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Um novo começo para Helena

Redação / AG por Redação / AG
3 de setembro de 2019
em Saúde
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Um novo começo para Helena

Angélica Spengler/AG

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Olhos castanhos brilhantes e cheios de vida. Esta é o pequena Helena, que, por traz do jeito alegre e inocente, guarda uma história de luta e superação ao lado da família. Quando ainda era bebê, ela foi diagnosticada com a Síndrome de West e, para sobreviver, precisou contar com a solidariedade da população campo-bonense, que uniu forças e arrecadou fundos para custear os gastos com o seu tratamento. Graças à iniciativa, hoje com quatro anos e um mês, Helena Ludwig Flores está descobrindo o mundo e impressiona pela vitalidade, inteligência e desenvolvimento.

Há quase três anos, no dia 28 de outubro de 2016, o Jornal A Gazeta publicava a primeira matéria sobre a situação delicada de saúde da menina que, após 110 dias na UTI Neo-natal do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, enfrentava mais uma barreira na luta pela vida: os altos custos dos tratamentos. Planos de saúde, consultas quase diárias e os deslocamentos acabavam acarretando um valor alto para a família, que não podiam arcar com as despesas de terapias, remédios e consultas com especialistas.

Uma corrente de amor se formou e uma grande campanha solidária foi motivada pelo AG, inclusive com a participação de jogadores da dupla Grenal, e ídolos da música sertaneja. Ações como brechó e rifas foram promovidas com o auxílio e parceria do semanário. “Não temos palavras para descrever a nossa alegria e gratidão, ao ver todo o engajamento e apoio para ajudar no tratamento da Helena. As arrecadações superaram nossas expectativas, e isso nos renova as esperanças. Esperança de dias melhores para a nossa guerreira”, comentou na época Daiane Ludwig Flores, 33 anos, mãe da Helena. E os dias melhores chegaram, como Daiane pressentiu. Dias que a incerteza e as lágrimas deram espaço para os sorrisos e a esperança.

A CURA

Em janeiro de 2017 a pequena guerreira, que nasceu com apenas 540 gramas e 28 centímetros foi diagnosticada como não sendo mais portadora da Síndrome de West. Helena estava curada, contrariando os prognósticos médicos. “Sempre questionei se existia a cura para a doença e o corpo clínico que acompanhava ela dizia que havia sim casos onde foi registrado o desaparecimento da Síndrome. Mas, como cada caso é um caso, e o West poderia evoluir também para outras doenças, o foco era no tratamento dela”, relembra Daiane, que ao lado de seu marido Itamar Carvalho Flores, 39 anos, pai de Helena, buscaram incansavelmente a cura da filha.

O TRATAMENTO

Mas a luta da família Ludwig Flores ainda não chegou ao fim. O tratamento de Heleninha vai prosseguir pelos próximos anos. Hoje o único medicamento que a menina utiliza diariamente é o anticonvulsivante Fenobarbital, quando saiu da UTI ela tomava 13 medicações diferentes, evolução que é comemorada pela família. “Ela superou todas as expectativas e nos surpreende com sua evolução todos os dias”, revela a mãe, frisando que um corpo clínico acompanha o desenvolvimento da filha. “Algumas consultas são semanais outras mensais, mas profissionais das áreas da Terapia Ocupacional, Fisioterapia, Ortopedia, Pneumologia, Gastroenterologia e duas médicas fonoaudiólogas, uma especializada na fala e outra na recusa alimentar orientam o tratamento dela”.

Recusa alimentar

É preciso fazer com que a criança aprenda a gostar de comer e, para isso acontecer é necessário que exista o hábito de comer/ mastigar. Costume que é lesado em crianças prematuras que permanecem por um longo período na UTI, como foi o caso de Helena. Fator que contribuiu para a alimentação da menina atualmente ser feita através de uma sonda de gastrostomia. “Ela não sente prazer em comer. Por isso é fundamental a atuação da fono alimentar que atua com crianças com essas dificuldades e têm como objetivo melhorar a relação dos pequenos com a boca, com o alimento no momento da refeição”, explica Daiane.

