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Jardim das Ideias: Uma história de reflexão sobre acreditar nos seus sonhos

Redação / AG por Redação / AG
30 de junho de 2021
em Comunidade
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Jardim das Ideias: Uma história de reflexão sobre acreditar nos seus sonhos
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As histórias em quadrinhos são narrativas contadas a partir de uma estrutura que utiliza o desenho e o discurso direto como na fala. Isto é, associam às linguagens verbais com as visuais, envolvendo elementos como personagens, tempo, espaço e acontecimentos organizados em sequência, numa relação de causa e efeito.

Desenvolvido pelos campo-bonenses Djeison Hoerlle e Leonardo Wolff, Jardim das Ideias acompanha o Gabriel, um teimoso e inventivo menino, que, em meio ao luto e a saudade, acaba recebendo a misteriosa visita do Paladino Amarelo, seu super-herói favorito, vindo diretamente das histórias em quadrinhos. O herói surge em três momentos distintos da vida de Gabriel, trazendo para cada um deles um significado muito particular, inspirando-o não apenas a superar as adversidades da vida, mas também, a inspirar as outras pessoas.

Jardim das Ideias trará uma história completa em 96 páginas, sendo 16 coloridas, e estará à venda por R$25,00. A HQ vai poder ser adquirida pela campanha no site de financiamento coletivo Catarse, a partir do dia 02/07. Após a campanha de financiamento, estará disponível no site da editora Universo Fantástico.

O AG conversou, com exclusividade, com o roteirista, Djeison Hoerlle, sobre o projeto, como foi desenvolvido e as principais inspirações da história. Confira a seguir.

A Gazeta: Como você e o Leonardo começaram essa parceria?
Djeison Hoerlle:
Eu já seguia o perfil do Léo no Instagram há bastante tempo e adorava o estilo de arte bem estilizado dele. Depois que eu decidi que escreveria uma HQ, ele foi minha primeira opção. Enviei um áudio de 2 minutos explicando a proposta da história, ele adorou e cá estamos.

AG: Quem escreveu a história? E quem ilustrou?
Djeison:
Eu escrevi alguns contos que posteriormente adaptei para o roteiro. Juntos eu e o Léo fizemos o storyboard e por fim ele deu vida e cor para aquele amontoado de palavras.

AG: Como surgiu o gosto pela leitura de quadrinhos?
Djeison:
No meu caso foi em duas etapas. A primeira, como a maioria dos brasileiros, surgiu com a Turma da Mônica, uma edição com participação do meu jogador favorito da época, o Ronaldinho. Depois que cresci voltei minha atenção para literatura clássica, voltando a curtir quadrinhos somente em 2019 depois que li Sandman. Com o Léo foi muito mais por influência dos mangás que ele comprava com os vale-cultura que a prefeitura dava para os estudantes na Feira do livro.

AG: Essa história foi inspirada em que? Pode ser considerada uma história autobiográfica?
Djeison:
Jardim das Ideias é produto de uma analogia que surgiu na minha cabeça durante o banho. Estava pensando em como as action figures parecem ter substituído as imagens de santos católicos nas prateleiras das residências, mesmo sendo bem semelhantes em sua essência. Figuras heróicas, inspiradoras, não raramente superdotadas. Essa foi a espinha dorsal da obra, mas logicamente há nela muito do passado dos autores, e principalmente, das expectativas que temos para o futuro.

AG: De alguma maneira, Campo Bom pode ter te inspirado em algum trecho da história? Se sim, qual? Como?
Djeison:
Acredito que tudo que criamos é resultado de nossas experiências e vivências. Eu vivi em Campo Bom a minha vida toda e amo esse lugar. Muito da ternura pela infância retratada na obra está intimamente ligada com a infância maravilhosa que essa cidade me proporcionou, e o Léo soube captar isso maravilhosamente nos cenários.

AG: A escrita sobre mundo fantástico serve pra escapar do mundo real?
Djeison:
Talvez para alguns, sirva, mas no meu caso é muito mais sobre dar significado e propósito para o mundo que vivemos.

AG: Qual o papel da arte na tua vida? E na do Leonardo?
Djeison:
Desde muito cedo notei em mim uma predileção muito grande por criar. Direcionei isso para diversos segmentos, como conteúdo para blogs, música, teatro e curta-metragens antes de chegar na escrita de ficção. No caso do Léo, acredito que seja ainda mais intenso. Se eu sou uma espécie de arroz-de-arte, ele já é um artista de nicho, estando há anos focado nos seus objetivos, sempre estudando e dando um jeito de conciliar tudo para produzir cada vez com mais qualidade.

