiáveis nas redes sociais.

Além disso, apoiar ONGs também é um ótimo meio para ajudar os animais que foram abandonados e acabaram sendo resgatados.
A CBC, através das redes sociais, está divulgando materiais voltados para a conscientização do abandono, como denunciar e a importância da denúncia. “Desde o final de novembro temos trabalhado bastante tentando conscientizar os nossos seguidores em relação a esse problema”, acrescenta a presidente da ONG.

“Acreditamos que o poder está na informação, porém, a informação precisa estar acessível para todos os públicos e não somente os amantes da causa animal”, destaca Tati e complementa sobre a importância de denunciar este crime, para fortalecer dados e com isso justificar projetos e medidas legislativas. “A partir do momento que temos uma sociedade bem informada, todos se tornam vigilantes e com isso, nossos animais ficam mais protegidos”, frisa.

Como denunciar?

Você pode ir à delegacia de polícia mais próxima de você para efetuar a denúncia pessoalmente, ou até mesmo pela delegacia online; a denúncia pode ser feita também pelo telefone da central de denúncias do Ibama: 0800 61 8080 (gratuitamente); Ou pelo Disque-Denúncia, no telefone 181.

Lembrando que, desde outubro, a Delegacia de Campo Bom conta com o selo Amiga dos Animais, ou seja, podem ser realizados procedimentos cartoriais relacionados aos crimes de maus-tratos contra os animais, diretamente na Delegacia de Polícia Civil – localizada na Av. Emílio Vetter, nº 422.

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  • Campo Bom registrou na manhã desta terça-feira a primeira geada de 2026. Conforme informações do coordenador da estação meteorológica local, Nilson Wolf, a temperatura mínima no município chegou a 4,4°C.

O fenômeno marcou a manhã com paisagens cobertas por fina camada de gelo em áreas de vegetação e pontos mais abertos da cidade, reflexo da intensa queda nas temperaturas registrada nos últimos dias na região.

No ano passado, a primeira ocorrência de geada em Campo Bom havia sido registrada apenas no dia 24 de junho, quando os termômetros marcaram mínima de 4°C.

A chegada antecipada do fenômeno neste ano reforça a atuação da massa de ar frio sobre o Rio Grande do Sul, mantendo as temperaturas baixas principalmente nas primeiras horas do dia.

Imagens: Nilson Wolff | Coordenador da estação metereológica de Campo Bom

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  • COLUNA DA LIGA | ✍️ @martafuerstenau

A palavra relação significa, conforme o dicionário, uma ligação, vínculo ou conexão entre uma coisa e outra; uma correlação, e, ou uma associação.

Trazendo isto para as relações familiares, podemos pensar que as relações podem ser fonte de apoio ou mesmo de tensão, pois conexões e correlações se estabelecem a todo momento entre pessoas de diversas contextos e vínculos diferentes.
Não existe família sem falar em relações e também sem falar em desafios. O que, geralmente muda é como cada pessoa lida com isso.

Estamos no século XXI, que é marcado por grandes avanços tecnológicos, científicos e transformações globais. Vivemos hoje, em um mesmo ambiente no convívio entre pais, filhos e avós, os quais estão vivendo e interagindo mais tempo juntos, visto o momento mais longevo da humanidade. No entanto, cada uma destas gerações cresceu em contextos diferentes, o que pode ocasionar conflitos constantes. Mesmo as mudanças de fase da vida, como casamento, nascimento de filhos, adolescência, separações, envelhecimento… cada fase exige uma reorganização da família, e isso nem sempre acontece de forma tranquila.

Muitas dificuldades começam não pelo que é dito, mas por como é dito, ou pelo que fica não dito. Suposições, ironias e falta de escuta ativa criam ruídos que vão se acumulando. Algumas famílias evitam brigas a qualquer custo; outras vivem em confronto constante. Nem um extremo nem outro é saudável, o desafio é aprender a discordar sem romper. Fácil? Nem sempre, mas possível através da busca por este equilíbrio.