O suplemento alimentar que ela toma custa aproximadamente R$ 65,00 a lata de 400g, mensalmente são necessárias 19 latas.

A evolução

Correndo. Foi assim que Helena entrou na redação do AG na última semana, acompanhada da grande aliada e defensora incondicional nesta batalha, a mãe. Atualmente a pequena guerreira divide seu tempo entre o tratamento e a escola, que frequenta em meio período. Curiosa como qualquer criança Helena está descobrindo o mundo e quebrando barreiras. De acordo com Daiane, uma das maiores preocupações da família é o atraso na fala, causado pela prematuridade. “Meu maior sonho é ver ela se alimentando normalmente e se comunicando. Falando pelos cotovelos, hoje ela só emite alguns sons, mas entende tudo que falamos”, revela.

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  • Um capotamento registrado na manhã deste sábado (13) mobilizou equipes de resgate na Rua Victor Meirelles, nº 27, no bairro Santa Lúcia, em Campo Bom. O acidente ocorreu por volta das 6h30 e deixou três pessoas feridas.

Conforme informações do Corpo de Bombeiros Militar, ao chegarem ao local os socorristas encontraram o veículo capotado, com duas vítimas presas em seu interior e uma terceira pessoa já fora do automóvel.

O SAMU, que também atendeu a ocorrência, prestou os primeiros socorros à vítima que estava fora do veículo. Enquanto isso, os bombeiros iniciaram o trabalho de desencarceramento das duas pessoas que permaneciam presas nas ferragens.

Durante a operação, uma ambulância do município chegou para prestar apoio. Após a retirada da primeira vítima do interior do carro, ela foi imobilizada e encaminhada ao hospital Lauro Reus, pela equipe municipal. Na sequência, os bombeiros realizaram o resgate da segunda vítima que estava no veículo, efetuando os procedimentos de atendimento pré-hospitalar e encaminhando-a ao hospital na ambulância da corporação.

As três vítimas receberam atendimento no local e foram conduzidas para avaliação médica. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde dos envolvidos nem sobre as causas do acidente.

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  • AG CONTIGO | 12.06

Destaques da edição impressa:

➡️ Uma campo-bonense na história do cinema nacional;

➡️ Jovem paraplégico busca ajuda para recuperar autonomia;

➡️ Série de reportagens, O mundo joga, Campo Bom Vibra!
Quando a copa reúne a família.

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  • A AECB conquistou mais um importante reconhecimento no cenário esportivo nacional. Quatro atletas da equipe foram convocadas para participar da Fase de Treinamento da categoria Cadete da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), que ocorre entre os dias 21 e 28 de junho, em Torres.

As atletas chamadas para a atividade são a goleira Emily Francieli, a ponta Marcela Ohana, a central Sofia Vasques e a armadora Sophia Port.

A convocação reúne jovens talentos de diferentes regiões do país e tem como objetivo promover o aperfeiçoamento técnico das atletas, além de possibilitar a observação de jogadoras com potencial para futuras oportunidades junto às seleções brasileiras da modalidade.

Para a AECB Handebol Campo Bom, a presença de quatro representantes na fase de treinamento nacional evidencia a qualidade do trabalho desenvolvido pela entidade na formação de atletas. O resultado também reflete o empenho da comissão técnica, dos profissionais envolvidos e o apoio das famílias que acompanham diariamente a trajetória esportiva das jovens.

Além da conquista individual de cada convocada, a participação das atletas reforça o destaque de Campo Bom no desenvolvimento do handebol de base e na formação de talentos para o esporte brasileiro.

A entidade parabenizou Emily Francieli, Marcela Ohana, Sofia Vasques e Sophia Port pela convocação e desejou sucesso durante o período de treinamentos.

