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Aumento de casos de sífilis no município preocupa Secretaria Municipal de Saúde

Uma doença silenciosa que quando não tratada precocemente pode evoluir para uma enfermidade crônica com sequelas irreversíveis. A Sífilis é uma doença sexualmente transmissível, que também pode ser transmitida verticalmente (de mãe para filho durante a gravidez). A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Campo Bom aponta números alarmantes e acende um alerta para os moradores: as estatísticas da doença, que não param de aumentar na cidade, têm incidido cada vez mais entre gestantes e, consequentemente, nos bebês.

Segundo levantamento da SMS, em Campo Bom no ano de 2017 foram notificados 60 casos de Sífilis adquirida, sendo destes 21 casos de Sífilis em gestante e 7 casos de Sífilis congênita. Somente nos dois primeiros meses deste ano já foram notificados 29 casos de Sífilis adquirida incluindo 10 casos de Sífilis em gestante e 2 casos de Sífilis congênita.

A titular da SMS, Suzana Ambros Pereira, alerta que a Sífilis em gestantes tem consequências gravíssimas na formação da criança, principalmente alterações cerebrais. “Quanto mais cedo a gestante der início ao tratamento, melhor para a mulher e para a criança. Por isso, a necessidade de se iniciar o pré-natal o mais precocemente possível, uma vez que sob esses cuidados na rede pública de saúde, a mãe é monitorada e recebe o tratamento. Quando diagnosticada e tratada no primeiro trimestre da gestação, há menos chances de passar a doença para o bebê”, explica Suzana.

Suzana alerta ainda da importância de que os jovens em idade sexual ativa se previnam. “O uso de preservativos masculinos ou femininos em todas as relações sexuais é a melhor forma para prevenir doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada”, alerta a secretária.


LEIA ESTA MATÉRIA NA ÍNTEGRA NA EDIÇÃO IMPRESSA DE 13 DE ABRIL DE 2018. PARA ASSINAR LIGUE (51) 3597-2822 OU ENVIE WHATSAPP PARA 99791-0963.

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