Para isso, valem alguns questionamentos: Quem decide? Quem cuida? Quem sustenta? Quando esses papéis não estão claros ou, eles mudam e ninguém conversa sobre isso, surge sobrecarga, ressentimento e sensação de injustiça. Já, a falta de limites pode gerar opiniões, decisões, falta ou invasão de privacidade. Limites excessivos podem afastar e esfriar vínculos.
Ao mesmo tempo, esperar que a família dê conta de tudo, ou seja, desde o apoio emocional, validação, perfeição, pode levar à frustração. Nenhuma relação supre tudo o tempo todo.

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  • Um incêndio destruiu completamente a casa de Dona Therezinha da Rosa Fagundes, de 87 anos, na manhã de domingo (10), no bairro Aurora, em Campo Bom. O fogo iniciou por volta das 11h e, conforme relatos de familiares, a suspeita é de que as chamas tenham começado em um fogão a lenha utilizado pela idosa.

A residência foi totalmente consumida pelo incêndio. No mesmo pátio existem outras duas casas, onde moram filhas e netos da moradora. Uma das residências ao lado teve as paredes atingidas e chamuscadas pelas chamas, mas o fogo foi controlado antes que se espalhasse ainda mais.

O Corpo de Bombeiros de Campo Bom atuou no combate às chamas com apoio da equipe de Novo Hamburgo. No local também haviam animais. Algumas galinhas morreram no incêndio, enquanto outras foram resgatadas pelos bombeiros, junto com os cães da família.

Na manhã desta segunda-feira (11), equipes da Prefeitura de Campo Bom realizaram a limpeza do terreno atingido pelo incêndio.

Agora, familiares organizam uma campanha solidária para ajudar Dona Therezinha. A neta, Ana Paula Fagundes, pede doações de mantimentos, roupas de cama, utensílios para casa, materiais para reconstrução do muro e grades da residência, além de ração para os animais. “Calçados ela usa número 38, roupa de cama como lençol e fronha. Ela tem cinco cachorros que estão sem ração e algumas galinhas que sobreviveram ao incêndio também precisando de ração. Ganhamos algumas doações de alimentos, mas o que vier ajuda muito”, relatou Ana Paula. Doações podem ser entregues na Rua Santa Rosa, 289.

Quem puder contribuir com qualquer valor pode realizar doação via Pix: Ana Paula Fagundes da Cruz
Chave Pix: 51982539032 (PicPay)

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  • AG CONTIGO | 11.05

➡️ Semana de baixas temperaturas no município. Agasalhe-se 🧤🧣🧥

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  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

O que começa como uma necessidade individual pode se transformar em um movimento capaz de impactar toda uma comunidade. Em Campo Bom, foi assim que nasceu o Coletivo Movimento Acessível, a partir da vivência, da escuta e da vontade de fazer diferente.

As raízes do grupo remontam a 2018, quando as fundadoras Fernanda Cristina Falkoski e Nádia Oliveira deram os primeiros passos com o apoio do poder público, buscando visibilidade para a causa da surdocegueira. A mobilização resultou na criação da Semana Municipal da Pessoa com Deficiência, mas, mais do que uma lei, deu origem a algo maior: uma rede de apoio construída no dia a dia.

“Começamos de forma muito simples, com conversas, trocas e acolhimento entre famílias. Aos poucos, fomos percebendo que não estávamos sozinhos e que juntos poderíamos ir muito além”, relembra Fernanda.

Desde então, o coletivo cresceu. Ganhou forma, voz e, em 2025, formalização jurídica. Hoje, atua como uma entidade assistencial que promove oficinas inclusivas, atividades culturais, produção de materiais acessíveis e ações de capacitação, sempre com um princípio claro: tudo deve ser gratuito e acessível.

Mas talvez o maior diferencial esteja no cuidado com quem cuida. A rede “Cuidando de Quem Cuida” fortalece vínculos, oferece escuta e combate o isolamento enfrentado por muitas famílias.

“Nosso propósito é garantir que nenhuma pessoa se sinta invisível. A inclusão é sobre pertencimento, autonomia e dignidade”, afirma Fernanda.