O projeto da AECB Handebol Campo Bom conta com financiamento do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio do Pró-Esporte RS – Lei de Incentivo ao Esporte, patrocínio das empresas Fitas Real, Romana Química e Crespi Brasil, além do apoio da Prefeitura de Campo Bom, da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, do CBC (Comitê Brasileiro de Clubes) e da Asa Sports.

Foto: Guilherme Werlang/AECB

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  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 12 de junho.

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  • A Delegacia de Polícia de Campo Bom participou, nesta quinta-feira (11), das atividades da Feira de Ciências da Escola Municipal de Ensino Fundamental 25 de Julho. A ação reuniu estudantes do 8º ano em um momento de reflexão e aprendizado sobre violência doméstica e familiar contra a mulher.

A atividade foi promovida pela coordenação pedagógica da escola e contou com a participação da escrivã da Polícia Civil Claudia Danielle Becker, que abordou aspectos relacionados à Lei Maria da Penha, os diferentes tipos de violência praticados contra as mulheres e os mecanismos de proteção disponíveis às vítimas.

Durante a conversa, os alunos também receberam orientações sobre a importância da denúncia e do enfrentamento à violência de gênero, além de esclarecerem dúvidas sobre o tema. A proposta foi ampliar o conhecimento dos estudantes sobre uma questão social que afeta milhares de mulheres em todo o país.

Segundo a Polícia Civil, a iniciativa integra as ações de aproximação da instituição com a comunidade e reforça o trabalho de prevenção realizado junto às escolas. O objetivo é contribuir para a formação de jovens mais conscientes sobre direitos, respeito e cidadania.

A participação na Feira de Ciências também buscou estimular o diálogo sobre a construção de relações saudáveis e o combate à naturalização da violência, fortalecendo uma cultura de respeito e igualdade entre homens e mulheres.

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➡️ Vai começar o maior Sarau do Rio Grande.

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  • Os vereadores de Campo Bom se reuniram, na última terça-feira (09), com representantes da Aegea/Corsan a fim de buscar respostas para as reclamações da população acerca do serviço prestado pela empresa na cidade, especialmente a respeito da qualidade da água e das obras de recapeamento asfáltico em casos de conserto na rede de água ou de instalação da rede de esgoto. O encontro ocorreu na Câmara Municipal, após articulação do presidente João Paulo (MDB) com a gerente institucional da Corsan, Cíntia Kovaski, e contou com a participação de vereadores de todas as bancadas.

Um dos pontos centrais da conversa foi a demora na resolução dos problemas, como episódios de falta de água ou de vazamentos. A Corsan alega que, em muitos casos, a ocorrência não é registrada nos canais oficiais, dificultando o monitoramento e a resposta da empresa. A Câmara comprometeu-se a ajudar a divulgar o canal correto para reclamações: 0800 646 6444 (WhatsApp e ligações gratuitas).

Outra questão, levantada pelo presidente João Paulo, diz respeito às obras de instalação da rede de esgoto, que já começaram em alguns bairros, gerando preocupações quanto à velocidade e à qualidade do recapeamento. A Corsan informa que está monitorando o serviço, prestado por empresa terceirizada, exigindo que o mesmo seja refeito sempre que necessário. A expectativa é que as obras passem por 90% das ruas da cidade e sejam concluídas até o fim de 2027.

“Todos nós sabemos e reconhecemos que as questões ligadas à Corsan vêm trazendo desconforto e até uma dose de polêmica, por isso eu estive junto com o prefeito Giovani em Porto Alegre há algumas semanas falando com a Corsan e, em acordo com a gerente Cíntia, entendemos que a melhor solução seria colocar todos os vereadores na mesa para conversar de forma aberta e transparente, mostrando a responsabilidade que nós temos de buscar respostas para a população. Nós queremos entender o que está acontecendo e, acima de tudo, que o serviço funcione”, concluiu o presidente. 

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  • AG CONTIGO | 10.06

➡️ Votação da Consulta Popular acontece nesta quarta, 10, na Câmara de Vereadores.

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