AG: Já tem outras histórias prontas?
Djeison:
Prontas ainda não, mas tenho alguns projetos em andamento como uma HQ contando a história dos Crimes da Rua do Arvoredo, que deve sair no começo do próximo ano. Tem uma comédia sobre o caso do ET de Varginha, também pro próximo ano, e um romance que eu não arrisco falar a data de lançamento pois sempre acho algo para melhorar nele.

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  • Durante diligências realizadas pela Brigada Militar para averiguar uma denúncia de possível comércio ilícito de entorpecentes, um homem foi preso por tráfico de drogas, no bairro Rio Branco, em Campo Bom.

De acordo com a ocorrência, a guarnição ingressou em um local já conhecido como ponto de venda de drogas e visualizou um indivíduo entregando um objeto a outro homem, enquanto recebia certa quantia em dinheiro. Diante da fundada suspeita, os policiais realizaram a abordagem.

Durante revista pessoal no suspeito, os policiais localizaram, presa à cintura, uma pochete contendo 21 pinos de substância análoga à cocaína e 65 pedras com características semelhantes ao crack. No bolso do calção também foi encontrada a quantia de R$ 237,25.

Já com o outro abordado, foram encontrados dois pinos contendo substância semelhante à cocaína. Conforme relato do próprio homem aos policiais, ele seria usuário de drogas e estaria no local para adquirir o entorpecente. No ambiente onde ocorreu a abordagem, os policiais ainda apreenderam três aparelhos celulares.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão aos envolvidos, sendo-lhes garantidos os direitos constitucionais. Conforme o registro policial, foi necessário o uso de algemas para resguardar a segurança da guarnição e dos próprios conduzidos.

Posteriormente, os indivíduos foram encaminhados ao Hospital Dr. Lauro Reus para avaliação médica de praxe e, em seguida, apresentados na Delegacia de Polícia Civil de Campo Bom, onde a ocorrência foi registrada e foram adotadas as demais providências legais.

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A entrega das novas camisetas e bonés personalizados do Team Zecão W7 marcou um momento especial para o treinador e os 21 atletas que integram o projeto. Mais do que um uniforme de competição, as peças simbolizam pertencimento, identidade e a união de um grupo que cresce junto dentro e fora das pistas.

Cada piloto recebeu sua camiseta com o nome estampado e boné personalizado, reforçando a valorização individual dentro de um trabalho coletivo. O uniforme foi desenvolvido pela Sandra, esposa do treinador, e confeccionado em São Paulo, traduzindo em cada detalhe a essência do time: organização, profissionalismo e espírito de equipe.

Para o treinador Ezequiel, o Zecão, o uniforme representa a consolidação de um projeto que vai além dos resultados. “Quando o atleta veste a camiseta do time, ele entende que faz parte de algo maior. Isso fortalece a confiança, a motivação e o compromisso com o grupo”, destaca.

O treinador destaca que o envolvimento das famílias é essencial para o sucesso da formação dos atletas. Além disso, Zecão reforça a gratidão a todos que se esforçam para que o projeto cresça. “Agradeço às pessoas e aos apoiadores que acreditam no meu trabalho, que estão sempre dispostos a ajudar. Essa credibilidade e valorização são combustíveis para que a gente siga fazendo um trabalho sério e honesto”, destaca.

Composto por atletas de 5 a 17 anos, o Team Zecão W7 tem como base o acompanhamento individualizado e o desenvolvimento técnico e humano. O uniforme passa a ser, também, um símbolo visível dessa construção coletiva, um grupo que compartilha treinos, desafios e conquistas.

O Team Zecão W7 conta com atletas que representam a Liga Campo-Bonense de BMX e o Clube 19 de Julho, fortalecendo o esporte na região e ampliando a presença local nas principais pistas do país. Na agenda de 2026, estão previstas etapas do Campeonato Gaúcho, Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro, em Cuiabá, além da Taça Brasil. 

LEIA A MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Era uma manhã comum de terça-feira, na qual milhares de campo-bonenses seguiam sua rotina normalmente. No entanto, uma cena flagrada na principal avenida da cidade se tornou símbolo de leveza, criatividade e carisma.

Guilherme Machado, de 28 anos, trabalha como gari no caminhão de coleta seletiva pelas ruas de Campo Bom ao lado dos colegas de turno Patrick Gaspar, Andrei França, Vinicius Rosa e Ismael Guedes. Na manhã do dia 24 de fevereiro, o dia iniciou com um imprevisto: precisariam cumprir o itinerário da coleta com um caminhão diferente do habitual.

A equipe seguia o roteiro normalmente, frustrados com a troca do veículo, até que um objeto mudou o dia. Em uma das paradas para coleta dos resíduos, um violão foi encontrado, deixado na rua para descarte. “Recolhi o violão e decidi tocar para descontrair e tornar o dia um pouco mais leve”, conta Guilherme.