Com o olhar voltado para o futuro, o Movimento Acessível busca agora parceiros para tornar realidade o sonho da sede própria, um espaço que reúna atendimento especializado, formação e inovação em tecnologia assistiva. Um passo a mais em uma caminhada que começou pequena, mas que hoje já transforma vidas.

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  • As belezas do Outono na nossa cidade 🍁🍂🧣🧤🧥

📷 Briane Colissi/AG
  • Campo Bom se prepara para receber, nos dias 20 e 21 de maio, o Campo Bom Expo.Summit 2026, evento voltado à inovação, empreendedorismo e desenvolvimento de negócios. Promovido pela Prefeitura de Campo Bom em parceria com a Universidade Feevale, o encontro busca consolidar o município como referência regional no fortalecimento do ecossistema de inovação.

A programação será realizada na Rua Coberta, com palco principal e estandes de exposição, e também no Complexo CEI, com atividades no Teatro Marlise Saueressig e no Cinema. A expectativa da organização é reunir cerca de 2 mil participantes, mais de 60 palestrantes e mais de 30 empresas.

O evento terá uma programação diversificada, com palestras, painéis e cases voltados a temas estratégicos como inovação, tecnologia, inteligência artificial, empreendedorismo, marketing, ESG e desenvolvimento de negócios. A proposta é promover geração de conhecimento, networking e troca de experiências entre empreendedores, empresas, universidades e poder público.

Com inscrições gratuitas, o Campo Bom Expo.Summit reforça a aposta do município no desenvolvimento econômico e social por meio da inovação, fortalecendo conexões e criando oportunidades para empreendedores e empresas da região.

“Estamos falando de um evento gratuito, aberto a todos, que democratiza o acesso ao conhecimento, estimula o empreendedorismo e fortalece o desenvolvimento econômico. Campo Bom acredita na inovação como caminho e nas pessoas como protagonistas dessa transformação”, destaca o prefeito Giovani Feltes.

“Quando reunimos universidade, empresas, poder público e a comunidade em um mesmo espaço, criamos um ambiente propício para a inovação acontecer. E o mais importante: de forma acessível, aberta e conectada com as reais necessidades da nossa cidade”, reforça o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo Régis Thoen.

Confira a programação dos painéis já confirmados no site www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • COLUNA | ✍ @allandyegopimentel 

A proteção patrimonial faz tempo que deixou de ser um luxo e passou a ser uma exigência estratégica para empresas que pretendem crescer com segurança. Em um ambiente econômico marcado por instabilidade, judicialização e aumento de demandas trabalhistas e consumeristas, proteger o patrimônio não significa ocultar bens, mas estruturar a atividade empresarial de forma lícita, preventiva e eficiente.
Tal blindagem começa pela correta organização societária. A separação entre pessoa física e pessoa jurídica não é apenas formal, precisa de gestão adequada, contabilidade regular e respeito à devida normativa jurídica. Quando tais cuidados são ignorados surge o espaço para diversos riscos, inclusive a desconsideração da personalidade jurídica, instituto previsto no Código Civil que permite atingir bens dos sócios em caso de abuso, fraude ou confusão patrimonial.
Outro ponto essencial é a formalização de contratos claros e bem estruturados. Relações comerciais mal documentadas são fonte recorrente de litígios e podem gerar sérios prejuízos. Cláusulas de limitação de responsabilidade, definição precisa de obrigações e previsão de mecanismos para resolução de conflitos contribuem para reduzir riscos e dar previsibilidade à atividade empresarial.
No âmbito trabalhista, a prevenção é igualmente decisiva. Práticas irregulares, ainda que toleradas no dia a dia da empresa, frequentemente resultam em condenações elevadas. Investir em compliance trabalhista, treinamento de equipe e controle adequado de jornada não é custo, mas  sim valor despendido de forma estratégica como medida de contenção de passivos.
Por sua vez, a gestão tributária também integra a lógica de proteção patrimonial. Escolhas equivocadas de regime fiscal ou o descumprimento de obrigações acessórias podem gerar autuações que comprometem o fluxo de caixa e, em casos mais graves, atingem diretamente o patrimônio dos sócios.

COLUNA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)

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