A Gazeta CB
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
A Gazeta CB
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Família de Campo Bom faz campanha em prol da permanência dos pais de bebê nos EUA

Redação / AG por Redação / AG
24 de setembro de 2019
em Comunidade
0 0
A A
Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

É cada vez mais comum o número de brasileiros que estão deixando o país em busca de oportunidades no exterior. O mesmo tem acontecido com vários profissionais graduados e pós-graduados em diversas áreas, que tentam recomeçar a vida profissional longe do Brasil. Os Estados Unidos é um destino popular para grande parte desses brasileiros, que veem no estudo uma oportunidade de entrar legalmente em alguns países. Foi o que aconteceu com o jovem casal Eduardo e Liege Leopoldo, que embarcaram para Boston, em setembro de 2016. Com visto de estudante, o curitibano e a campo-bonense pretendiam permanecer em solo americano por mais alguns anos estudando, mas a história da família Leopoldo, foi completamente modificada com a chegada da primeira filha Liesel, em fevereiro deste ano e o casal precisa permanecer no país com condições de trabalhar para manter o tratamento da filha, que nasceu com uma mutação no gene Musk e foi diagnosticada com Miastenia Congênita, uma rara condição neuromuscular.

Em todo o mundo há 24 casos relatados na literatura médica e o tipo de mutação que ocorreu na menina não foi ainda descrito. Apesar de não ter cura, há tratamentos que minimizam os sintomas, todos disponibilizados gratuitamente nos Estados Unidos.

Para permanecerem em solo americano a família enfrenta uma batalha judicial. O visto de estudante termina no início de 2020 e a corrida contra o tempo agora é para regularizar a situação do casal. Há brechas para legalização de pais de crianças americanas que estejam no país há mais de 8 ou 10 anos, o que não é o caso dos Leopoldo. E aplicar um novo visto de estudante passou a ser uma opção descartada por ser difícil o comprometimento com um curso neste momento. “Não temos como garantir a frequência nas aulas agora que temos uma criança com complexidades médicas, que requer visitas frequentes ao hospital e passa por três terapias semanais. A opção mais viável foi fazer uma aplicação para um visto de trabalho que dá direito ao Green Card com base em agências que fazem recrutamento. Este visto nos trará a tranquilidade de possuirmos os documentos necessários para uma vida mais normal possível aqui”, explica Liege Leopoldo.

O processo demora meses para este tipo de aplicações só é possível para pessoas que estão legais no país. Dessa forma o casal poderá garantir a permanência nos EUA e o acesso ao atendimento gratuito que a criança precisa. “Liesel é americana e brasileira também, registrada em Campo Bom, e tem todos os direitos que precisa nos Estados Unidos para obter seu tratamento, contudo, nós somos estudantes aqui. Não queremos infringir as leis de imigração dos Estados Unidos para também não trazermos mais problemas a vida da nossa filha que depende de nós”, comenta.

Esperança para Liesel

Hoje, familiares unem esforços para manter a família em solo americano onde é feito o tratamento que pode melhorar a qualidade de vida da pequena. Para isso, precisam arrecadar 20 mil dólares. Até agora, conseguiram cerca de 5 mil dólares por meio de uma vaquinha online. A tia dela, a educadora Ligia de Oliveira Neves, planeja mais atividades para este ano no Brasil, como um meio frango nas próximas semanas. “A campanha não é para arrecadar dinheiro para os pais se manterem, é para o visto deles para que permaneçam nos EUA com a Liesel, pois lá eles ganham todos os equipamentos que ela precisa”, revelou Ligia.

