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Marcelo Grohe completa 10 anos de profissional

Marcelo Grohe completa 10 anos de profissional e fala com exclusividade sobre a atual fase do Grêmio, mudança de técnico, Seleção Brasileira e o nascimento de seu primeiro filho Lucas Uebel/Grêmio Marcelo Grohe completa 10 anos de profissional e fala com exclusividade sobre a atual fase do Grêmio, mudança de técnico, Seleção Brasileira e o nascimento de seu primeiro filho

Em 2005 ele era a terceira opção para o gol gremista, atrás de Eduardo e Galatto. O time vivia um dos momentos mais tensos dos 102 anos de sua história, ao disputar pela segunda vez, a série B do Campeonato Brasileiro. Um ano depois, após uma lesão do até então titular Galatto, Marcelo Grohe teve sua primeira grande prova profissional: assumiu a titularidade do time logo na final do Campeonato Gaúcho. O Gre-Nal terminou empatado, com o famoso gol de nuca de Pedro Júnior aos 33 minutos do segundo tempo, dando assim o título estadual ao Grêmio. Depois desta vitória histórica, todos os gremistas tiveram a certeza que Grohe seria um grande goleiro.

O jornalista Renan Spengler conversou com exclusividade com o goleiro gremista.

A Gazeta – Recentemente você esteve com a Seleção Brasileira disputando a sua primeira competição oficial. Como você vê o atual grupo do Brasil e essa fase de transição de jogadores convocados?
Marcelo Grohe - Eu acho que o Brasil tem uma geração muito qualificada, tanto que os jogadores têm papel de destaque em seus clubes no Brasil e na Europa. Tenho certeza que vamos ter resultados expressivos em breve.

AG– Como foi a reação do grupo de jogadores logo após a eliminação nos pênaltis para o Paraguai?
Marcelo - Acho que foi a reação de todos os brasileiros que gostam de futebol: tristeza. Não poderia ser diferente. Trabalhamos muito pelo título, mas, infelizmente, não deu.

AG– A Copa do Mundo da Rússia 2018 é o seu principal objetivo da carreira atualmente? Como você vê essas chances de participar da sua primeira Copa?
Marcelo - Meu principal objetivo neste momento é ajudar o Grêmio nesta temporada. O que for acontecer no futuro será consequência do que eu conseguir construir no presente. Não adianta pensar lá na frente e esquecer o dia a dia. Claro que quero voltar para a Seleção, ser chamado novamente, mas o foco agora tem que ser o Grêmio. É assim que eu trabalho e não vou mudar.

AG – Recentemente nasceu o seu primeiro filho, o Pietro. Você acompanhou a chegada dele? Conte como foi essa emoção.
Marcelo - Estava no amistoso do Brasil contra Honduras, no Beira-Rio. Recebi a notícia ainda no estádio e depois fui correndo para o hospital. Foi uma sensação maravilhosa. É até hoje. Difícil até de descrever a importância desse momento especial para mim e para minha esposa.

AG– Com um calendário saturado como tem o nosso futebol brasileiro, ainda mais sendo jogador de Seleção Brasileira, como é a rotina de treinos, Grêmio, Seleção e agora filho?
Marcelo - Como você pode imaginar: uma correria danada. Muitos jogos, viagens, concentrações, treinos. É uma rotina agitada. Pouco tempo para ficar em casa com a família, sempre indo de uma cidade para outra. Mas quando eu escolhi essa profissão, sabia que seria assim. Agora é tentar se adequar a isso da melhor maneira para conseguir curtir o lado pessoal também.

AG – Você vem a Campo Bom frequentemente? Quando está por aqui, o que costuma fazer?
Marcelo - Vou sim. Visito amigos, familiares. Gosto de ficar em casa, tranquilo, conversar com as pessoas que não posso ver todos os dias. É um momento de ficar relaxado e sossegado.

AG – Há aproximadamente 10 anos no profissional do Grêmio você já viveu momentos muito negativo e positivo no clube. Quero que cite qual foi o pior e o melhor momento, vivido neste período no clube.
Marcelo - Ah, difícil responder... Estou há muito tempo no clube, vivi todos os tipos de situações. Essa pergunta me complicou (risos).

AG – Existe alguma proposta do exterior ou até mesmo de clubes brasileiros?
Marcelo - Às vezes saem notícias na imprensa, mas, para mim, nunca chegou nada.

AG – Temos exemplos como Zetti, Rogério Ceni e muitos outros onde construíram uma vida toda dentro de apenas um clube. Como você é idolatrado e identificado dentro do Grêmio, podemos trabalhar com esse cenário para o futuro de Marcelo Grohe?
Marcelo - Quando me perguntam isso, eu costumo dizer que se eu passar a minha vida profissional toda no Grêmio, estarei realizado. E, justamente, por tudo isso que você citou: identificação com o clube, com o Estado, com os torcedores. O Grêmio é a minha segunda casa.

AG - Após cinco vitórias seguidas, como você avalia o atual momento do Grêmio?
Marcelo - Estamos crescendo. Os números mostram isso. As vitórias estão vindo por conta dessa melhora no desempenho coletivo. Estou contente com o que estamos construindo e espero que essa sequência de bons resultados se mantenha por mais tempo. Temos que estar na ponta de cima da tabela até o final da competição para sonharmos com algo maior. Manter a regularidade é um dos desafios de uma competição longa e de pontos corridos como é o Brasileirão.

AG - Na mudança de Felipão para o Roger, o que mudou exatamente?
Marcelo - São filosofias diferentes de trabalho, momentos diferentes das carreiras. São ótimo profissionais e procurei aprender com o Felipão, da mesma forma que estou procurando aprender com o Roger.

AG - Dá para pensar em título neste ano?
Marcelo - Quando você joga em um clube como o Grêmio, tem que pensar nisso sempre.

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