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Secretaria do Meio Ambiente realiza diagnóstico de arborização urbana

Destaque Secretaria do Meio Ambiente realiza diagnóstico de arborização urbana

A Prefeitura de Campo bom, através da Secretaria do Meio Ambiente, realizou o primeiro diagnóstico de arborização urbana da cidade. O estudo foi realizado juntamente com o acompanhamento e orientação técnica da equipe que realizou as podas nas ruas do município. O objetivo foi conhecer quais as principais espécies de árvores utilizadas na arborização urbana da cidade, quais são adequadas ou problemáticas. Estas ações fazem parte da primeira fase de elaboração do Plano Municipal de Arborização Urbana, que irá determinar e indicar quais são as espécies mais adequadas para cada tipo de local e função assim como para traçar estratégias para recuperar e ampliar os índices de áreas arborizadas.

O estudo cobriu cerca de 40% das ruas da cidade, identificou as espécies e a situação de cerca de 5000 árvores. Destas, cerca de 3000 apresentavam algum tipo de problema, como conflito com fiação ou danos às calçadas. Também foi verificado que mais da metade dos espaços aptos para plantio de árvores em calçadas encontram-se vagos. A estimativa é que existam cerca de 12.000 árvores nas calçadas do município, enquanto o número ideal para composição paisagística dos passeios públicos seria de cerca de 26.500 árvores.  


A amostragem contemplou todos os bairros da cidade e permitiu uma estimativa de quais são as plantas mais usadas e sua representatividade. 63,5% das árvores identificadas são exóticas (originais de outros países e não naturais do Brasil) enquanto 36,5% são nativas, ou seja, naturais da região. Dentre as dez espécies mais usadas na cidade, oito são consideradas impróprias para arborização urbana por causarem danos a fiação elétrica, calçadas ou por serem muito suscetíveis a parasitas como erva de passarinho. A árvore mais comum foi canela-da-índia (21%), que, junto com jambolão e ligustro são as menos adequadas para arborização urbana.

Estes dados preliminares reforçam a necessidade da elaboração de diretrizes que recomendem e incentivem o plantio de espécies adequadas para arborização urbana, já que as espécies identificadas como impróprias demandam muita mão de obra em podas, cortes e no concerto de estruturas danificadas. Estas espécies também tendem a ficar doentes e feias pelas repetitivas podas.

O horto municipal disponibiliza mudas para população plantar no pátio ou nas calçadas e os técnicos da SEMA ajudam a indicar quais são as árvores mais apropriadas para cada situação. As espécies mais recomendadas para locais com fiação elétrica são chal-chal, pitanga, goiaba-da-serra, ipê amarelo e aroeira-salsa, enquanto em locais sem fiação é possível empregar árvores maiores, como ipê-rosa, pau-ferro, sibipiruna e jacarandá.

O plano de arborização urbana deve ser concluído no próximo ano e trará uma série de recomendações, como métodos de plantio, espaçamento entre mudas, distâncias adequadas de estruturas como entradas de carro, placas de trânsito e afins, além da indicação da lista de espécies que serão preferencialmente utilizadas e produzidas pelo horto municipal.

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