Tratamento nos Estados Unidos

Na segunda-feira, dia 16 de setembro Liesel completou sete meses de vida e dois de alta hospitalar. Os seus primeiros 150 dias após o nascimento foram no Boston Children’s Hospital. A alta só foi possível após seus pais completarem um curso de cuidadores. Hoje ela é acompanhada por 11 equipes médicas e possui uma mini UTI em casa, além de contar com enfermeiras disponíveis 24horas, tudo pago pelo governo (SUS americano). “Hoje, ela toma o Salbutamol, que é bem conhecido no Brasil para asma, de forma oral para ajudar a dar energia. Contudo, este é um medicamento bem paliativo. Ela precisou fazer uma traqueostomia para ajudar seu pulmão a manter o movimento respiratório. Ela não usa oxigênio, somente uma pressão que faz o movimento respiratório. Além disso, ela possui um tubo gástrico e um tubo que vai até o jejuno para se alimentar. Terapias fazem parte de sua rotina desde recém-nascida”, revelou Liege, que explica que a permanecia nos EUA ainda possibilitará que a pequena campo-bonense participe de um programa que está testando um medicamento próprio para Miastenia, o 3,4 Dap, aprovado pela FDA (a Anvisa americana) que custa para o consumidor 376 mil dólares anuais. “Duas farmacêuticas travam uma briga homérica pela patente. O laboratório que criou a medicação disponibiliza gratuitamente para os pacientes de médicos pesquisadores de Miastenia. Nos Estados Unidos, há três hospitais que disponibilizam, um deles é o Boston Children’s Hospital, nosso hospital de tratamento. Nós possuímos o privilégio da Liesel estar sendo tratada por um médico neurologista que pesquisa Miastenia pela Harvard. Em São Paulo há bons neurologistas que tratam a miastenia, mas eles não possuem os recursos que estes três centros oferecem aos pacientes aqui nos Estados Unidos, além de ser um tratamento caríssimo no Brasil”, comenta.

Família está em Boston/EUA desde 2016

Gestação tranquila

A gravidez foi bastante normal até o final. Nos primeiros exames Liesel foi classificada como alto risco de Síndrome de Down, para os médicos americanos era algo em torno de 1% de chances. Então foi sugerido à Liege um exame para tirar dúvidas e se positivo, haveria a possibilidade de abortar. “Eu recusei fazer o exame porque se fosse Down nós iríamos querer do mesmo jeito. A Liesel fez mais ultrassons que o normal aqui por estar neste grupo de risco. A cada ultrassom tudo estava normal”, recorda a mãe.

Mas ao nascer a menina apresentou alguns sintomas: não chorou, baixo tônus muscular e timo inchado. Durante as três primeiras semanas ela passou por exames que verificaram todas as suas condições anatômicas. Como não foi constatada nada que explicasse a dificuldade de os pulmões executarem o movimento respiratório, testes genéticos começaram a ser realizados. Primeiramente testaram para atrofias musculares mais comuns, um painel genético reduzido foi realizado e novamente e o resultado deu negativo. Ela foi transferida para o Boston Children’s Hospital, lá realizaram o teste do Sequenciamento Completo do Exoma Humano (em inglês Whole Exome Sequence). Nele apareceu uma mutação no gene Musk, que é um gene associado a Miastenia Congênita.

Miastenia Congênita

É uma síndrome rara parecida com a doença autoimune Miastenia Gravis, contudo, o tratamento é completamente diferente. A Miastenia basicamente é uma má sinapse na junção das células musculares, ocasionando fraqueza muscular. No caso da Liesel, os principais grupos musculares afetados são os relacionados à respiração, deglutição e sustentação do pescoço.

Doações

Para arcar com os gastos burocráticos para a permanência da família nos Estados Unidos, uma vaquinha virtual está disponível em: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/esperanca-para-liesel

Para impulsionar a campanha Liege, mãe da Liesel está escrevendo o livro infantil “Era a vez do gato xadrez”. Serão impressos mil livros para cada mil doações. Os livros serão enviados via Correios para as doações acima de 30 reais. Não há um prazo para o envio do livro.

Post Anterior

Governo assina acordo para instalar mais de 500 novas câmeras em 36 cidades do Estado

Próximo post

Polícia Civil efetua duas prisões nesta quarta-feira

Notícias relacionadas

Promoções e horários diferenciados para a compra de presentes de Dia das Mães na Casa do Artesão
Comunidade

Promoções e horários diferenciados para a compra de presentes de Dia das Mães na Casa do Artesão

29 de abril de 2026
Vereadores aprovam projeto que suspende cobrança de água em caso de falhas no abastecimento
Comunidade

Vereadores aprovam projeto que suspende cobrança de água em caso de falhas no abastecimento

28 de abril de 2026
Recolhimento de podas segue cronograma em mais seis bairros entre 15 e 20 de julho
Comunidade

Prefeitura inicia calendário anual de podas de árvores

28 de abril de 2026
Próximo post

Polícia Civil efetua duas prisões nesta quarta-feira

Prefeitura realiza feira de adoção de cães neste sábado

Campo Bom terá semana dedicada à proteção e bem-estar dos animais

Mostra Interativa leva a história de Campo Bom para diversos pontos da cidade

Mostra Interativa leva a história de Campo Bom para diversos pontos da cidade

A Gazeta CB




O Jornal A Gazeta é um veículo de comunicação impresso da cidade de Campo Bom/RS fundado em 20 de agosto de 1986. Somos referência em informação e prestação de serviços junto à comunidade. Ética, transparência e responsabilidade social fazem parte da nossa tradição.