 Mesmo sem saber controlar as cordas e encontrar as notas do instrumento, Guilherme se acomodou na parte de trás do caminhão e começou a tocar. Imediatamente, os colegas acompanharam e, em coro, iniciaram as músicas. “A gente gosta de sofrência. Naquele dia, cantamos Milionário e José Rico”, lembram os garis.

A descontração da cena foi flagrada pela psicóloga Débora Mello, que seguia pela Avenida Brasil, a caminho de mais um dia de atendimentos no consultório. A campo-bonense gravou o vídeo dos profissionais da coleta e publicou nas redes sociais, junto de uma mensagem motivacional. “Porque felicidade também mora nos encontros simples. Na leveza. No bom humor de quem trabalha enquanto o mundo passa. Que a gente nunca perca a capacidade de ser tocado pelo que é simples. Nem sempre é sobre grandes conquistas. Às vezes, é sobre encontrar alegria no caminho”, escreveu ela. O registro despretensioso viralizou e já soma mais de 200 mil visualizações nas redes sociais.

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  • A Administração Municipal de Campo Bom preparou uma programação especial ao longo de todo o mês de março para celebrar o Dia Internacional da Mulher, comemorado no último domingo, 8 de março. As atividades incluem momentos culturais, esportivos, de reflexão e conscientização, reforçando a importância da valorização das mulheres e da promoção de espaços de diálogo, cuidado e participação.

A programação iniciou no próprio dia 8 de março, dentro do 46º Rodeio Nacional de Campo Bom, com ações especiais voltadas ao público feminino. Entre os destaques estão a realização do Podcast TV do Gaúcho – Mateando com Elas, a distribuição de materiais de conscientização, além da valorização de artistas mulheres na programação cultural. O público também pôde acompanhar o Espetáculo de Dança “Chula” com Emily Borghetti e o show da cantora Analise Severo, celebrando o protagonismo feminino na cultura gaúcha.

Ao longo do mês, outras atividades voltadas às mulheres também serão realizadas. Nos dias 9, 16, 23 e 30 de março, o Ginásio Municipal recebe aulas abertas de defesa pessoal, das 19h30 às 20h30, proporcionando às participantes orientações práticas sobre segurança e autocuidado.

No dia 19 de março, a Câmara de Vereadores sediará a roda de conversa “Todos por Elas”, reunindo profissionais da segurança pública e representantes da Procuradoria da Mulher para um diálogo sobre proteção, direitos e enfrentamento à violência.

A programação também inclui o evento Mulheres em Foco, no dia 21 de março, com largada da corrida e caminhada às 8h, no Largo Irmãos Vetter. O percurso será de 3 quilômetros, incentivando a prática esportiva, o cuidado com a saúde e a integração entre as participantes. 

NOTÍCIA COMPLETA E LINK DE INSCRIÇÕES NO SITE: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Grêmio conquista título gaúcho e torcedores campo-bonenses fazem a festa na Avenida Brasil.
  • Torcedores gremistas fazem festa na Avenida Brasil após conquista do título gaúcho.
  • ESPECIAL DIA DAS MULHERES 💜✊🏿
✍️ @mairanpacheco 

Neste 8 de março, celebramos o Dia Internacional da Mulher reconhecendo a força, a sensibilidade e a determinação de mulheres que transformam realidades todos os dias. Mais do que uma data comemorativa, é um momento de reflexão sobre conquistas, desafios e, principalmente, sobre o papel essencial que elas desempenham na construção de uma sociedade mais justa, humana e igualitária. Em cada espaço ocupado, seja na liderança, no cuidado, na gestão ou no trabalho diário, há histórias de coragem, dedicação e inspiração.

Sofia Godoy, Atleta.

Apesar da pouca idade, a skatista Sofia Godoy já se mostra um exemplo de mulher a ser seguido. Atualmente com 17 anos, a atleta iniciou no esporte aos 11, por influência do pai. Ainda que o skate tenha sido, por muitos anos, uma prática majoritariamente masculina, Sofia conta que não sentiu preconceito quando iniciou nas competições, pois outras mulheres já haviam iniciado anteriormente. “Sei que se eu tivesse começado pouco tempo antes, isso provavelmente teria sido diferente. Gosto muito de escutar as meninas que começaram no skate por minha influência, isso com certeza me motiva ainda mais”, conta.
A jovem skatista que leva o nome de Campo Bom em competições mundo afora aconselha meninas que sonhem em viver do esporte. “Se esse é seu sonho, não desista. Mesmo que tenham momentos difíceis, é muito importante que sua vontade de realizar seja muito maior que os dias ruins. Claro que você vai cair, às vezes se machucar, mas tem que sempre levantar e ir de novo, já pronta para a próxima”, conclui.

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