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Estudante campo-bonense é premiada na China

Destaque Ela desenvolveu um protetor contra as águas-vivas Ela desenvolveu um protetor contra as águas-vivas

Bruna Marschner, uma jovem campo-bonense de 18 anos, foi a única brasileira a participar da Adolelents Sciennce & Teconology Innovation Contest (Castic 2018) que aconteceu em Chongqing, na China e trouxe de lá a terceira colocação na categoria projetos internacionais. Filha de Cleber e Carla Marschner, Bruna é estudante do curso técnico de Química da Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha de Novo Hamburgo. A cerimônia de premiação ocorreu no domingo, 19 de agosto.

A estudante ganhou a oportunidade de participar deste evento na China devido a sua participação no Prêmio Killing de Tecnologia que ocorreu no ano passado na Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (Mostratec). O projeto apresentado e premiado foi “Protetor contra cnidários presentes nas costas marítimas”. Ela desenvolveu um protetor contra as águas-vivas, as anêmonas-do-mar, os corais e as caravelas, sendo orientada por Sabrina da Silva Bazzan. Participaram do evento 42 países.

Já foi notícia

No mês de março deste ano o Jornal A Gazeta, divulgou ampla matéria sobre a conquista da estudante que ganhou destaque na imprensa regional por ter desenvolvido um “antídoto” a um problema que tanto incomoda os frequentadores de nossas praias com os constantes ataques das águas-vivas que causam muita dor e ardência.  Ela começou a ganhar notoriedade dentro das feiras de iniciação científica mais notadamente a Mostratec da Fundação Liberato, já muitas vezes premiadas, o que serviu de trampolim para este inédito trabalho. Bruna, em entrevista ao Jornal A Gazeta, naquela ocasião disse ter pesquisado sobre o assunto e notou que no mundo inteiro existe estes acidentes

As águas-vivem possuem mecanismos chamados cnidócitos que contam com nematocisto que são micro agulhas que ao entrarem em contato com a pele humana perfuram em alta velocidade liberando diversas toxinas o que acaba projetando uma sensação de ardência muito forte. “A partir daí busquei desenvolver um protetor com uma camada protetiva que bloqueasse as ações destas micro agulhas e suas toxinas, contou Bruna.

Produto aprovado

Após desenvolvido, o produto precisou passar por testes para comprovar a sua eficácia. As águas-vivas foram buscadas no Rio de janeiro, coletadas no Áqua Rio, considerado o maior aquário marinho da América do Sul. “Aplicamos o protetor desenvolvido por mim no antebraço esquerdo, enquanto que no direito aplicamos o protetor solar normal, colocamos os animais em contato com a pele das cobaias e após quatro minutos vimos que os nematocistos não conseguiram perfurarem onde o protetor especial havia sido aplicado, explicou a aluna. O protetor  é semelhante a gel de cabelo e não sai no mar.

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