Últimas notícias

  • Semifinais do Futsal Série Ouro estão marcadas para o dia 8 de maio
  • Promoções e horários diferenciados para a compra de presentes de Dia das Mães na Casa do Artesão
  • Vereadores aprovam projeto que suspende cobrança de água em caso de falhas no abastecimento

Marcadores

Colunistas Comunidade Cultura Débora Trierweiler Educação Entretenimento Esportes Geral Mauri Spengler Negócios Notícias Polícia Política Processando Ideias Saúde

 

A Gazeta CB

A Gazeta CB

Página no Facebook

 

Seguir Página

  • Os vereadores de Campo Bom aprovaram por unanimidade, na sessão ordinária desta segunda-feira (27), um projeto de lei que determina a suspensão da cobrança da tarifa de abastecimento de água em situações de descontinuidade do serviço ou quando o fornecimento ocorrer fora dos padrões de potabilidade.

A proposta, assinada por todos os parlamentares da Câmara Municipal, representa mais um passo no trabalho de fiscalização dos serviços prestados pela Corsan e agora segue para sanção do prefeito Giovani Feltes.
O projeto tem como objetivo garantir que a cobrança da tarifa ocorra apenas quando o serviço for prestado de forma eficiente, contínua e segura. A medida também busca coibir falhas e inadequações no abastecimento, prevendo a criação de um mecanismo administrativo que permita à Prefeitura suspender a cobrança sempre que forem constatadas irregularidades.

Durante a mesma sessão, os vereadores também aprovaram, por unanimidade, uma moção de repúdio à Aegea/Corsan, em razão da precariedade do serviço prestado no município.

Além disso, foram aprovados três pedidos de informação, três requerimentos, dois projetos de lei e uma moção. A sessão contou ainda com a participação do secretário municipal de Desenvolvimento Social, Gabriel Colissi, que apresentou dados e detalhou as ações do município em relação ao atendimento às pessoas em situação de rua.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Inicia nos próximos dias, o calendário anual de podas de árvores, com cronograma organizado por regiões da cidade. O cronograma começa no dia 29 de abril e segue até 7 de maio, atendendo moradores da região Centro Norte e parte do bairro Genuíno Sampaio, abrangendo a área entre as avenidas Brasil, dos Estados e Emílio Vetter.

Na sequência, entre os dias 5 e 14 de maio, os serviços contemplam a região Centro Sul e parte do bairro Celeste, incluindo o trecho localizado entre as avenidas Brasil, Independência, Willy Reichert e Gustavo Vetter. A Administração Municipal reforça que os moradores devem realizar as podas dentro do período estabelecido para cada região e depositar os materiais corretamente nas calçadas, exclusivamente nos dias programados para recolhimento. O descarte fora do cronograma é considerado irregular e pode resultar em multa.

A Prefeitura orienta ainda que apenas resíduos de poda devem ser descartados, sem mistura com outros tipos de lixo. O cronograma poderá sofrer alterações em caso de condições climáticas desfavoráveis. Para os moradores que não puderem aguardar o período previsto para sua região, os resíduos podem ser destinados diretamente à Horta Comunitária da Aurora ou ao espaço ao lado da Usina de Reciclagem, na Estrada do Mônaco.

A Administração Municipal destaca ainda que a poda corretiva nas calçadas, quando necessária, é realizada pelo próprio município, contribuindo para a manutenção adequada da arborização urbana e reforçando o compromisso com a organização da cidade, a preservação ambiental e a colaboração entre poder público e comunidade.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 28.04

➡️ Campo Bom realiza testes de materiais na pavimentação das vias. 

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Casos de multas registradas em cidades onde o proprietário nunca esteve ou em que o veículo nem saiu da garagem estão se tornando mais comuns no Rio Grande do Sul. Esse tipo de ocorrência pode sinalizar a clonagem de placas, um crime usado por quadrilhas para esconder veículos roubados ou furtados.

A reportagem do Jornal A Gazeta foi procurada por um morador do bairro Porto Blos relatando ter recebido uma notificação de multa emitida pelo Departamento de Estradas e Rodagens do Estado de São Paulo (DER-SP). No documento consta a aplicação penalidade em decorrência da não utilização do cinto de segurança pelo condutor do veículo na cidade de Ubatuba, em 21 de janeiro de 2026. No entanto, de acordo com o leitor multado, o veículo nunca esteve em Ubatuba.

Ao receber uma notificação suspeita, o primeiro passo é agir rapidamente. A orientação é registrar um boletim de ocorrência relatando a possível clonagem e reunir documentos que provem a irregularidade. Os principais itens exigidos são: vistoria do Detran RS, cópia do Certificado de Registro do Veículo, do CRLV, documento de identificação do proprietário, cópia da multa suspeita e fotos do veículo (frente, traseira e laterais).

Segundo o advogado Allan Dyego Pimentel, formalizar o caso é essencial para evitar prejuízos maiores. “Quando o proprietário encontra uma multa ligada a um veículo que não estava sob sua posse ou em um local diferente, é bem provável que esteja diante de um caso de clonagem de placa. Nessas situações, o primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência, pois esse documento será a base para todas as medidas administrativas e judiciais posteriores”, destaca.

Após o registro, o proprietário deve apresentar defesa junto ao órgão que aplicou a multa, anexando provas que mostrem a impossibilidade da infração, como comprovantes de localização, registros de pedágios ou imagens. Também é possível pedir a abertura de um processo administrativo para investigação, incluindo a análise de imagens do veículo infrator.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 27.04

 ➡️ Cadastro Único Itinerante estará na Escola Morada do Sol.

MAIS NOTICIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • A interferência de moradores de rua nas atividades do comércio, os furtos a residências, escolas e empresas e a sensação de insegurança preocupam lojistas e empresários de Campo Bom. Na última quinta-feira (16), o Comitê da Regional da ACI em Campo Bom reuniu-se com representantes da Brigada Militar, da Guarda Municipal, da Polícia Civil, da administração municipal e do Consepro para debater o tema e definir ações preventivas em conjunto.

Uma das ações em estudo é o desenvolvimento, nos próximos meses, de uma campanha para estimular a população de Campo Bom a fazer o registro de furtos e roubos. Com indicadores mais realistas, as forças de segurança poderão atuar com mais eficiência na prevenção e no combate aos crimes.

Débora Trierweiler, proprietária da Farmácia Apoteka e integrante do Comitê Regional da ACI e do Consepro de Campo Bom, relata que comerciantes têm enfrentado situações difíceis com moradores de rua na área central, além de furtos e transtornos, que também são registrados em bairros.

O secretário municipal de segurança e trânsito, Fernando Lehnen, afirma que a legislação limita a ação das forças de segurança, mas, ainda assim, a Guarda Municipal tem feito operações de fiscalização e identificação de pessoas com histórico de crimes. Um dos locais que são alvo é um galpão junto ao Parcão, onde moradores de rua se reúnem e pressionam a população do entorno.

A maioria dos moradores de rua é dependente química e conhecida das forças de segurança. “Somente a ação dos órgãos de segurança não basta. É necessário apoio psicológico, ação integrada com outras áreas e, em alguns, casos, internação compulsória, que deve ser autorizada por familiares”, explica.

Conforme a vice-prefeita Gênifer Engers, 44 pessoas em situação de rua estão cadastradas no CRAS (já foram 110) e recebem auxílio, como banho e alimentação. Pelos menos três já foram encaminhadas a empregos, mas permaneceram por pouco tempo. “Sabemos dos impactos à comunidade, estamos atentos a situação e estudamos ações”, informou.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Moradora de Campo Bom desde 1983, a engenheira industrial química Vanda Ferreira Ribeiro tem se dedicado a um tema cada vez mais urgente: a poluição por microplásticos no meio ambiente. Atualmente em pesquisa de pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ela desenvolve uma análise com relação à presença dessas partículas no solo de áreas conhecidas da cidade, como o Parque do Trabalhador, o Parcão e a região onde o Arroio Schmidt encontra o Rio dos Sinos.

O objetivo é aproximar a ciência do cotidiano das pessoas. “Escolho locais que fazem parte da rotina da população para mostrar que o problema está aqui, perto de nós”, explica. A pesquisa, realizada há cerca de um ano, busca identificar microplásticos com tamanhos de até 0,2 milímetros, invisíveis a olho nu, mas com potencial de causar impactos ao meio ambiente e à saúde ao longo do tempo.

Os microplásticos são fragmentos menores que 5 milímetros, originados tanto da degradação de materiais maiores, como embalagens, fibras e pneus, quanto de produtos já fabricados em tamanho reduzido, como microesferas presentes em cosméticos. Segundo a pesquisadora, mesmo quando não são visíveis, eles continuam presentes e interagem com o meio ambiente. “A poluição não deixa de existir só porque não conseguimos enxergá-la”, destaca.

O estudo também está ligado à preservação dos banhados, áreas úmidas fundamentais para o equilíbrio ambiental. Esses locais funcionam como “esponjas naturais”, ajudando a reduzir alagamentos e armazenando carbono no solo, o que contribui diretamente no combate às mudanças climáticas. No entanto, no Vale do Sinos, mais de 70% dessas áreas já foram perdidas, e as que restam sofrem com a pressão da urbanização e o acúmulo de resíduos.

Além da pesquisa acadêmica, Vanda busca conscientizar a população sobre o descarte correto de resíduos e o consumo consciente. Para ela, pequenas atitudes fazem diferença no dia a dia. “Temos coleta de lixo, mas ainda falta a cultura de não jogar resíduos nas ruas. O que não é recolhido acaba nas bocas de lobo e segue para arroios, banhados e rios”, alerta.

MATÉRIA COMPLETA: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • COLUNA | ✍️ @darosa_ju 

O Projeto de Lei 1404/2025 autoriza a quebra de sigilo bancário e fiscal em ações de pensão alimentícia, quando houver indícios de que o responsável pelo pagamento esteja ocultando bens ou rendimentos. A medida surge como resposta a uma realidade bastante comum: a dificuldade de se apurar a real capacidade financeira de quem deve pagar alimentos, especialmente quando há tentativa deliberada de esconder patrimônio.
Na prática, o que se busca é permitir que o juiz, diante de elementos concretos, possa acessar informações financeiras do devedor, como movimentações bancárias e declarações fiscais. Isso não seria automático nem indiscriminado. A quebra de sigilo continuaria sendo uma medida excepcional, dependente de decisão judicial fundamentada e baseada em indícios consistentes de fraude ou ocultação.
O sigilo bancário e fiscal é um direito importante, ligado à privacidade e à proteção de dados pessoais. Por isso, sua flexibilização exige cautela. O projeto tenta equilibrar esse direito com outro igualmente relevante: o direito de quem depende da pensão alimentícia para sua subsistência, educação e desenvolvimento.
Hoje, não são raros os casos em que o devedor aparenta não ter renda suficiente, mas mantém um padrão de vida incompatível com o que declara oficialmente. Esse descompasso dificulta a fixação de um valor justo de pensão e pode prejudicar diretamente quem mais precisa. A proposta legislativa busca justamente reduzir esse tipo de distorção, trazendo mais transparência para o processo.
O projeto visa fortalecer a efetividade das decisões judiciais em matéria de alimentos, dando mais acesso à realidade financeira do devedor, o juiz poderá fixar valores mais adequados e coibir práticas abusivas, como a ocultação de bens em nome de terceiros ou a omissão de rendimentos.
Mais do que uma medida de investigação, trata-se de um instrumento de proteção. A pensão alimentícia não é uma punição, mas um dever legal que garante dignidade a quem depende dela. Nesse contexto, permitir a quebra de sigilo em situações justificadas pode representar um avanço importante na busca por justiça e equilíbrio nas relações familiares.

© 2025 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos reservados.
A Gazeta é o jornal de maior destaque na comunidade desde 1986.

Bem vindo de volta!

Login para conta

Palavra-chave esquecida

Recupere sua senha

Please enter your username or email address to reset your password.

Entrar

Add New Playlist

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Política
    • Negócios
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Cultura
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Pontos de Venda
  • Publicações Legais
  • Contato

© 2019 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos Reservados.